Famílias marcham por desconto na luz e postos de trabalho na capital gaúcha

Cerca de 250 famílias ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), ao Movimento Levante da Juventude e ao Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) marcharam nesta sexta-feira (14), em Porto Alegre, em protesto pelos altos preços da energia elétrica e reivindicando a implementação da tarifa social da energia e a criação de pontos populares de trabalho.
Agência Consciência.Net; clique aqui


Os manifestantes estiveram mobilizados na sede da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), localizada na avenida Ipiranga. No local foram recebidos por representantes da empresa, para o quais entregaram cerca de 100 autodeclarações para fins de recebimento de desconto na tarifa de energia elétrica. Segundo os funcionários da CEEE, a empresa ainda não conhecia a decisão do Desembargador Federal de Brasília, Sr. Catão Alves.

Conforme a decisão, basta que as famílias que consomem abaixo de 220 kwh/mês de energia elétrica entreguem uma autodeclaração na distribuidora de sua região para que recebam os descontos referentes à Tarifa Social Baixa Renda. No caso do Rio Grande do Sul, a medida vale para quem consome até 160kwh/ mês. Conforme definição do encontro, em 15 dias a CEEE dará uma retorno para o movimento sobre as autodeclarações entregues.

Logo após, os manifestantes se dirigiram até a empresa AES Sul, também em Porto Alegre, onde também houve a entrega de outras 100 autodeclarações. Neste momento, estão reunidos em assembléia e planejam dirigir-se ao, centro da cidade onde fazem novo protesto.

A marcha integra a Jornada de Lutas do Dia 14 de Março, Dia Internacional de Lutas Contra as Barragens. Durante a semana, o MAB e demais organizações que integram a Via Campesina realizaram ações em outros 10 estados contra o preço abusivo da energia elétrica e a construção das grandes usinas hidrelétricas, que geram grandes impactos nas comunidades locais e no meio ambiente, entre outros temas.

Informações adicionais:
Antônio: (51) 8423-6673


_______________________________________
Lembre-se que você tem quatro opções de entrega: (I) Um email de cada vez; (II) Resumo diário; (III) Email de compilação; (IV) Sem emails (acesso apenas online). Para cancelar, responda solicitando. [www.consciencia.net]

Famílias marcham por desconto na luz e postos de trabalho na capital gaúcha

Cerca de 250 famílias ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), ao Movimento Levante da Juventude e ao Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) marcharam nesta sexta-feira (14), em Porto Alegre, em protesto pelos altos preços da energia elétrica e reivindicando a implementação da tarifa social da energia e a criação de pontos populares de trabalho.
Agência Consciência.Net; clique aqui


Os manifestantes estiveram mobilizados na sede da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), localizada na avenida Ipiranga. No local foram recebidos por representantes da empresa, para o quais entregaram cerca de 100 autodeclarações para fins de recebimento de desconto na tarifa de energia elétrica. Segundo os funcionários da CEEE, a empresa ainda não conhecia a decisão do Desembargador Federal de Brasília, Sr. Catão Alves.

Conforme a decisão, basta que as famílias que consomem abaixo de 220 kwh/mês de energia elétrica entreguem uma autodeclaração na distribuidora de sua região para que recebam os descontos referentes à Tarifa Social Baixa Renda. No caso do Rio Grande do Sul, a medida vale para quem consome até 160kwh/ mês. Conforme definição do encontro, em 15 dias a CEEE dará uma retorno para o movimento sobre as autodeclarações entregues.

Logo após, os manifestantes se dirigiram até a empresa AES Sul, também em Porto Alegre, onde também houve a entrega de outras 100 autodeclarações. Neste momento, estão reunidos em assembléia e planejam dirigir-se ao, centro da cidade onde fazem novo protesto.

A marcha integra a Jornada de Lutas do Dia 14 de Março, Dia Internacional de Lutas Contra as Barragens. Durante a semana, o MAB e demais organizações que integram a Via Campesina realizaram ações em outros 10 estados contra o preço abusivo da energia elétrica e a construção das grandes usinas hidrelétricas, que geram grandes impactos nas comunidades locais e no meio ambiente, entre outros temas.

Informações adicionais:
Antônio: (51) 8423-6673


_______________________________________
Lembre-se que você tem quatro opções de entrega: (I) Um email de cada vez; (II) Resumo diário; (III) Email de compilação; (IV) Sem emails (acesso apenas online). Para cancelar, responda solicitando. [www.consciencia.net]

Responsabilidade socioambiental de bancos está abaixo do propagandeado

Avaliação realizada pelo Idec demonstra que o consumidor ainda passa por problemas básicos junto aos bancos, como a não entrega de contrato e o não acompanhamento de suas reclamações. Do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
Agência Consciência.Net; clique aqui


Em sua terceira pesquisa sobre responsabilidade social de empresas - as outras duas foram sobre camisetas de algodão e margarinas e achocolatados -, o Idec avaliou o discurso dos oito maiores bancos de atuação nacional (com mais de 1 milhão de clientes, exceto os estaduais) e o resultado não surpreendeu: os melhores colocados (ABN Amro Real e Bradesco), obtiveram apenas a classificação "regular"; os piores (Santander e Unibanco), ficaram pouco acima da pior classificação, "péssimo", no limiar da nota "ruim"; já no bloco intermediário, na faixa "ruim", estão, pela ordem, Itaú, Banco do Brasil, Caixa Econômica e HSBC (veja gráfico).

Apesar de estar presente na propaganda e até em produtos do setor financeiro, a parte decisiva onde a responsabilidade social é realmente exercida, na relação com os consumidores, continua mal.

O estudo (acesse a íntegra aqui), com 69 questões, avalia também a atuação dos bancos em relação aos trabalhadores e ao meio ambiente. Juntamente com o bloco de questões Consumidores (que representou 40% da nota final), Trabalhadores e Meio Ambiente (com 30% da nota cada) compuseram as notas utilizadas na pontuação.

Se considerarmos a pontuação por cada bloco de questões (confira tabela), os resultados são os seguintes: no primeiro bloco, Trabalhadores, o mais bem avaliado foi o Itaú, enquanto o pior foi o Unibanco; já no bloco Meio Ambiente, a melhor colocação ficou com o ABN Amro, e apior, com o Santander; no bloco Consumidores, cuja avaliação também se baseou em resultados de cinco pesquisas de campo, já publicadas na Revista do Idec ao longo de 2007, o melhor colocado foi o Banco do Brasil, e os piores, Unibanco, Santander, HSBC e Itaú.

O estudo, exceto na parte referente aos Consumidores, se baseou na resposta das próprias instituições, de modo que não cabem críticas dos bancos às suas notas finais, alegando que o Idec não considerou tais políticas ou produtos e serviços.

Por ser a primeira pesquisa do Idec sobre o tema, junto ao setor financeiro, é possível prever que os critérios para as próximas avaliações serão ainda mais rígidos.

Para desenvolver o estudo, o Idec contou com a colaboração de algumas instituições parceiras, como Amigos da Terra, Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), DIEESE, Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), Centro de Pesquisa de Empresas Multinacionais da Holanda (SOMO), entre outras. Para a próxima avaliação, o Idec pretende desenvolver um trabalho ainda mais sistematizado com essas instituições.

_______________________________________
Lembre-se que você tem quatro opções de entrega: (I) Um email de cada vez; (II) Resumo diário; (III) Email de compilação; (IV) Sem emails (acesso apenas online). Para cancelar, responda solicitando. [www.consciencia.net]

Responsabilidade socioambiental de bancos está abaixo do propagandeado

Avaliação realizada pelo Idec demonstra que o consumidor ainda passa por problemas básicos junto aos bancos, como a não entrega de contrato e o não acompanhamento de suas reclamações. Do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
Agência Consciência.Net; clique aqui


Em sua terceira pesquisa sobre responsabilidade social de empresas - as outras duas foram sobre camisetas de algodão e margarinas e achocolatados -, o Idec avaliou o discurso dos oito maiores bancos de atuação nacional (com mais de 1 milhão de clientes, exceto os estaduais) e o resultado não surpreendeu: os melhores colocados (ABN Amro Real e Bradesco), obtiveram apenas a classificação "regular"; os piores (Santander e Unibanco), ficaram pouco acima da pior classificação, "péssimo", no limiar da nota "ruim"; já no bloco intermediário, na faixa "ruim", estão, pela ordem, Itaú, Banco do Brasil, Caixa Econômica e HSBC (veja gráfico).

Apesar de estar presente na propaganda e até em produtos do setor financeiro, a parte decisiva onde a responsabilidade social é realmente exercida, na relação com os consumidores, continua mal.

O estudo (acesse a íntegra aqui), com 69 questões, avalia também a atuação dos bancos em relação aos trabalhadores e ao meio ambiente. Juntamente com o bloco de questões Consumidores (que representou 40% da nota final), Trabalhadores e Meio Ambiente (com 30% da nota cada) compuseram as notas utilizadas na pontuação.

Se considerarmos a pontuação por cada bloco de questões (confira tabela), os resultados são os seguintes: no primeiro bloco, Trabalhadores, o mais bem avaliado foi o Itaú, enquanto o pior foi o Unibanco; já no bloco Meio Ambiente, a melhor colocação ficou com o ABN Amro, e apior, com o Santander; no bloco Consumidores, cuja avaliação também se baseou em resultados de cinco pesquisas de campo, já publicadas na Revista do Idec ao longo de 2007, o melhor colocado foi o Banco do Brasil, e os piores, Unibanco, Santander, HSBC e Itaú.

O estudo, exceto na parte referente aos Consumidores, se baseou na resposta das próprias instituições, de modo que não cabem críticas dos bancos às suas notas finais, alegando que o Idec não considerou tais políticas ou produtos e serviços.

Por ser a primeira pesquisa do Idec sobre o tema, junto ao setor financeiro, é possível prever que os critérios para as próximas avaliações serão ainda mais rígidos.

Para desenvolver o estudo, o Idec contou com a colaboração de algumas instituições parceiras, como Amigos da Terra, Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), DIEESE, Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), Centro de Pesquisa de Empresas Multinacionais da Holanda (SOMO), entre outras. Para a próxima avaliação, o Idec pretende desenvolver um trabalho ainda mais sistematizado com essas instituições.

_______________________________________
Lembre-se que você tem quatro opções de entrega: (I) Um email de cada vez; (II) Resumo diário; (III) Email de compilação; (IV) Sem emails (acesso apenas online). Para cancelar, responda solicitando. [www.consciencia.net]