RS: Administração Yeda Crusius é tema de debate em São Leopoldo
O Instituto Humanitas Unisinos promove em São Leopoldo (RS) no dia 17 de setembro, dentro do “IHU Idéias”, o evento Autonomia e Submissão no Rio Grande do Sul: A Administração “Yeda Crusius”. Falará sobre o tema o Professor Dr. Mário Maestri (PPG em História / UPF). Local: Sala 1G119, junto ao Instituto Humanitas Unisinos (IHU), das 17h às 18h30. Atividade gratuita. Info em www.unisinos.br/ihu
MST faz denúncias à ONU contra processo de criminalização
Para advogado que defende o MST, acusação de desrespeito à Lei de Segurança Nacional busca tipificar movimento como "organização criminosa" para reforçar posição de membros do Ministério Público Estadual do RS. Por Verena Glass, do Repórter Brasil (clique no título para ler).
Famílias marcham por desconto na luz e postos de trabalho na capital gaúcha
Cerca de 250 famílias ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), ao Movimento Levante da Juventude e ao Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) marcharam nesta sexta-feira (14), em Porto Alegre, em protesto pelos altos preços da energia elétrica e reivindicando a implementação da tarifa social da energia e a criação de pontos populares de trabalho. Clique no título para ler.
Jornalistas denunciam repressão policial no Rio Grande do Sul
"Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul denuncia o impedimento, por parte da Brigada Militar, do exercício profissional de jornalistas na cobertura da ocupação, pelas mulheres da Via Campesina, da Fazenda Tarumã, em Rosário do Sul. Repórteres fotográficos e cinematográficos foram impedidos de registrar a agressão sofrida por mulheres e crianças que estavam na manifestação, inclusive tendo equipamentos profissionais apreendidos. Outra jornalista foi retirada do local pelos policiais.
Vivemos em uma sociedade democrática de direito e não vamos aceitar as velhas práticas do período da ditadura militar. O Código de Ética dos Jornalistas, em seu artigo 2º, inciso V, aponta que "a obstrução direta ou indireta à livre divulgação da informação, a aplicação de censura e a indução à auto-censura são delitos contra a sociedade". O mesmo Código também identifica, no artigo 6º, ser "dever do profissional opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão". Leia matéria de Marco Aurélio Weissheimer, da Carta Maior, clicando no título. (Foto: Eduardo Seidl)
Marcha Mundial das Mulheres apóia mulheres da Via Campesina
A organização Marcha Mundial das Mulheres divulgou na última quarta (5) nota de solidariedade às mulheres da Via Campesina. "Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, um dia de luta para mulheres de todo o mundo, as companheiras da Via Campesina cumprem o importante papel de denunciar a toda a sociedade gaúcha e brasileira os desmandos que o latifúndio e as transnacionais promovem no campo", destaca a nota. Clique no título para ler.
Travesti será homenageada pela prefeitura de Porto Alegre
Mix Brasil - Para comemorar o Dia Internacional da Mulher, a prefeitura de Porto Alegre entregará diplomas às mulheres que se destacaram nas ações de parceria com o município, em prol do desenvolvimento da cidade e da melhoria das condições de vida das comunidades onde estão inseridas. Uma das homenageadas será a defensora dos direitos humanos de travestis e transexuais, Marcelly Malta, presidenta da Igualdade - Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul. A entrega do diploma será realizado neste sábado, 8 de março, a partir das 9h30, no Salão Nobre do Paço Municipal, com presença de autoridades locais e convidados. Clique no título para ler.
Brigada Militar agride mulheres e retira jornalistas da área da Stora Enso
A situação na fazenda Tarumã, em Rosário do Sul – ocupada por 900 mulheres da Via Campesina na manhã de hoje (4/3) – é de tensionamento no início desta tarde. Um efetivo de 50 homens da Brigada Militar agrediu fisicamente algumas das mulheres que se encontravam na entrada da área. O próprio Comandante Binsel desferiu socos e pontapés contra as manifestantes.
Os jornalistas gaúchos também estão sendo impedidos de exercer sua atividade. Todos os jornalistas que se encontravam na área foram revistados e retirados com violência. Equipamentos e telefones celulares foram retirados dos jornalistas. Um cinegrafista, que registrou a agressão às camponesas, teve a fita apreendida e foi mantido algemado em um veículo da Brigada Militar por mais de uma hora.
A Via Campesina condena a postura de omissão sobre as denúncias de compra ilegal de terras na faixa da fronteira e o comportamento do Governo Yeda Crusius de intransigência e repressão aos movimentos sociais. Além das 900 mulheres, estão presentes 250 crianças na ocupação. Leia mais informações em www.mst.org.br
Os jornalistas gaúchos também estão sendo impedidos de exercer sua atividade. Todos os jornalistas que se encontravam na área foram revistados e retirados com violência. Equipamentos e telefones celulares foram retirados dos jornalistas. Um cinegrafista, que registrou a agressão às camponesas, teve a fita apreendida e foi mantido algemado em um veículo da Brigada Militar por mais de uma hora.
A Via Campesina condena a postura de omissão sobre as denúncias de compra ilegal de terras na faixa da fronteira e o comportamento do Governo Yeda Crusius de intransigência e repressão aos movimentos sociais. Além das 900 mulheres, estão presentes 250 crianças na ocupação. Leia mais informações em www.mst.org.br
Mulheres da Via Campesina ocupam área ilegal da Stora Enso no RS
Cerca de 900 mulheres da Via Campesina ocuparam a fazenda Tarumã, de 2.100 hectares, no município de Rosário do Sul, a aproximadamente 400 km de Porto Alegre, na manhã desta terça-feira (4/3), quando iniciaram o corte de eucaliptos e o plantio de árvores nativas, em área que pertence à empresa sueco-finlandesa Stora Enso. Leia clicando no título.
Oficinas na periferia de Porto Alegre para a juventude em férias
Você sabe qual é a diferença entre pixar e grafitar? Pois, o projeto 'Juventude é o Foco' pretende discutir este assunto com 30 jovens da comunidade da Restinga, em Porto Alegre, a partir do dia 21 de janeiro, quando acontecem as inscrições na Associação Comunitária Núcleo Esperança I.
Além da arte da graffitagem, a musicalização, com instrumentos construidos com a reciclagem e a Comunicação Popular, também serão abordados na ação patrocinada pela Fundação Luterana de Diaconia e realizada pela Organização Circulando Informação e Arte Urbana e o Coletivo Ação Periférica/ MHHOB. Outras informações pelo telefone (51) 9274-5640 (com André de Jesus) ou pelo e-mail: juventude_e@yahoo.com.br
Além da arte da graffitagem, a musicalização, com instrumentos construidos com a reciclagem e a Comunicação Popular, também serão abordados na ação patrocinada pela Fundação Luterana de Diaconia e realizada pela Organização Circulando Informação e Arte Urbana e o Coletivo Ação Periférica/ MHHOB. Outras informações pelo telefone (51) 9274-5640 (com André de Jesus) ou pelo e-mail: juventude_e@yahoo.com.br
Brigada Militar cerca assentamento do MST no RS
A Brigada Militar do Rio Grande do Sul cercou com um efetivo de 1.000 soldados assentamento do MST na Fazenda Anoni, na manhã desta quinta-feira (17/1), nos municípios de Pontão e Sarandi, no norte do Rio Grande do Sul. Dois acampamentos do movimento também foram invadidos por 800 policiais nesta manhã na região. Leia aqui.
ONU recebeu denúncias de violência da Brigada Militar em 2006
O relator especial da ONU (Organização das Nações Unidas) para os Direitos Humanos, Jean Ziegler, recebeu dois anos atrás nota pedindo providências em relação aos casos de violações aos direitos humanos sofridas pelos Sem Terra no Rio Grande do Sul em ações da Brigada Militar, que cercou com um efetivo de 1.000 soldados assentamento do MST na Fazenda Anoni, na manhã desta quinta-feira (17/01), nos municípios de Pontão e Sarandi, no norte do Rio Grande do Sul. Leia aqui.
Brigada Militar cerca assentamento do MST no RS
A Brigada Militar do Rio Grande do Sul cercou com um efetivo de 1.000 soldados assentamento do MST na Fazenda Anoni, na manhã desta quinta-feira (17/1), nos municípios de Pontão e Sarandi, no norte do Rio Grande do Sul. Dois acampamentos do movimento também foram invadidos por 800 policiais nesta manhã na região. Clique no título.
ONU recebeu denúncias de violência da Brigada Militar em 2006
O relator especial da ONU (Organização das Nações Unidas) para os Direitos Humanos, Jean Ziegler, recebeu dois anos atrás nota pedindo providências em relação aos casos de violações aos direitos humanos sofridas pelos Sem Terra no Rio Grande do Sul em ações da Brigada Militar, que cercou com um efetivo de 1.000 soldados assentamento do MST na Fazenda Anoni, na manhã desta quinta-feira (17/01), nos municípios de Pontão e Sarandi, no norte do Rio Grande do Sul. Clique no título.
MST ocupa pela nona vez Fazenda Guerra no RS
Cerca de 1.500 trabalhadores rurais organizados pelo Movimento Sem Terra ocuparam na manhã desta segunda (14/1) a sede da Fazenda Guerra, em Coqueiros do Sul (RS). É a nona ocupação da fazenda, que possui o tamanho de 9.000 campos de futebol, mas gera apenas dois empregos fixos e 20 temporários. A arrecadação de impostos da área é equivalente a de quatro pequenos aviários de agricultura familiar.
Além de exigir a desapropriação da área, os trabalhadores pedem o cumprimento do acordo assumido pelo INCRA, no final do ano passado, para o assentamento de mil famílias até o próximo mês de abril. Desde o encerramento das Marchas à Fazenda Guerra, em novembro de 2007, quando o órgão assumiu a meta, até hoje, nenhuma família foi assentada. Leia na íntegra aqui.
Além de exigir a desapropriação da área, os trabalhadores pedem o cumprimento do acordo assumido pelo INCRA, no final do ano passado, para o assentamento de mil famílias até o próximo mês de abril. Desde o encerramento das Marchas à Fazenda Guerra, em novembro de 2007, quando o órgão assumiu a meta, até hoje, nenhuma família foi assentada. Leia na íntegra aqui.
Artigo: Santa a Aracruz? Malditas as Mulheres?
Frei Gilvander Moreira
No dia 20 de janeiro deste ano (2006), a Aracruz Celulose mobilizou helicópteros, bombas, armas, tratores e 120 agentes da Polícia Federal, para destruir duas aldeias e expulsar 50 pessoas dos povos indígenas Tupiniquim e Guarani de sua terra tradicional, no município de Aracruz, Espírito Santo. Na mídia, não se viu nenhuma mãe Tupiniquim ou Guarani com seus filhos chorando, nenhum ministro do Governo condenando a ação, ou mesmo o dono da empresa lamentando a violência.
No dia 08 de março último, Dia Internacional da Mulher, mais de mil mulheres da Via Campesina ocuparam um centro de pesquisa da Aracruz Celulose, no Rio Grande do Sul. Destruíram 1.000.000 de mudas de eucalipto e danificaram pesquisas que fortaleceria a monocultura do eucalipto, pau reto que entorta a vida do povo. A mídia, latifúndio da comunicação, esbravejou contra as Mulheres condenando-as. Mostrou dezenas de vezes uma pesquisadora da Aracruz chorando (...) Leia na Agência Adital.
No dia 20 de janeiro deste ano (2006), a Aracruz Celulose mobilizou helicópteros, bombas, armas, tratores e 120 agentes da Polícia Federal, para destruir duas aldeias e expulsar 50 pessoas dos povos indígenas Tupiniquim e Guarani de sua terra tradicional, no município de Aracruz, Espírito Santo. Na mídia, não se viu nenhuma mãe Tupiniquim ou Guarani com seus filhos chorando, nenhum ministro do Governo condenando a ação, ou mesmo o dono da empresa lamentando a violência.
No dia 08 de março último, Dia Internacional da Mulher, mais de mil mulheres da Via Campesina ocuparam um centro de pesquisa da Aracruz Celulose, no Rio Grande do Sul. Destruíram 1.000.000 de mudas de eucalipto e danificaram pesquisas que fortaleceria a monocultura do eucalipto, pau reto que entorta a vida do povo. A mídia, latifúndio da comunicação, esbravejou contra as Mulheres condenando-as. Mostrou dezenas de vezes uma pesquisadora da Aracruz chorando (...) Leia na Agência Adital.
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