Niterói inaugura comitê da campanha “O petróleo tem que ser nosso!”

O movimento contra a privatização do petróleo e gás começa a se expandir. Na noite de terça, 21 de outubro, as organizações sociais de Niterói lançaram no teatro do DCE-UFF o comitê local da campanha “O petróleo tem que ser nosso”. O discurso oficial de lançamento foi proferido pelo diretor do Sindipetro-RJ, Edson Munhoz. Clique no título para ler a matéria da Agência Petroleira de Notícias.

Guaranis pedem apoio em Niterói

O Conselho Comunitário da Baía de Niterói (CCOB) está organizando abaixo assinado em favor da permanência e demarcação da área do acampamento Guarani em Camboinhas. "Esta é a última fronteira entre a Humanidade e a especulação imobiliária. Quem assinar o abaixo assinado online estará contribuindo bastante nesta causa, que não diz somente aos frágeis ecossistemas da Região Oceânica de Niterói, mas a todos os Santos do Planeta", comenta um ativista. É possível assinar clicando no título.

Caminhada pela Justiça e pela Paz em Niterói

Em repúdio ao ato de violência contra o jovem Ferrucio Silvestre, de 19 anos, espancado covardemente no começo do mês por agressores em ato explícito de homofobia, diversos movimentos GLBT como o Diversitas UFF, Núcleo GLBT do CACO-UFRJ e 7 Cores estão organizando na próxima quinta (13) uma "Caminhada pela Justiça e pela Paz". A concentração será na Cantareira e os grupos irão percorrer toda a trajetória de Ferrucio até o momento em que foi agredido.

“Precisamos da ajuda de todos nesta luta, venha de branco, traga as suas bandeiras e juntos reivindicaremos a paz e a punição dos culpados! Não podemos mais tolerar a violência e a homofobia em nossa cidade, Ferruccio foi uma vítima da falta de respeito e da covardia de pessoas sem amor à vida”, diz um dos organizadores. Dia 13 de dezembro (quinta-feira), às 18h, na Praça da Cantareira, São Domingos, Niterói.

Jovem homossexual é espancado ao sair de boate no Rio

O jovem homossexual Ferrucio Silvestro, de 19 anos, foi espancado até ficar com o rosto desfigurado depois de sair de uma boate GLS em Niterói, na região metropolitana do Rio, no último dia 29. Ele passou quatro dias internado no Hospital Universitário Antônio Pedro e apenas ontem fez o registro da agressão na 76ª Delegacia de Polícia.

Ele estava com amigos saindo da boate, quando o grupo de agressores se aproximou perguntando se eles eram gays. Alguns amigos do jovem conseguiram fugir. Silvestro se escondeu no banheiro de um posto de gasolina, mas teve de sair porque funcionários do local ficaram com medo da confusão. O jovem apanhou de três rapazes.

A polícia ainda não tem pistas dos agressores. Não é o primeiro caso de agressão a homossexuais na cidade. Em agosto, um casal de homens foi agredido por quatro rapazes quando iam para a Parada do Orgulho Gay, na praia de Icaraí. (Talita Figueiredo, Agência Estado)