A IV Mostra Produção Independente, “Desconstrução”, lançou na tarde da última quinta-feira (26/6), a Campanha pelos Direitos do Público no Espírito Santo. Carta dos Direitos do Público ou “Carta de Tabor” enumera os direitos do público, entre eles o de receber todas as informações e comunicações audiovisuais; possuir meios para se expressar e tornar público seus próprios juízos e opiniões; acesso à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de comunicação, e possibilidade de se organizar de maneira autônoma para a defesa de seus interesses, com o auxílio do poder público.
A IV Mostra Produção Independente, “Desconstrução”, lançou na tarde da última quinta-feira (26/6), a Campanha pelos Direitos do Público no Espírito Santo, com uma mesa de debates formada por Regina Machado, cineasta, cineclubista e jurista (RJ); Felipe Macedo, cineclubista e produtor cultural (SP); Claudino de Jesus, presidente do Conselho Nacional de Cineclubes e vice-presidente da Federação Internacional de Cineclubes; Saskia Sá, presidente da ABD Capixaba, e do cineasta capixaba Orlando Bonfim.
O lançamento da campanha consolida a parceria da ABD Capixaba com o Conselho Nacional de Cineclubes (CNC). A Carta dos Direitos do Público ou “Carta de Tabor” enumera os direitos do público, entre eles o de receber todas as informações e comunicações audiovisuais; possuir meios para se expressar e tornar público seus próprios juízos e opiniões; acesso à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de comunicação, e possibilidade de se organizar de maneira autônoma para a defesa de seus interesses, com o auxílio do poder público.
O documento aponta ainda que o público, os autores e as obras não podem ser utilizados, sem seu consentimento, para fins comerciais e políticos. Em casos de instrumentalização ou abuso, as organizações de espectadores terão direito de exigir retificações públicas e indenizações.
Da mesma maneira, o público tem direito a uma informação correta. Por isso, repele qualquer tipo de censura e manipulação. Assim, as associações de espectadores reivindicam a realização de pesquisas sobre as necessidades e evolução cultural do público. No sentido contrário, opõem-se aos estudos com objetivos mercantis, tais como de índices de audiência e aceitação.
"O público é o único setor da cadeia cultural do audiovisual que não está presente nas diferentes instâncias, institucionais ou políticas, que decidem sobre o desenvolvimento desse setor da cultura no Brasil. Os cineclubes são as únicas organizações que representam o público na esfera do audiovisual. Dos cineclubes, portanto, e do público que representam vai depender o sucesso desta campanha histórica, fundamental e inadiável que estamos empreendendo", diz Claudino de Jesus.
À noite, o público pôde conferir a Mostra Competitiva, que exibiu os filmes capixabas ‘Vitória de Darley’, de Renato Rosati; ‘Teoria do Ralo’, de Ítalo Galiza; ‘Morfumo’, de Reinaldo Guedes; ‘Game Over’, de Jefferson Rodrigues; ‘A gente faz TV pensando por você’, direção coletiva; ‘Seja bem vindo mas não toque em nada’, de Fred Roseiro; ‘Cuidado com o cão’, de Sushine de Souza; ‘Eu que nem sei francês’, de Erly Vieira Jr, e ‘X9’, de Marcel Cordeiro.
Em seguida, foi exibida a Mostra Paralela, de filmes convidados, que também contou com títulos capixabas: ‘Pour Elise’, de Erly Vieira Jr; ‘Lita’, de Gui Castor; ‘Graçanaã’, de Luiz Tadeu Teixeira; ‘Instruções para suicídio doméstico’, de Fabrício Coradello, e ‘Cabra cega’, de Sol na Garganta do Futuro. Os outros filmes foram ‘Engano’, de Cavi Borges (RJ); ‘Instantâneo’, de Paulo F. Camacho (RJ); ‘Eu acredito no incrível 'constantinopla'’, de Nilson Primitivo (RJ); ‘Trecho’, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr (MG), e ‘Sebatião, o homem que bebia querosene’, de Carlos Magno Rodrigues (MG).
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IV Mostra de Produção Independente lança Campanha pelos Direitos do Público no Espírito Santo
A IV Mostra Produção Independente, “Desconstrução”, lançou na tarde da última quinta-feira (26/6), a Campanha pelos Direitos do Público no Espírito Santo. Carta dos Direitos do Público ou “Carta de Tabor” enumera os direitos do público, entre eles o de receber todas as informações e comunicações audiovisuais; possuir meios para se expressar e tornar público seus próprios juízos e opiniões; acesso à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de comunicação, e possibilidade de se organizar de maneira autônoma para a defesa de seus interesses, com o auxílio do poder público.
A IV Mostra Produção Independente, “Desconstrução”, lançou na tarde da última quinta-feira (26/6), a Campanha pelos Direitos do Público no Espírito Santo, com uma mesa de debates formada por Regina Machado, cineasta, cineclubista e jurista (RJ); Felipe Macedo, cineclubista e produtor cultural (SP); Claudino de Jesus, presidente do Conselho Nacional de Cineclubes e vice-presidente da Federação Internacional de Cineclubes; Saskia Sá, presidente da ABD Capixaba, e do cineasta capixaba Orlando Bonfim.
O lançamento da campanha consolida a parceria da ABD Capixaba com o Conselho Nacional de Cineclubes (CNC). A Carta dos Direitos do Público ou “Carta de Tabor” enumera os direitos do público, entre eles o de receber todas as informações e comunicações audiovisuais; possuir meios para se expressar e tornar público seus próprios juízos e opiniões; acesso à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de comunicação, e possibilidade de se organizar de maneira autônoma para a defesa de seus interesses, com o auxílio do poder público.
O documento aponta ainda que o público, os autores e as obras não podem ser utilizados, sem seu consentimento, para fins comerciais e políticos. Em casos de instrumentalização ou abuso, as organizações de espectadores terão direito de exigir retificações públicas e indenizações.
Da mesma maneira, o público tem direito a uma informação correta. Por isso, repele qualquer tipo de censura e manipulação. Assim, as associações de espectadores reivindicam a realização de pesquisas sobre as necessidades e evolução cultural do público. No sentido contrário, opõem-se aos estudos com objetivos mercantis, tais como de índices de audiência e aceitação.
"O público é o único setor da cadeia cultural do audiovisual que não está presente nas diferentes instâncias, institucionais ou políticas, que decidem sobre o desenvolvimento desse setor da cultura no Brasil. Os cineclubes são as únicas organizações que representam o público na esfera do audiovisual. Dos cineclubes, portanto, e do público que representam vai depender o sucesso desta campanha histórica, fundamental e inadiável que estamos empreendendo", diz Claudino de Jesus.
À noite, o público pôde conferir a Mostra Competitiva, que exibiu os filmes capixabas ‘Vitória de Darley’, de Renato Rosati; ‘Teoria do Ralo’, de Ítalo Galiza; ‘Morfumo’, de Reinaldo Guedes; ‘Game Over’, de Jefferson Rodrigues; ‘A gente faz TV pensando por você’, direção coletiva; ‘Seja bem vindo mas não toque em nada’, de Fred Roseiro; ‘Cuidado com o cão’, de Sushine de Souza; ‘Eu que nem sei francês’, de Erly Vieira Jr, e ‘X9’, de Marcel Cordeiro.
Em seguida, foi exibida a Mostra Paralela, de filmes convidados, que também contou com títulos capixabas: ‘Pour Elise’, de Erly Vieira Jr; ‘Lita’, de Gui Castor; ‘Graçanaã’, de Luiz Tadeu Teixeira; ‘Instruções para suicídio doméstico’, de Fabrício Coradello, e ‘Cabra cega’, de Sol na Garganta do Futuro. Os outros filmes foram ‘Engano’, de Cavi Borges (RJ); ‘Instantâneo’, de Paulo F. Camacho (RJ); ‘Eu acredito no incrível 'constantinopla'’, de Nilson Primitivo (RJ); ‘Trecho’, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr (MG), e ‘Sebatião, o homem que bebia querosene’, de Carlos Magno Rodrigues (MG).
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A IV Mostra Produção Independente, “Desconstrução”, lançou na tarde da última quinta-feira (26/6), a Campanha pelos Direitos do Público no Espírito Santo, com uma mesa de debates formada por Regina Machado, cineasta, cineclubista e jurista (RJ); Felipe Macedo, cineclubista e produtor cultural (SP); Claudino de Jesus, presidente do Conselho Nacional de Cineclubes e vice-presidente da Federação Internacional de Cineclubes; Saskia Sá, presidente da ABD Capixaba, e do cineasta capixaba Orlando Bonfim.
O lançamento da campanha consolida a parceria da ABD Capixaba com o Conselho Nacional de Cineclubes (CNC). A Carta dos Direitos do Público ou “Carta de Tabor” enumera os direitos do público, entre eles o de receber todas as informações e comunicações audiovisuais; possuir meios para se expressar e tornar público seus próprios juízos e opiniões; acesso à arte, ao enriquecimento cultural e à capacidade de comunicação, e possibilidade de se organizar de maneira autônoma para a defesa de seus interesses, com o auxílio do poder público.
O documento aponta ainda que o público, os autores e as obras não podem ser utilizados, sem seu consentimento, para fins comerciais e políticos. Em casos de instrumentalização ou abuso, as organizações de espectadores terão direito de exigir retificações públicas e indenizações.
Da mesma maneira, o público tem direito a uma informação correta. Por isso, repele qualquer tipo de censura e manipulação. Assim, as associações de espectadores reivindicam a realização de pesquisas sobre as necessidades e evolução cultural do público. No sentido contrário, opõem-se aos estudos com objetivos mercantis, tais como de índices de audiência e aceitação.
"O público é o único setor da cadeia cultural do audiovisual que não está presente nas diferentes instâncias, institucionais ou políticas, que decidem sobre o desenvolvimento desse setor da cultura no Brasil. Os cineclubes são as únicas organizações que representam o público na esfera do audiovisual. Dos cineclubes, portanto, e do público que representam vai depender o sucesso desta campanha histórica, fundamental e inadiável que estamos empreendendo", diz Claudino de Jesus.
À noite, o público pôde conferir a Mostra Competitiva, que exibiu os filmes capixabas ‘Vitória de Darley’, de Renato Rosati; ‘Teoria do Ralo’, de Ítalo Galiza; ‘Morfumo’, de Reinaldo Guedes; ‘Game Over’, de Jefferson Rodrigues; ‘A gente faz TV pensando por você’, direção coletiva; ‘Seja bem vindo mas não toque em nada’, de Fred Roseiro; ‘Cuidado com o cão’, de Sushine de Souza; ‘Eu que nem sei francês’, de Erly Vieira Jr, e ‘X9’, de Marcel Cordeiro.
Em seguida, foi exibida a Mostra Paralela, de filmes convidados, que também contou com títulos capixabas: ‘Pour Elise’, de Erly Vieira Jr; ‘Lita’, de Gui Castor; ‘Graçanaã’, de Luiz Tadeu Teixeira; ‘Instruções para suicídio doméstico’, de Fabrício Coradello, e ‘Cabra cega’, de Sol na Garganta do Futuro. Os outros filmes foram ‘Engano’, de Cavi Borges (RJ); ‘Instantâneo’, de Paulo F. Camacho (RJ); ‘Eu acredito no incrível 'constantinopla'’, de Nilson Primitivo (RJ); ‘Trecho’, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr (MG), e ‘Sebatião, o homem que bebia querosene’, de Carlos Magno Rodrigues (MG).
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Filho de governador de RO é investigado pela Justiça
Agência Estado - Ivo Júnior Cassol, filho do governador de Rondônia, Ivo Cassol, foi denunciado, na quarta-feira, pela Procuradoria da República do Espírito Santo, junto à 1ª Vara Federal Criminal de Vitória, pelos crimes de tráfico de influência e formação de quadrilha. Na mesma denúncia foram incluídos o capixaba Adriano Mariano Scopel, dono da Tag - Importação e Exportação de Veículos S.A., o primo de Ivo Júnior, Alessandro Cassol Zabott, e os empregados da Tag Aguilar de Jesus Bourguignon e Ronaldo Benevidio dos Santos.
Ivo Junior e Zabott são acusados de intercederem junto ao governador Cassol para manter o benefício fiscal que beneficiava a Tag naquele Estado e que havia sido suspenso. Em troca, eles assistiram à corrida de Fórmula 1 em São Paulo, em outubro, com as despesas pagas por Scopel. Clique no título para ler no site do Estadão.
Ivo Junior e Zabott são acusados de intercederem junto ao governador Cassol para manter o benefício fiscal que beneficiava a Tag naquele Estado e que havia sido suspenso. Em troca, eles assistiram à corrida de Fórmula 1 em São Paulo, em outubro, com as despesas pagas por Scopel. Clique no título para ler no site do Estadão.
RJ: Trabalhadores fazem ato no BNDES nesta quarta (26) em favor da agricultura familiar e do meio ambiente
Reunidos num ato contra a formação de desertos verdes (extensas plantações de uma mesma espécie), centenas de trabalhadores rurais ligados ao MST, Fetag, MTL e Contag, dentre outros movimentos que formam a Rede Alerta contra o Deserto Verde Fluminense, estão sendo esperados na manifestação programada para a próxima quarta-feira, 26 de março, a partir das 10h, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio. Da Agência Petroleira de Notícias, clique no título.
RJ: Trabalhadores fazem ato no BNDES nesta quarta (26) em favor da agricultura familiar e do meio ambiente
Reunidos num ato contra a formação de desertos verdes (extensas plantações de uma mesma espécie), centenas de trabalhadores rurais ligados ao MST, Fetag, MTL e Contag, dentre outros movimentos que formam a Rede Alerta contra o Deserto Verde Fluminense, estão sendo esperados na manifestação programada para a próxima quarta-feira, 26 de março, a partir das 10h, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio. Da Agência Petroleira de Notícias.
O protesto é contra a ordem de prioridades nos financiamentos do BNDES que, de sociais, não têm nada. Estaríamos de volta aos tempos do governo Fernando Henrique Cardoso, que chegou a tirar o "S" da sigla do banco? Os manifestantes serão recebidos em audiência, já agendada, pela presidência do BNDES. Participam organizações sociais como MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Fetag (Federação dos Trabalhadores na Agricultura), MTL (Movimento Terra Trabalho e Liberdade) e Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), entre outros movimentos.
O dinheiro público, através do BNDES, está concedendo financiamentos bilionários às monoculturas predatórias de eucalipto e cana de açúcar, promovendo um desastre ecológico que precisa ser contido. As monoculturas avançam cada vez mais sobre a Mata Atlântica, o Cerrado e a Amazônia. Essa é a principal denúncia do movimento.
Mas a Rede Alerta contra o Deserto Verde Fluminense não se limita aos protestos. Na carta aberta que será entregue ao presidente do BNDES e distribuída à população estão contidas várias propostas alternativas ao modelo agrícola exportador.
Os movimentos sociais do campo e da cidade querem que o BNDES financie a agricultura familiar e a produção agroecológica. Também condenam o pedido de financiamento de R$ 1 bilhão, feito pela Aracruz Celulose, para se instalar no estado do Rio de Janeiro, projeto que conta com o apoio declarado do governador Sérgio Cabral (PMDB).
Caravanas de agricultores virão de diversos estados e municípios fluminenses. Estará presente uma delegação de caciques Tupi-Guarani e quilombolas do Espírito Santo que, no ano passado, ganharam na justiça federal, depois de mais de 30 anos de luta, a devolução de 11 mil hectares de terras griladas pela multinacional Aracruz Celulose, que promoveu a destruição de centenas de nascentes, contaminou as terras por agrotóxicos e criou extenso deserto verde com desmatamento de florestas e eliminação de terras agrícolas produtoras de alimentos. Estas terras passarão por uma reconversão ecológica, com projetos de recuperação das áreas degradadas e sistemas agroecológicos, reflorestamento das matas ciliares e das nascentes.
No mesmo dia (26 de março), à tarde, os manifestantes seguirão em marcha, com suas bandeiras e faixas, até o Tribunal Regional Federal (TRF), na Rua do Acre - Centro do Rio, onde ingressarão com uma ADIN (Ação de Inconstitucionalidade), contra lei estadual que favorece apenas os interesses econômicos da Aracruz. A empresa fica autorizada a plantar eucalipto em larga escala, sem obrigatoriedade do licenciamento ambiental.
As áreas a serem ocupadas pela Aracruz conflitam com terras já destinadas à reforma agrária e à produção de alimentos que podem gerar milhares de postos de trabalho no campo e segurança alimentar para as cidades.
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Lembre-se que você tem quatro opções de entrega: (I) Um email de cada vez; (II) Resumo diário; (III) Email de compilação; (IV) Sem emails (acesso apenas online). Para cancelar, responda solicitando. [www.consciencia.net]
O protesto é contra a ordem de prioridades nos financiamentos do BNDES que, de sociais, não têm nada. Estaríamos de volta aos tempos do governo Fernando Henrique Cardoso, que chegou a tirar o "S" da sigla do banco? Os manifestantes serão recebidos em audiência, já agendada, pela presidência do BNDES. Participam organizações sociais como MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Fetag (Federação dos Trabalhadores na Agricultura), MTL (Movimento Terra Trabalho e Liberdade) e Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), entre outros movimentos.
O dinheiro público, através do BNDES, está concedendo financiamentos bilionários às monoculturas predatórias de eucalipto e cana de açúcar, promovendo um desastre ecológico que precisa ser contido. As monoculturas avançam cada vez mais sobre a Mata Atlântica, o Cerrado e a Amazônia. Essa é a principal denúncia do movimento.
Mas a Rede Alerta contra o Deserto Verde Fluminense não se limita aos protestos. Na carta aberta que será entregue ao presidente do BNDES e distribuída à população estão contidas várias propostas alternativas ao modelo agrícola exportador.
Os movimentos sociais do campo e da cidade querem que o BNDES financie a agricultura familiar e a produção agroecológica. Também condenam o pedido de financiamento de R$ 1 bilhão, feito pela Aracruz Celulose, para se instalar no estado do Rio de Janeiro, projeto que conta com o apoio declarado do governador Sérgio Cabral (PMDB).
Caravanas de agricultores virão de diversos estados e municípios fluminenses. Estará presente uma delegação de caciques Tupi-Guarani e quilombolas do Espírito Santo que, no ano passado, ganharam na justiça federal, depois de mais de 30 anos de luta, a devolução de 11 mil hectares de terras griladas pela multinacional Aracruz Celulose, que promoveu a destruição de centenas de nascentes, contaminou as terras por agrotóxicos e criou extenso deserto verde com desmatamento de florestas e eliminação de terras agrícolas produtoras de alimentos. Estas terras passarão por uma reconversão ecológica, com projetos de recuperação das áreas degradadas e sistemas agroecológicos, reflorestamento das matas ciliares e das nascentes.
No mesmo dia (26 de março), à tarde, os manifestantes seguirão em marcha, com suas bandeiras e faixas, até o Tribunal Regional Federal (TRF), na Rua do Acre - Centro do Rio, onde ingressarão com uma ADIN (Ação de Inconstitucionalidade), contra lei estadual que favorece apenas os interesses econômicos da Aracruz. A empresa fica autorizada a plantar eucalipto em larga escala, sem obrigatoriedade do licenciamento ambiental.
As áreas a serem ocupadas pela Aracruz conflitam com terras já destinadas à reforma agrária e à produção de alimentos que podem gerar milhares de postos de trabalho no campo e segurança alimentar para as cidades.
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RJ: Trabalhadores fazem ato no BNDES nesta quarta (26) em favor da agricultura familiar e do meio ambiente
Reunidos num ato contra a formação de desertos verdes (extensas plantações de uma mesma espécie), centenas de trabalhadores rurais ligados ao MST, Fetag, MTL e Contag, dentre outros movimentos que formam a Rede Alerta contra o Deserto Verde Fluminense, estão sendo esperados na manifestação programada para a próxima quarta-feira, 26 de março, a partir das 10h, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio. Da Agência Petroleira de Notícias.
O protesto é contra a ordem de prioridades nos financiamentos do BNDES que, de sociais, não têm nada. Estaríamos de volta aos tempos do governo Fernando Henrique Cardoso, que chegou a tirar o "S" da sigla do banco? Os manifestantes serão recebidos em audiência, já agendada, pela presidência do BNDES. Participam organizações sociais como MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Fetag (Federação dos Trabalhadores na Agricultura), MTL (Movimento Terra Trabalho e Liberdade) e Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura), entre outros movimentos.
O dinheiro público, através do BNDES, está concedendo financiamentos bilionários às monoculturas predatórias de eucalipto e cana de açúcar, promovendo um desastre ecológico que precisa ser contido. As monoculturas avançam cada vez mais sobre a Mata Atlântica, o Cerrado e a Amazônia. Essa é a principal denúncia do movimento.
Mas a Rede Alerta contra o Deserto Verde Fluminense não se limita aos protestos. Na carta aberta que será entregue ao presidente do BNDES e distribuída à população estão contidas várias propostas alternativas ao modelo agrícola exportador.
Os movimentos sociais do campo e da cidade querem que o BNDES financie a agricultura familiar e a produção agroecológica. Também condenam o pedido de financiamento de R$ 1 bilhão, feito pela Aracruz Celulose, para se instalar no estado do Rio de Janeiro, projeto que conta com o apoio declarado do governador Sérgio Cabral (PMDB).
Caravanas de agricultores virão de diversos estados e municípios fluminenses. Estará presente uma delegação de caciques Tupi-Guarani e quilombolas do Espírito Santo que, no ano passado, ganharam na justiça federal, depois de mais de 30 anos de luta, a devolução de 11 mil hectares de terras griladas pela multinacional Aracruz Celulose, que promoveu a destruição de centenas de nascentes, contaminou as terras por agrotóxicos e criou extenso deserto verde com desmatamento de florestas e eliminação de terras agrícolas produtoras de alimentos. Estas terras passarão por uma reconversão ecológica, com projetos de recuperação das áreas degradadas e sistemas agroecológicos, reflorestamento das matas ciliares e das nascentes.
No mesmo dia (26 de março), à tarde, os manifestantes seguirão em marcha, com suas bandeiras e faixas, até o Tribunal Regional Federal (TRF), na Rua do Acre - Centro do Rio, onde ingressarão com uma ADIN (Ação de Inconstitucionalidade), contra lei estadual que favorece apenas os interesses econômicos da Aracruz. A empresa fica autorizada a plantar eucalipto em larga escala, sem obrigatoriedade do licenciamento ambiental.
As áreas a serem ocupadas pela Aracruz conflitam com terras já destinadas à reforma agrária e à produção de alimentos que podem gerar milhares de postos de trabalho no campo e segurança alimentar para as cidades.
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O dinheiro público, através do BNDES, está concedendo financiamentos bilionários às monoculturas predatórias de eucalipto e cana de açúcar, promovendo um desastre ecológico que precisa ser contido. As monoculturas avançam cada vez mais sobre a Mata Atlântica, o Cerrado e a Amazônia. Essa é a principal denúncia do movimento.
Mas a Rede Alerta contra o Deserto Verde Fluminense não se limita aos protestos. Na carta aberta que será entregue ao presidente do BNDES e distribuída à população estão contidas várias propostas alternativas ao modelo agrícola exportador.
Os movimentos sociais do campo e da cidade querem que o BNDES financie a agricultura familiar e a produção agroecológica. Também condenam o pedido de financiamento de R$ 1 bilhão, feito pela Aracruz Celulose, para se instalar no estado do Rio de Janeiro, projeto que conta com o apoio declarado do governador Sérgio Cabral (PMDB).
Caravanas de agricultores virão de diversos estados e municípios fluminenses. Estará presente uma delegação de caciques Tupi-Guarani e quilombolas do Espírito Santo que, no ano passado, ganharam na justiça federal, depois de mais de 30 anos de luta, a devolução de 11 mil hectares de terras griladas pela multinacional Aracruz Celulose, que promoveu a destruição de centenas de nascentes, contaminou as terras por agrotóxicos e criou extenso deserto verde com desmatamento de florestas e eliminação de terras agrícolas produtoras de alimentos. Estas terras passarão por uma reconversão ecológica, com projetos de recuperação das áreas degradadas e sistemas agroecológicos, reflorestamento das matas ciliares e das nascentes.
No mesmo dia (26 de março), à tarde, os manifestantes seguirão em marcha, com suas bandeiras e faixas, até o Tribunal Regional Federal (TRF), na Rua do Acre - Centro do Rio, onde ingressarão com uma ADIN (Ação de Inconstitucionalidade), contra lei estadual que favorece apenas os interesses econômicos da Aracruz. A empresa fica autorizada a plantar eucalipto em larga escala, sem obrigatoriedade do licenciamento ambiental.
As áreas a serem ocupadas pela Aracruz conflitam com terras já destinadas à reforma agrária e à produção de alimentos que podem gerar milhares de postos de trabalho no campo e segurança alimentar para as cidades.
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Conselho Nacional de Cineclubes divulga nota com críticas à decisão contra a UFES
Após tomar conhecimento da sentença da 6ª Vara Federal Cível que julgou parcialmente procedente os pedidos indenizatórios do Consórcio Europa contra a Universidade Federal do Espírito Santo por conta do Cine Falcatrua, o Conselho Nacional de Cineclubes divulgou nota em que critica a decisão do Poder Judiciário. "Em breves considerações, essa sentença fere diretamente o art. 184 do Código Civil, modificado pela redação que lhe deu a Lei 10.695/2003: todas as limitações à exibição ou reprodução de obras culturais, por qualquer meio ou tecnologia, referem-se à sua realização com intuito de lucro, direto ou indireto", diz a nota. Leia aqui na íntegra.
Artigo: Santa a Aracruz? Malditas as Mulheres?
Frei Gilvander Moreira
No dia 20 de janeiro deste ano (2006), a Aracruz Celulose mobilizou helicópteros, bombas, armas, tratores e 120 agentes da Polícia Federal, para destruir duas aldeias e expulsar 50 pessoas dos povos indígenas Tupiniquim e Guarani de sua terra tradicional, no município de Aracruz, Espírito Santo. Na mídia, não se viu nenhuma mãe Tupiniquim ou Guarani com seus filhos chorando, nenhum ministro do Governo condenando a ação, ou mesmo o dono da empresa lamentando a violência.
No dia 08 de março último, Dia Internacional da Mulher, mais de mil mulheres da Via Campesina ocuparam um centro de pesquisa da Aracruz Celulose, no Rio Grande do Sul. Destruíram 1.000.000 de mudas de eucalipto e danificaram pesquisas que fortaleceria a monocultura do eucalipto, pau reto que entorta a vida do povo. A mídia, latifúndio da comunicação, esbravejou contra as Mulheres condenando-as. Mostrou dezenas de vezes uma pesquisadora da Aracruz chorando (...) Leia na Agência Adital.
No dia 20 de janeiro deste ano (2006), a Aracruz Celulose mobilizou helicópteros, bombas, armas, tratores e 120 agentes da Polícia Federal, para destruir duas aldeias e expulsar 50 pessoas dos povos indígenas Tupiniquim e Guarani de sua terra tradicional, no município de Aracruz, Espírito Santo. Na mídia, não se viu nenhuma mãe Tupiniquim ou Guarani com seus filhos chorando, nenhum ministro do Governo condenando a ação, ou mesmo o dono da empresa lamentando a violência.
No dia 08 de março último, Dia Internacional da Mulher, mais de mil mulheres da Via Campesina ocuparam um centro de pesquisa da Aracruz Celulose, no Rio Grande do Sul. Destruíram 1.000.000 de mudas de eucalipto e danificaram pesquisas que fortaleceria a monocultura do eucalipto, pau reto que entorta a vida do povo. A mídia, latifúndio da comunicação, esbravejou contra as Mulheres condenando-as. Mostrou dezenas de vezes uma pesquisadora da Aracruz chorando (...) Leia na Agência Adital.
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