Por Luiz Goes, sócio-sênior e diretor da GS&MD - Nos últimos anos a pesquisa de mercado vem se posicionando cada vez mais como uma ferramenta de inteligência, deixando de ser vista como mera provedora de informações. Há alguns anos, as empresas se contentavam em receber dos chamados institutos de pesquisa os resultados das investigações realizadas. Um monte de descrições do comportamento de consumidores em entrevistas em profundidade, em focus groups, várias tabelas, cadernos e cadernos com números para Pitágoras nenhum botar defeito.
Não existiam conclusões, salvo aquelas que se limitavam a descrever o que havia sido encontrado. Não existiam, muito menos, recomendações. Era simplesmente comunicar ao cliente: "Lamento, mas o seu market share caiu neste mês em relação ao mês anterior. Desejo, profundamente, que as melhores alternativas sejam encontradas por vocês, com o intuito de solucionar esse problema que detectamos".
Clica no título para ler mais, dica de Clarissa Taguchi, da editoria de Ecologia Consciência.Net.
Eleições 2008: Todo candidato quer uma pesquisa pra chamar de sua
Longe de mim querer lançar dúvidas sobre a Datamétrica - instituto com credenciais no mercado. Mas há um piadinha entre estatísticos e pesquiseiros em geral que pode explicar: “Os números não mentem. Mas se você torturar direitinho, eles dizem o que você quiser.” Leia comentário na página do Núcleo de Estudos de Instituições Coercitivas da UFPE, clicando aqui.
Assinar:
Postagens (Atom)