Aos que vieram depois de nós

Por Celso Lungaretti

Jovens companheiros, recebam o abraço de um náufrago da utopia de 1968, quando os melhores brasileiros, muitos deles tão novos como vocês, percorreram esses mesmos caminhos de idealismo e esperança, sem conseguirem levar a bom termo a jornada (...) >>

O céu como bandeira e a História na mão

Celso Lungaretti

(...) Da mesma forma que as setembradas de 40 anos atrás, a onda de ocupações de reitorias iniciada em 2007 marcou um novo renascimento do movimento estudantil brasileiro (...) >>

O confronto na visão de um estudante palestino

Durante o horror que nos espreita diariamente na Faixa de Gaza, o que vem a seguir são trechos de algumas entrevistas transmitidas pela televisão. Um colono israelense respondeu o seguinte ao ser perguntado sobre a morte de um garoto palestino de 12 anos em Gaza: "Nossos filhos são filhos de Deus, os deles são os filhos de Satã". Leia a matéria na íntegra clicando no título.

III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

282 adolescentes de 96 Países participam como delegados no III Congresso Mundial que acontece no Rio de Janeiro, de 25 a 28 de novembro de 2008. A presença dos adolescentes no evento é uma etapa importante de um processo que procura afirmar a sua participação qualificada e efetiva no combate à exploração sexual, também em nível de decisões dos governos, da sociedade civil organizadas e do setor privado. Clique no título para ler na Agência Consciência.Net.

III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

282 adolescentes de 96 Países participam como delegados no III Congresso Mundial que acontece no Rio de Janeiro, de 25 a 28 de novembro de 2008. A presença dos adolescentes no evento é uma etapa importante de um processo que procura afirmar a sua participação qualificada e efetiva no combate à exploração sexual, também em nível de decisões dos governos, da sociedade civil organizadas e do setor privado.
Agência Consciência.Net

Os adolescentes como protagonistas no enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes. É esta a nova perspectiva que caracteriza a III edição do Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece no centro de evento Riocentro, no Rio de Janeiro, de 25 a 28 de novembro.

O evento, que reúne cerca de 3 mil delegados, se propõe a levantar a importância da temática, chamando a atenção dos governos e mobilizando articulações e políticas setoriais, junto aos representantes do legislativo, à família, à sociedade civil e ao setor privado.

A participação dos próprios adolescentes se apresenta como uma realidade forte neste III Congresso. Eles estão presentes em número muito maior em relação às duas precedentes reuniões mundiais. São cerca de 300, entre 12 e 18 anos, em vez dos 17 que estiveram na primeira edição do Congresso, em Estocolmo, na Suécia (1996), e dos 100 que foram protagonistas da segunda, em Yokohama, no Japão (2001).

Com o objetivo de consolidar a autonomia e a participação qualificada dos adolescentes, 10% das 3.000 inscrições para esta terceira edição do evento foram destinadas a meninos e meninas brasileiros e estrangeiros, que integram as delegações da mesma forma que os adultos. Eles vão participar das mesmas oficinas e mesas de discussão. Como todos os outros delegados, eles tiveram seus nomes indicados por organizações parceiras por já estarem envolvidos ativamente em projetos e programas contra a exploração sexual comercial e o tráfico em seus lares, abrigos, escolas e comunidades.

A seleção desses 282 participantes, sendo 150 brasileiros e 132 estrangeiros, assim como a mobilização geral dos adolescentes da Europa, África, Ásia, América do Norte e América Latina foram realizadas pelo Unicef, pelo NGO Group (Save the children, Plan International, World Vision e outras), pela Rede ECPAT (End Child Prostitution, Child Pornography, and Trafficking of Children for Sexual Purposes), pelo governo brasileiro, com o apoio do Projeto/Revista Viração e o Instituto Internacional para o Desenvolvimento da Cidadania (IIDAC), do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), do Serviço Social da Indústria (SESI) e da Petrobrás.

Marca registrada desse processo preparatório foram os encontros nacionais e as consultas regionais, reunindo os adolescentes para selecionar seus representantes e aprofundar o tema principal do III Congresso: “A garantia de direitos da criança e do adolescente e sua proteção contra a exploração sexual - por uma visão sistêmica”. Nesses encontros, os adolescentes identificaram as conexões locais relacionadas à exploração sexual, contribuíram com seu ponto de vista e forneceram subsídios aos temas e prioridades regionais e mundiais que serão discutidas no Rio.

Entre os principais objetivos da participação dos adolescentes, estão: favorecer uma participação efetiva deles nas decisões de governos, da sociedade civil organizada e do setor privado; dar a eles oportunidade de compartilhar suas experiências, boas práticas e modelos bem sucedidos de intervenções lideradas por eles contra a exploração sexual em nível regional e global; permitir a eles contribuir para a formulação de objetivos mensuráveis contra a exploração sexual; e promover o acompanhamento e a participação ativa deles nas decisões e atividades após o III Congresso.

Para qualificar ainda mais a presença desses delegados especiais no III Congresso, nos dias 24 e 25 de novembro será promovido um Fórum Preparatório dos Adolescentes específico para aprofundar o conhecimento sobre os 5 principais temas do Congresso e elaborar sugestões a serem apresentadas nas oficinas e plenárias.

Na programação deste encontro estão atividades culturais, de lazer e de trabalho. Os adolescentes vão eleger de 3 a 4 recomendações para cada tema a serem compartilhados com os adultos. Também vão eleger representantes para participar das cerimônias de abertura e de encerramento, bem como das mesas de diálogos e oficinas.

"Estamos promovendo um momento de grande importância para a integração, o intercâmbio e o planejamento em vista da participação qualificada deles nas atividades do Congresso. Apostamos muito no papel que eles irão exercer como educadores de seus pares e acreditamos que irão levar as deliberações para outros adolescentes e difundir medidas de autoproteção e proteção para os colegas nos seus grupos, nas suas comunidades", explica Mário Volpi, do Unicef.

O que muito facilitou na mobilização dos adolescentes durante a fase preparatória foi um conjunto de estratégias de comunicação. Foram desenvolvidos desde um blog (www.blog.stopx.org) e um portal na internet (www.stopx.org) até chats temáticos com especialistas, boletins eletrônicos e impressos para compartilhar notícias, vídeos, spots radiofônicos e experiências entre os adolescentes como também para aprofundar os conteúdos temáticos relacionados ao III Congresso.

O uso das novas tecnologias da informação e da comunicação também será um ponto forte durante o III Congresso. No Riocentro, os adolescentes terão à sua disposição o chamado Espaço Adolescente e Jovem, área multimídia com cerca de 600 metros quadrados.

O objetivo do Espaço é promover a articulação de diferentes grupos entre si, o fortalecimento de redes de comunicação e mobilização no enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes para estimular e ativar um processo de intercâmbio e participação de adolescentes e jovens que tenha continuidade após o Congresso.

Com a ajuda de educadores e intérpretes, meninas e meninos poderão usar computadores com acesso à internet, ilhas de edição de vídeo e áudio, máquinas fotográficas digitais e gravadores, usufruir de área de jogos, leitura e apresentação de vídeos e espetáculos. Eles poderão ainda participar de oficinas de jornal mural, vídeo, rádio e produção de notícias, que serão publicadas em tempo real em inglês, espanhol e português no portal: www.stopx.org, e nos sites e veículos de comunicação parceiros do III Congresso.

Mais informações:
Acesse o conteúdo produzido pelos adolescentes durante o III Congresso no portal: www.stopx.org

Informações no Brasil:

UNICEF - Laura Fantozzi
Tel. /e-mail: (61) 81661631; lfantozzi@unicef.org

Projeto/Revista Viração - Vivian Ragazzi
Tel. /e-mail: (21) 98905524; vivian@revistaviracao.org.br


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III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

282 adolescentes de 96 Países participam como delegados no III Congresso Mundial que acontece no Rio de Janeiro, de 25 a 28 de novembro de 2008. A presença dos adolescentes no evento é uma etapa importante de um processo que procura afirmar a sua participação qualificada e efetiva no combate à exploração sexual, também em nível de decisões dos governos, da sociedade civil organizadas e do setor privado.
Agência Consciência.Net

Os adolescentes como protagonistas no enfrentamento da exploração sexual de crianças e adolescentes. É esta a nova perspectiva que caracteriza a III edição do Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece no centro de evento Riocentro, no Rio de Janeiro, de 25 a 28 de novembro.

O evento, que reúne cerca de 3 mil delegados, se propõe a levantar a importância da temática, chamando a atenção dos governos e mobilizando articulações e políticas setoriais, junto aos representantes do legislativo, à família, à sociedade civil e ao setor privado.

A participação dos próprios adolescentes se apresenta como uma realidade forte neste III Congresso. Eles estão presentes em número muito maior em relação às duas precedentes reuniões mundiais. São cerca de 300, entre 12 e 18 anos, em vez dos 17 que estiveram na primeira edição do Congresso, em Estocolmo, na Suécia (1996), e dos 100 que foram protagonistas da segunda, em Yokohama, no Japão (2001).

Com o objetivo de consolidar a autonomia e a participação qualificada dos adolescentes, 10% das 3.000 inscrições para esta terceira edição do evento foram destinadas a meninos e meninas brasileiros e estrangeiros, que integram as delegações da mesma forma que os adultos. Eles vão participar das mesmas oficinas e mesas de discussão. Como todos os outros delegados, eles tiveram seus nomes indicados por organizações parceiras por já estarem envolvidos ativamente em projetos e programas contra a exploração sexual comercial e o tráfico em seus lares, abrigos, escolas e comunidades.

A seleção desses 282 participantes, sendo 150 brasileiros e 132 estrangeiros, assim como a mobilização geral dos adolescentes da Europa, África, Ásia, América do Norte e América Latina foram realizadas pelo Unicef, pelo NGO Group (Save the children, Plan International, World Vision e outras), pela Rede ECPAT (End Child Prostitution, Child Pornography, and Trafficking of Children for Sexual Purposes), pelo governo brasileiro, com o apoio do Projeto/Revista Viração e o Instituto Internacional para o Desenvolvimento da Cidadania (IIDAC), do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), do Serviço Social da Indústria (SESI) e da Petrobrás.

Marca registrada desse processo preparatório foram os encontros nacionais e as consultas regionais, reunindo os adolescentes para selecionar seus representantes e aprofundar o tema principal do III Congresso: “A garantia de direitos da criança e do adolescente e sua proteção contra a exploração sexual - por uma visão sistêmica”. Nesses encontros, os adolescentes identificaram as conexões locais relacionadas à exploração sexual, contribuíram com seu ponto de vista e forneceram subsídios aos temas e prioridades regionais e mundiais que serão discutidas no Rio.

Entre os principais objetivos da participação dos adolescentes, estão: favorecer uma participação efetiva deles nas decisões de governos, da sociedade civil organizada e do setor privado; dar a eles oportunidade de compartilhar suas experiências, boas práticas e modelos bem sucedidos de intervenções lideradas por eles contra a exploração sexual em nível regional e global; permitir a eles contribuir para a formulação de objetivos mensuráveis contra a exploração sexual; e promover o acompanhamento e a participação ativa deles nas decisões e atividades após o III Congresso.

Para qualificar ainda mais a presença desses delegados especiais no III Congresso, nos dias 24 e 25 de novembro será promovido um Fórum Preparatório dos Adolescentes específico para aprofundar o conhecimento sobre os 5 principais temas do Congresso e elaborar sugestões a serem apresentadas nas oficinas e plenárias.

Na programação deste encontro estão atividades culturais, de lazer e de trabalho. Os adolescentes vão eleger de 3 a 4 recomendações para cada tema a serem compartilhados com os adultos. Também vão eleger representantes para participar das cerimônias de abertura e de encerramento, bem como das mesas de diálogos e oficinas.

"Estamos promovendo um momento de grande importância para a integração, o intercâmbio e o planejamento em vista da participação qualificada deles nas atividades do Congresso. Apostamos muito no papel que eles irão exercer como educadores de seus pares e acreditamos que irão levar as deliberações para outros adolescentes e difundir medidas de autoproteção e proteção para os colegas nos seus grupos, nas suas comunidades", explica Mário Volpi, do Unicef.

O que muito facilitou na mobilização dos adolescentes durante a fase preparatória foi um conjunto de estratégias de comunicação. Foram desenvolvidos desde um blog (www.blog.stopx.org) e um portal na internet (www.stopx.org) até chats temáticos com especialistas, boletins eletrônicos e impressos para compartilhar notícias, vídeos, spots radiofônicos e experiências entre os adolescentes como também para aprofundar os conteúdos temáticos relacionados ao III Congresso.

O uso das novas tecnologias da informação e da comunicação também será um ponto forte durante o III Congresso. No Riocentro, os adolescentes terão à sua disposição o chamado Espaço Adolescente e Jovem, área multimídia com cerca de 600 metros quadrados.

O objetivo do Espaço é promover a articulação de diferentes grupos entre si, o fortalecimento de redes de comunicação e mobilização no enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes para estimular e ativar um processo de intercâmbio e participação de adolescentes e jovens que tenha continuidade após o Congresso.

Com a ajuda de educadores e intérpretes, meninas e meninos poderão usar computadores com acesso à internet, ilhas de edição de vídeo e áudio, máquinas fotográficas digitais e gravadores, usufruir de área de jogos, leitura e apresentação de vídeos e espetáculos. Eles poderão ainda participar de oficinas de jornal mural, vídeo, rádio e produção de notícias, que serão publicadas em tempo real em inglês, espanhol e português no portal: www.stopx.org, e nos sites e veículos de comunicação parceiros do III Congresso.

Mais informações:
Acesse o conteúdo produzido pelos adolescentes durante o III Congresso no portal: www.stopx.org

Informações no Brasil:

UNICEF - Laura Fantozzi
Tel. /e-mail: (61) 81661631; lfantozzi@unicef.org

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Projeto no Senado quer proibir meia-entrada nos finais de semana e feriados

Da Revista Fórum - Um projeto em discussão no Senado Federal pode alterar a forma como a carteirinha de estudante é utilizada atualmente para a compra de ingressos pela metade do preço. A proposta também vale para o benefício concedido às pessoas com mais de 60 anos de idade.

Entre outras coisas, o texto estabelece que a meia-entrada não valerá nos cinemas em finais de semana e feriados locais ou nacionais. Para todos os outros eventos, como peças teatrais e shows, a meia-entrada não valerá de quinta-feira a sábado, se o projeto for aprovado. (...) A relatora do projeto na Comissão de Educação é a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), que apresentou um substitutivo à matéria original, do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que incluiu a limitação dos dias em que a meia-entrada estará em vigor. Leia mais clicando no título.

O mundo está em crise

Do Jornal Fazendo Media

Ocorreu entre os dias 19 e 22 de outubro, em Moçambique, a V Conferência Internacional da Via Campesina, onde foi elaborada uma carta apontando as principais questões relacionadas à crise alimentar no mundo frente ao modelo neoliberal que tende a agravá-la. Nessa perspectiva, surgiu a necessidade de serem apresentadas alternativas, que também foram propostas na conferência e estão expostas ao final da manifestação da Via Campesina.

Dada a concentração do setor alimentício pelas grandes transnacionais através da privatização dos segmentos de produção, a grande maioria da população encontra-se refém e/ou excluída de um modelo cujo direito à alimentação virou mercadoria restrita aos que estão inseridos no mercado de consumo. Leia abaixo a Carta de Maputo.

Carta de Maputo: V Conferência Internacional da Via Campesina

Maputo, Moçambique, 19-22 de Outubro, 2008

Uma crise multi-dimensional. De alimentos, de energia, de clima e de finanças. As soluções que o poder propõe - mais livre comércio, sementes transgênicas, etc - ignoram que a crise resulta do sistema capitalista e do neoliberalismo, e somente aprofundarão seus impactos. Para encontrar soluções reais, temos que olhar para a Soberania Alimentar que propõe a Via Campesina.

Como chegamos na crise?
Nas últimas décadas vimos o avanço do capitalismo financeiro e das empresas transnacionais, sobre todos os aspectos da agricultura e do sistema alimentar dos países e do mundo. Desde a privatização das sementes e a venda de agrotóxicos, até a compra da colheita, o processamento dos alimentos, e seu transporte, distribuição e venda ao consumidor, tudo já está em mãos de um número reduzido de empresas. Os alimentos deixaram de ser um direito de todos e todas, e tornaram-se apenas mercadorias. Nossa alimentação está sendo homogeneizada em todo mundo, com alimentos de má qualidade, preços que as pessoas não podem pagar, e as tradições culinárias de nossos povos estão se perdendo.

Também vemos uma ofensiva do capital sobre os recursos naturais, como nunca se viu desde os tempos coloniais. A crise da margem de lucro do capital os lança numa guerra de privatização que os leva a nos expulsar, camponeses, camponesas, comunidades indígenas, roubando nossa terra, territórios, florestas, biodiversidade, água e minérios. Um roubo privatizador. Os povos rurais e o meio ambiente estão sendo agredidos. O semeio de agrocombustíveis em grandes monocultivos industriais também é razão dessa expulsão, falsamente justificada com argumentos sobre crise energética e climática. A realidade detrás destas últimas facetas da crise tem muito mais a ver com a atual matriz de transporte de longa distância dos bens, e individualizado em automóveis, do que com qualquer outra coisa.

Com a crise dos alimentos e com a crise financeira, a situação torna-se mais grave. A mesma crise financeira e a crise dos alimentos estão vinculados à especulação do capital financeiro com os alimentos e a terra, em detrimento das pessoas. Agora, o capital financeiro está desesperado, assaltando os erários públicos para seus resgates, os quais obrigarão ainda mais os países a fazerem cortes orçamentários, condenado-as a maior pobreza e maior sofrimento. A fome no mundo segue a passos largos. A exploração e todas as violências, em especial a violência contra a mulher, espalham-se pelo mundo. Com a recessão econômica nos países ricos, aumenta a xenofobia contra os trabalhadores e trabalhadoras migrantes, com o racismo tomando grandes proporções e com o aumento da repressão. E com os jovens tendo cada vez menos oportunidades no campo. Isso é o que o modelo dominante oferece.

Ou seja, tudo vai de mal a pior. Contudo, no seio da crise, as oportunidades se fazem presentes. Oportunidades para o capitalismo, que usa a crise para se reinventar e encontrar novas formas de manter suas taxas de lucro, mas também oportunidades para os movimentos sociais, que defendemos a tese de que o neoliberalismo perde legitimidade entre os povos, e que as instituições financeiras internacionais (Banco Mundial, FMI, OMC) estão mostrando sua incapacidade de administrar a crise (além de serem parte dos motivos da crise), criando a possibilidade de que sejam desarticuladas e que outras instituições reguladoras à economia global surjam e que atendam outros interesses.

Está claro que as empresas transnacionais são os verdadeiros inimigos. São os que estão por trás de tudo. Está claro que os governos neoliberais não atendem aos interesses dos povos. Também está claro que a produção mundial de alimentos controlada pelas empresas transnacionais, não se faz capaz de alimentar o grande contingente de pessoas neste planeta, enquanto que a Soberania Alimentar baseada na agricultura camponesa local, faz-se mais necessária do que nunca.

O que defendemos na Via Campesina frente a esta realidade?

* A soberania alimentar: Renacionalizar e tirar o capital especulativo da produção dos alimentos é a única saída para a crise dos alimentos. Somente a agricultura camponesa alimenta os povos, enquanto o agronegócio produz para a exportação e sua produção de agrocombustíveis é para alimentar os automóveis, e não para alimentar gente. A Soberania Alimentar baseada na agricultura camponesa é a solução para a crise.

* Frente às crises energéticas e climáticas: a disseminação de um sistema alimentar local, que não se baseia na agricultura industrial nem no transporte a longa distância, eliminaria até 40% das emissões de gases de efeito estufa. A agricultura industrial aquece o planeta, enquanto a agricultura camponesa desaquece.

Uma mudança no padrão do transporte humano para um transporte coletivo e outras mudanças no padrão de consumo, são os passos a mais necessários para enfrentarmos a crise energética e climática.

* A Reforma Agrária genuína e integral, e a defesa do território indígena são essenciais para reverter o processo de expulsão do campo, e para disponibilizar a terra para a produção de alimentos, e não para produzir para a exportação e para combustíveis.

* A agricultura camponesa sustentável: somente a produção camponesa agroecológica pode desvincular o preço dos alimentos do preço do petróleo, recuperar os solos degradados pela agricultura industrial e produzir alimentos saudáveis e próximos para nossas comunidades.

* O avanço das mulheres é o avanço de todos: o fim de todos os tipos de violência para com as mulheres, seja ela, física, social ou outras. A conquista da verdadeira paridade de gênero em todos os espaços internos e instâncias de debates e tomada de decisões são compromissos imprescindíveis para avançar neste momento como movimentos de transformação da sociedade.

* O direito à semente e à água: a semente e a água são as verdadeiras fontes da vida, e são patrimônios dos povos. Não podemos permitir sua privatização, nem o plantio de sementes transgênicas ou de tecnologia terminator.

* Não à criminalização dos movimentos sociais. Sim à declaração dos Direitos dos Camponeses e Camponesas na ONU, proposta pela Via Campesina. Será um instrumento estratégico no sistema legal internacional para fortalecer nossa posição e nossos direitos como camponeses e camponesas.

* A juventude do campo: É necessário abrir, cada vez mais, espaços em nossos movimentos para incorporar a força e a criatividade da juventude camponesa, com sua luta para construir seu futuro no campo.

* Finalmente, nós produzimos e defendemos os alimentos para todos e todas. Todos e todas participantes da V Conferência da Via Campesina nos comprometemos com a defesa da agricultura camponesa, com a Soberania Alimentar, com a dignidade, com a vida. Nós colocamos à disposição do mundo as soluções reais para a crise global que estamos enfrentando hoje. Temos o direito de continuarmos camponeses e camponesas, e temos a responsabilidade de alimentar nossos povos.

Aqui estamos, nós os camponeses e camponesas do mundo, e nos negamos a desaparecer.

Soberania Alimentar JÁ! Com a luta e a unidade dos povos!

Globalizemos a luta! Globalizemos a esperança

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O mundo está em crise

Do Jornal Fazendo Media

Ocorreu entre os dias 19 e 22 de outubro, em Moçambique, a V Conferência Internacional da Via Campesina, onde foi elaborada uma carta apontando as principais questões relacionadas à crise alimentar no mundo frente ao modelo neoliberal que tende a agravá-la. Nessa perspectiva, surgiu a necessidade de serem apresentadas alternativas, que também foram propostas na conferência e estão expostas ao final da manifestação da Via Campesina.

Dada a concentração do setor alimentício pelas grandes transnacionais através da privatização dos segmentos de produção, a grande maioria da população encontra-se refém e/ou excluída de um modelo cujo direito à alimentação virou mercadoria restrita aos que estão inseridos no mercado de consumo. Leia abaixo a Carta de Maputo.

Carta de Maputo: V Conferência Internacional da Via Campesina

Maputo, Moçambique, 19-22 de Outubro, 2008

Uma crise multi-dimensional. De alimentos, de energia, de clima e de finanças. As soluções que o poder propõe - mais livre comércio, sementes transgênicas, etc - ignoram que a crise resulta do sistema capitalista e do neoliberalismo, e somente aprofundarão seus impactos. Para encontrar soluções reais, temos que olhar para a Soberania Alimentar que propõe a Via Campesina.

Como chegamos na crise?
Nas últimas décadas vimos o avanço do capitalismo financeiro e das empresas transnacionais, sobre todos os aspectos da agricultura e do sistema alimentar dos países e do mundo. Desde a privatização das sementes e a venda de agrotóxicos, até a compra da colheita, o processamento dos alimentos, e seu transporte, distribuição e venda ao consumidor, tudo já está em mãos de um número reduzido de empresas. Os alimentos deixaram de ser um direito de todos e todas, e tornaram-se apenas mercadorias. Nossa alimentação está sendo homogeneizada em todo mundo, com alimentos de má qualidade, preços que as pessoas não podem pagar, e as tradições culinárias de nossos povos estão se perdendo.

Também vemos uma ofensiva do capital sobre os recursos naturais, como nunca se viu desde os tempos coloniais. A crise da margem de lucro do capital os lança numa guerra de privatização que os leva a nos expulsar, camponeses, camponesas, comunidades indígenas, roubando nossa terra, territórios, florestas, biodiversidade, água e minérios. Um roubo privatizador. Os povos rurais e o meio ambiente estão sendo agredidos. O semeio de agrocombustíveis em grandes monocultivos industriais também é razão dessa expulsão, falsamente justificada com argumentos sobre crise energética e climática. A realidade detrás destas últimas facetas da crise tem muito mais a ver com a atual matriz de transporte de longa distância dos bens, e individualizado em automóveis, do que com qualquer outra coisa.

Com a crise dos alimentos e com a crise financeira, a situação torna-se mais grave. A mesma crise financeira e a crise dos alimentos estão vinculados à especulação do capital financeiro com os alimentos e a terra, em detrimento das pessoas. Agora, o capital financeiro está desesperado, assaltando os erários públicos para seus resgates, os quais obrigarão ainda mais os países a fazerem cortes orçamentários, condenado-as a maior pobreza e maior sofrimento. A fome no mundo segue a passos largos. A exploração e todas as violências, em especial a violência contra a mulher, espalham-se pelo mundo. Com a recessão econômica nos países ricos, aumenta a xenofobia contra os trabalhadores e trabalhadoras migrantes, com o racismo tomando grandes proporções e com o aumento da repressão. E com os jovens tendo cada vez menos oportunidades no campo. Isso é o que o modelo dominante oferece.

Ou seja, tudo vai de mal a pior. Contudo, no seio da crise, as oportunidades se fazem presentes. Oportunidades para o capitalismo, que usa a crise para se reinventar e encontrar novas formas de manter suas taxas de lucro, mas também oportunidades para os movimentos sociais, que defendemos a tese de que o neoliberalismo perde legitimidade entre os povos, e que as instituições financeiras internacionais (Banco Mundial, FMI, OMC) estão mostrando sua incapacidade de administrar a crise (além de serem parte dos motivos da crise), criando a possibilidade de que sejam desarticuladas e que outras instituições reguladoras à economia global surjam e que atendam outros interesses.

Está claro que as empresas transnacionais são os verdadeiros inimigos. São os que estão por trás de tudo. Está claro que os governos neoliberais não atendem aos interesses dos povos. Também está claro que a produção mundial de alimentos controlada pelas empresas transnacionais, não se faz capaz de alimentar o grande contingente de pessoas neste planeta, enquanto que a Soberania Alimentar baseada na agricultura camponesa local, faz-se mais necessária do que nunca.

O que defendemos na Via Campesina frente a esta realidade?

* A soberania alimentar: Renacionalizar e tirar o capital especulativo da produção dos alimentos é a única saída para a crise dos alimentos. Somente a agricultura camponesa alimenta os povos, enquanto o agronegócio produz para a exportação e sua produção de agrocombustíveis é para alimentar os automóveis, e não para alimentar gente. A Soberania Alimentar baseada na agricultura camponesa é a solução para a crise.

* Frente às crises energéticas e climáticas: a disseminação de um sistema alimentar local, que não se baseia na agricultura industrial nem no transporte a longa distância, eliminaria até 40% das emissões de gases de efeito estufa. A agricultura industrial aquece o planeta, enquanto a agricultura camponesa desaquece.

Uma mudança no padrão do transporte humano para um transporte coletivo e outras mudanças no padrão de consumo, são os passos a mais necessários para enfrentarmos a crise energética e climática.

* A Reforma Agrária genuína e integral, e a defesa do território indígena são essenciais para reverter o processo de expulsão do campo, e para disponibilizar a terra para a produção de alimentos, e não para produzir para a exportação e para combustíveis.

* A agricultura camponesa sustentável: somente a produção camponesa agroecológica pode desvincular o preço dos alimentos do preço do petróleo, recuperar os solos degradados pela agricultura industrial e produzir alimentos saudáveis e próximos para nossas comunidades.

* O avanço das mulheres é o avanço de todos: o fim de todos os tipos de violência para com as mulheres, seja ela, física, social ou outras. A conquista da verdadeira paridade de gênero em todos os espaços internos e instâncias de debates e tomada de decisões são compromissos imprescindíveis para avançar neste momento como movimentos de transformação da sociedade.

* O direito à semente e à água: a semente e a água são as verdadeiras fontes da vida, e são patrimônios dos povos. Não podemos permitir sua privatização, nem o plantio de sementes transgênicas ou de tecnologia terminator.

* Não à criminalização dos movimentos sociais. Sim à declaração dos Direitos dos Camponeses e Camponesas na ONU, proposta pela Via Campesina. Será um instrumento estratégico no sistema legal internacional para fortalecer nossa posição e nossos direitos como camponeses e camponesas.

* A juventude do campo: É necessário abrir, cada vez mais, espaços em nossos movimentos para incorporar a força e a criatividade da juventude camponesa, com sua luta para construir seu futuro no campo.

* Finalmente, nós produzimos e defendemos os alimentos para todos e todas. Todos e todas participantes da V Conferência da Via Campesina nos comprometemos com a defesa da agricultura camponesa, com a Soberania Alimentar, com a dignidade, com a vida. Nós colocamos à disposição do mundo as soluções reais para a crise global que estamos enfrentando hoje. Temos o direito de continuarmos camponeses e camponesas, e temos a responsabilidade de alimentar nossos povos.

Aqui estamos, nós os camponeses e camponesas do mundo, e nos negamos a desaparecer.

Soberania Alimentar JÁ! Com a luta e a unidade dos povos!

Globalizemos a luta! Globalizemos a esperança

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III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Entre os dias 25 e 28 de novembro, o III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes vai acontecer no Rio de Janeiro. A ONG brasileira Projeto/Revista Viração, parceira do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) na área de Comunicação Jovem, está estimulando a participação de adolescentes por meio de um blog especialmente pensado para isso (www.blog.stopx.org). A página está em português, espanhol ou inglês.

“Queremos receber as produções de todo o mundo, desenvolvidas por adolescentes, como vídeos, textos, poemas, desenhos e por aí vai, com o objetivo de criar um debate não apenas entre adolescentes que estão ou que sofreram violência sexual, mas por todos”, explicam os coordenadores. Coordenação: Vivian Ragazzi/Paulo Lima/Camila Caringe. E-mails: vivian@revistaviracao.org.br, paulo@revistaviracao.org.br, camila@revistaviracao.org.br ; Telefones: (11) 3567-8687 / 3237-4091. Skype: congresso_rio . Informações pelo www.revistaviracao.org.br

III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Entre os dias 25 e 28 de novembro, o III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes vai acontecer no Rio de Janeiro. A ONG brasileira Projeto/Revista Viração, parceira do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) na área de Comunicação Jovem, está estimulando a participação de adolescentes por meio de um blog especialmente pensado para isso (http://www.blog.stopx.org). A página está em português, espanhol ou inglês.

“Queremos receber as produções de todo o mundo, desenvolvidas por adolescentes, como vídeos, textos, poemas, desenhos e por aí vai, com o objetivo de criar um debate não apenas entre adolescentes que estão ou que sofreram violência sexual, mas por todos”, explicam os coordenadores. Coordenação: Vivian Ragazzi/Paulo Lima/Camila Caringe. E-mails: vivian@revistaviracao.org.br, paulo@revistaviracao.org.br, camila@revistaviracao.org.br ; Telefones: (11) 3567-8687 / 3237-4091. Skype: congresso_rio . Informações pelo www.revistaviracao.org.br

III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Em novembro, o III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes vai acontecer no Rio de Janeiro. A ONG brasileira Projeto/Revista Viração, parceira do Unicef na área de Comunicação Jovem, está estimulando a participação de adolescentes.
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Entre os dias 25 e 28 de novembro, o III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes vai acontecer no Rio de Janeiro.

A ONG brasileira Projeto/Revista Viração, parceira do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) na área de Comunicação Jovem, está estimulando a participação de adolescentes por meio de um blog especialmente pensado para isso (clique aqui). A página está em português, espanhol ou inglês.

“Queremos receber as produções de todo o mundo, desenvolvidas por adolescentes, como vídeos, textos, poemas, desenhos e por aí vai, com o objetivo de criar um debate não apenas entre adolescentes que estão ou que sofreram violência sexual, mas por todos”, explicam os coordenadores.

Coordenação: Vivian Ragazzi /Paulo Lima / Camila Caringe. Telefones: (11) 3567-8687 / 3237-4091. Skype: congresso_rio . Informações pelo www.revistaviracao.org.br

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III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Em novembro, o III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes vai acontecer no Rio de Janeiro. A ONG brasileira Projeto/Revista Viração, parceira do Unicef na área de Comunicação Jovem, está estimulando a participação de adolescentes.
Agência Consciência.Net; clique aqui


Entre os dias 25 e 28 de novembro, o III Congresso Mundial Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes vai acontecer no Rio de Janeiro.

A ONG brasileira Projeto/Revista Viração, parceira do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) na área de Comunicação Jovem, está estimulando a participação de adolescentes por meio de um blog especialmente pensado para isso (clique aqui). A página está em português, espanhol ou inglês.

“Queremos receber as produções de todo o mundo, desenvolvidas por adolescentes, como vídeos, textos, poemas, desenhos e por aí vai, com o objetivo de criar um debate não apenas entre adolescentes que estão ou que sofreram violência sexual, mas por todos”, explicam os coordenadores.

Coordenação: Vivian Ragazzi /Paulo Lima / Camila Caringe. Telefones: (11) 3567-8687 / 3237-4091. Skype: congresso_rio . Informações pelo www.revistaviracao.org.br

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Juventude, Desafiliação e Violência é tema de livro lançado na próxima sexta (29) no Rio

O Instituto de Psiquiatria (IPUB) da UFRJ, a FAPERJ e a Editora Contra Capa convidam para o debate do livro “Juventude, Desafiliação e Violência”, dia 29 de agosto no Auditório Leme Lopes do IPUB. Este livro destina-se a divulgar resultados de pesquisas e estudos nas áreas da saúde mental, psicologia, justiça, serviço social, história e políticas públicas, muitos deles desenvolvidos na UFRJ.

Sabemos que um dos papéis fundamentais da universidade é estudar e promover ações para lidar com os problemas sociais. Este livro se propõe a subsidiar a formação de profissionais para o trabalho no campo da juventude desafiliada, de maneira a contribuir para a superação do quadro de violência que hoje se enfrenta no Brasil. Saiba mais clicando no título.

Juventude, Desafiliação e Violência é tema de livro lançado na próxima sexta (29) no Rio

O Instituto de Psiquiatria (IPUB) da UFRJ, a FAPERJ e a Editora Contra Capa convidam para o debate do livro “Juventude, Desafiliação e Violência”, dia 29 de agosto no Auditório Leme Lopes do IPUB.
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O Instituto de Psiquiatria (IPUB) da UFRJ, a FAPERJ e a Editora Contra Capa convidam para o debate do livro “Juventude, Desafiliação e Violência”, seguido de coquetel. O evento será dia 29 de agosto (sexta-feira), às 10h, no Auditório Leme Lopes do IPUB/UFRJ. Haverá ainda um debate com as professoras Ligia Costa Leite (IPUB/UFRJ), Martha Abreu (História/UFF) e Sonia Altoé (Psicologia/UERJ). Endereço: Av. Venceslau Brás, 71, fundos – campus da Praia Vermelha, UFRJ.

Apresentação do livro

Este livro destina-se a divulgar resultados de pesquisas e estudos nas áreas da saúde mental, psicologia, justiça, serviço social, história e políticas públicas, muitos deles desenvolvidos na UFRJ. Sabemos que um dos papéis fundamentais da universidade é estudar e promover ações para lidar com os problemas sociais. Este livro se propõe a subsidiar a formação de profissionais para o trabalho no campo da juventude desafiliada, de maneira a contribuir para a superação do quadro de violência que hoje se enfrenta no Brasil.

Sabemos que o processo de marginalização de jovens em situação de risco/vulnerabilidade psicossocial é decorrente do agravamento de problemas sociais tais como pobreza, violência, criminalidade, suicídio, gravidez precoce, evasão/fracasso escolar, fuga para as ruas e uso de drogas. Estas situações constituem entraves à melhoria das condições de vida de populações dos grandes centros urbanos do Brasil.

Apesar dos problemas subjetivos e das condições sociais adversas reforçarem-se mutuamente, raramente eles são considerados em conjunto numa estratégia de intervenção para melhoria de condições de vida da juventude. Sabe-se também que, freqüentemente, fracassos escolares, laborativos ou amorosos estão relacionados às dificuldades do sujeito em sustentar os novos laços sociais, necessários a essas atividades.

Essa questão, relacionada à tomada de posição para inserção social, coloca-se duplicada por apresentar-se na adolescência. Com base nisso, cabe-nos perguntar: quais são as ações brasileiras que têm interrompido o avanço desses problemas em crescimento?

As instituições de ensino e pesquisa concentram suas atividades nos problemas dos adultos e a grande maioria dos profissionais completa sua formação sem adquirir nenhum conhecimento sobre a área infanto-juvenil. E isto num país com cerca de 40% da população abaixo dos 18 anos. Existe pouca bibliografia a respeito deste tema, apesar de haver uma demanda grande para este tipo de literatura.

A importância social do presente livro é oferecer subsídios para intervenções que atuem na causa desses problemas – “descaminhos sociais” – e não apenas em seus efeitos. Atuar nos efeitos é uma prática comum das políticas públicas setorizadas. Este livro traz contribuições práticas-teóricas para construir um conhecimento socialmente útil.

O livro está dividido em três partes:

1. Uma análise das políticas sociais a partir da legislação atual – Estatuto da Criança e do adolescente e a lei da Reforma da Atenção Psiquiátrica no Brasil, com textos, entre outros do Dr. Talvane de Moraes, importante Psiquiatra Forense, do Desembargador Siro Darlan e outros capítulos que são resultado das pesquisas de organizadora do livro e de seus alunos.

2. A segunda parte traz os Aspectos Teóricos e Históricos da psiquiatria desde os tempos de Nina Rodrigues e Arthur Ramos.

3. A terceira parte apresenta os Aspectos Clínicos do trabalho com crianças e adolescentes desafiliados, contando com capítulos de profissionais de São Paulo e da UERJ.

O livro conta ainda com um belíssimo prefácio de João Ferreira da Silva Filho, Professor Titular da Faculdade de Medicina da UFRJ.

Organização: Ligia Costa Leite, Maria Esther Delgado Leite, Adriana Pedreira Botelho
Prefácio: João Ferreira Filho
Apresentação: Ligia Costa Leite

I. Políticas Sociais
• O estatuto da criança e do adolescente e a lei da reforma da atenção psiquiátrica: um ensaio comparativo (Talvane de Moraes; Katia Mecler)
• “Menoridade Penal”: prós e contras na lei? (Siro Darlan)
• “A juventude não dormirá”: sobre a redução da maioridade penal (Adriana Pedreira Botelho; Bianca Lima; Maíra Araújo; Ligia Costa Leite)
• “A Infância na esquina”: programas para erradicação do trabalho infantil (Marina J. Kassab; Samantha Lemos; Adriana Pedreira Botelho; Ligia Costa Leite)
• “Esqueceram de mim”: políticas públicas para crianças e adolescentes, renovação ou conservadorismo (Artemis Soares Viot Serra)
• “O tempo anda correndo, voando”: Impasses e possibilidades na construção de um projeto de vida (Stella M. Nessimian Olyntho; Richarlls Martins da Silva; Maria Esther Delgado Leite; Ligia Costa Leite)

II. Aspectos teóricos
• Velhos conceitos e novos debates: “crianças negras” e “crianças problemas” no pensamento de Nina Rodrigues e Artur Ramos (Martha Abreu)
• “Minha arma é a mão”: a violência como forma de resistência (Joana Iabrudi Carinhanha; Ligia Costa Leite; Lucia Helena Garcia Penna)
• O Leito de Procrusto na escola brasileira (Ligia Costa Leite; Maria Esther Delgado Leite)
• Um adolescente com coceira no pé (Adriana Pedreira Botelho; Ligia Costa Leite)

III. Aspectos Clínicos
• O bebê que “invade”: Reflexões sobre o atendimento institucional a crianças em situação de vulnerabilidade social (Sonia Altoé)
• O Hóspede (Maria Esther Delgado Leite; Ligia Costa Leite)
• “Não nasci para semente”: a estratégia hiper-realista dos jovens em conflito com a lei (Maria Cristina Gonçalves Vicentin)
• Privação na infância e adolescência: um estudo de caso (Julieta Grecco de Souza; Ligia Costa Leite)

Informações adicionais pelo email gb@ufrj.br, telefone (21) 9250-9594 ou em http://www.ipub.ufrj.br/


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Juventude, Desafiliação e Violência é tema de livro lançado na próxima sexta (29) no Rio

O Instituto de Psiquiatria (IPUB) da UFRJ, a FAPERJ e a Editora Contra Capa convidam para o debate do livro “Juventude, Desafiliação e Violência”, dia 29 de agosto no Auditório Leme Lopes do IPUB.
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O Instituto de Psiquiatria (IPUB) da UFRJ, a FAPERJ e a Editora Contra Capa convidam para o debate do livro “Juventude, Desafiliação e Violência”, seguido de coquetel. O evento será dia 29 de agosto (sexta-feira), às 10h, no Auditório Leme Lopes do IPUB/UFRJ. Haverá ainda um debate com as professoras Ligia Costa Leite (IPUB/UFRJ), Martha Abreu (História/UFF) e Sonia Altoé (Psicologia/UERJ). Endereço: Av. Venceslau Brás, 71, fundos – campus da Praia Vermelha, UFRJ.

Apresentação do livro

Este livro destina-se a divulgar resultados de pesquisas e estudos nas áreas da saúde mental, psicologia, justiça, serviço social, história e políticas públicas, muitos deles desenvolvidos na UFRJ. Sabemos que um dos papéis fundamentais da universidade é estudar e promover ações para lidar com os problemas sociais. Este livro se propõe a subsidiar a formação de profissionais para o trabalho no campo da juventude desafiliada, de maneira a contribuir para a superação do quadro de violência que hoje se enfrenta no Brasil.

Sabemos que o processo de marginalização de jovens em situação de risco/vulnerabilidade psicossocial é decorrente do agravamento de problemas sociais tais como pobreza, violência, criminalidade, suicídio, gravidez precoce, evasão/fracasso escolar, fuga para as ruas e uso de drogas. Estas situações constituem entraves à melhoria das condições de vida de populações dos grandes centros urbanos do Brasil.

Apesar dos problemas subjetivos e das condições sociais adversas reforçarem-se mutuamente, raramente eles são considerados em conjunto numa estratégia de intervenção para melhoria de condições de vida da juventude. Sabe-se também que, freqüentemente, fracassos escolares, laborativos ou amorosos estão relacionados às dificuldades do sujeito em sustentar os novos laços sociais, necessários a essas atividades.

Essa questão, relacionada à tomada de posição para inserção social, coloca-se duplicada por apresentar-se na adolescência. Com base nisso, cabe-nos perguntar: quais são as ações brasileiras que têm interrompido o avanço desses problemas em crescimento?

As instituições de ensino e pesquisa concentram suas atividades nos problemas dos adultos e a grande maioria dos profissionais completa sua formação sem adquirir nenhum conhecimento sobre a área infanto-juvenil. E isto num país com cerca de 40% da população abaixo dos 18 anos. Existe pouca bibliografia a respeito deste tema, apesar de haver uma demanda grande para este tipo de literatura.

A importância social do presente livro é oferecer subsídios para intervenções que atuem na causa desses problemas – “descaminhos sociais” – e não apenas em seus efeitos. Atuar nos efeitos é uma prática comum das políticas públicas setorizadas. Este livro traz contribuições práticas-teóricas para construir um conhecimento socialmente útil.

O livro está dividido em três partes:

1. Uma análise das políticas sociais a partir da legislação atual – Estatuto da Criança e do adolescente e a lei da Reforma da Atenção Psiquiátrica no Brasil, com textos, entre outros do Dr. Talvane de Moraes, importante Psiquiatra Forense, do Desembargador Siro Darlan e outros capítulos que são resultado das pesquisas de organizadora do livro e de seus alunos.

2. A segunda parte traz os Aspectos Teóricos e Históricos da psiquiatria desde os tempos de Nina Rodrigues e Arthur Ramos.

3. A terceira parte apresenta os Aspectos Clínicos do trabalho com crianças e adolescentes desafiliados, contando com capítulos de profissionais de São Paulo e da UERJ.

O livro conta ainda com um belíssimo prefácio de João Ferreira da Silva Filho, Professor Titular da Faculdade de Medicina da UFRJ.

Organização: Ligia Costa Leite, Maria Esther Delgado Leite, Adriana Pedreira Botelho
Prefácio: João Ferreira Filho
Apresentação: Ligia Costa Leite

I. Políticas Sociais
• O estatuto da criança e do adolescente e a lei da reforma da atenção psiquiátrica: um ensaio comparativo (Talvane de Moraes; Katia Mecler)
• “Menoridade Penal”: prós e contras na lei? (Siro Darlan)
• “A juventude não dormirá”: sobre a redução da maioridade penal (Adriana Pedreira Botelho; Bianca Lima; Maíra Araújo; Ligia Costa Leite)
• “A Infância na esquina”: programas para erradicação do trabalho infantil (Marina J. Kassab; Samantha Lemos; Adriana Pedreira Botelho; Ligia Costa Leite)
• “Esqueceram de mim”: políticas públicas para crianças e adolescentes, renovação ou conservadorismo (Artemis Soares Viot Serra)
• “O tempo anda correndo, voando”: Impasses e possibilidades na construção de um projeto de vida (Stella M. Nessimian Olyntho; Richarlls Martins da Silva; Maria Esther Delgado Leite; Ligia Costa Leite)

II. Aspectos teóricos
• Velhos conceitos e novos debates: “crianças negras” e “crianças problemas” no pensamento de Nina Rodrigues e Artur Ramos (Martha Abreu)
• “Minha arma é a mão”: a violência como forma de resistência (Joana Iabrudi Carinhanha; Ligia Costa Leite; Lucia Helena Garcia Penna)
• O Leito de Procrusto na escola brasileira (Ligia Costa Leite; Maria Esther Delgado Leite)
• Um adolescente com coceira no pé (Adriana Pedreira Botelho; Ligia Costa Leite)

III. Aspectos Clínicos
• O bebê que “invade”: Reflexões sobre o atendimento institucional a crianças em situação de vulnerabilidade social (Sonia Altoé)
• O Hóspede (Maria Esther Delgado Leite; Ligia Costa Leite)
• “Não nasci para semente”: a estratégia hiper-realista dos jovens em conflito com a lei (Maria Cristina Gonçalves Vicentin)
• Privação na infância e adolescência: um estudo de caso (Julieta Grecco de Souza; Ligia Costa Leite)

Informações adicionais pelo email gb@ufrj.br, telefone (21) 9250-9594 ou em http://www.ipub.ufrj.br/


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Rio de Janeiro recebe a rota AIESEC pela Sustentabilidade

No dia 30 de maio, a cidade do Rio de Janeiro receberá a visita da Rota AIESEC pela Sustentabilidade, uma caravana que está percorrendo nove capitais brasileiras com o objetivo de divulgar e estimular a participação dos universitários no I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade (11 e 12 de junho em Brasília). O projeto é uma iniciativa da AIESEC, maior organização estudantil do mundo, em parceria com a Atitude Brasil, empresa responsável pela organização do evento.
Agência Consciência.Net; clique aqui


No Rio de Janeiro, a visita será na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no Campus da Praia Vermelha. A Rota teve início em São Paulo no último dia 20 de maio. Já esteve em Porto Alegre, Florianópolis e passará por Curitiba, outras capitais da região Sudeste, além das cidades de Goiás e Brasília.

Dois representantes da AIESEC, a bordo de um veículo preparado especialmente para divulgar o Fórum, vão percorrer universidades e, além de convidar os estudantes para participar do evento, promoverão um concurso de atividades com o tema sustentabilidade. Os vencedores das duas melhores redações sobre o tema serão premiados com uma viagem a Brasília (incluindo hospedagem) para participar do Fórum. O encontro tem inscrição gratuita para todos os interessados, basta se inscrever no site oficial do evento, em www.comunicacaoesustentabilidade.com

Calendário da Rota

26 de maio – Porto Alegre (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS)
27 de maio – Florianópolis (Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC)
28 de maio – Curitiba (universidade ainda não confirmada)
30 de maio – Rio de Janeiro (Universidade Federal do Rio de janeiro – UFRJ)
2 de junho – Vitória (Universidade Federal do Espírito Santo – UFES)
4 de junho – Belo Horizonte (Faculdade Alpha)
6 de junho – Goiânia (Universidade Federal de Goiás – UFG)
9 de junho até o início do Fórum – Brasília (Universidade de Brasília – UnB)

Participação dos estudantes

O I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, organizado pela Atitude Brasil, reunirá cerca de dois mil estudantes universitários e 200 professores para o entendimento do conceito de sustentabilidade. A proposta é discutir o papel estratégico e educativo da comunicação neste processo de mudança cultural nos sistemas político, econômico e social.

Os estudantes e professores presentes no Clube do Exército, em Brasília, poderão participar das discussões num auditório para mais de duas mil pessoas que fica próxima ao local do evento. Eles vão acompanhar tudo ao vivo via telão e poderão fazer perguntas aos palestrantes. No evento estarão os dois últimos ganhadores do Prêmio Nobel da Paz: Muhammad Yunus (2006) e Rajendra Pachauri (2007), além de Paulo Vannuchi, Ministro dos Direitos Humanos, Luciano Coutinho, presidente do BNDES, e Oded Grajew, empresário.

Segundo Marta Rocha, diretora da Atitude Brasil, o papel da comunicação e de todos os envolvidos em seus processos é fundamental para promover a mudança de conduta da sociedade e aproximar o discurso à prática: "Temos o potencial de multiplicar a consciência de responsabilidade e respeito para com a vida humana e a natureza, educando e influenciando por meio da disseminação desses valores. O jovem é peça-chave fundamental nesse processo".

Haverá uma programação especial com debates, apresentações culturais e shows de grandes artistas. "A idéia é transformar Brasília na capital mundial da juventude, despertando nos estudantes e professores o interesse por temas ligados à sustentabilidade de maneira instigante e interativa", explica Marta.

Sobre a AIESEC

A AIESEC é a maior organização estudantil no mundo e a cada ano proporciona mais de 5 mil posições de liderança aos seus membros, além de 350 conferencias anuais e são realizados 4500 intercâmbios de trabalho.

Anualmente, a entidade promove o IC (International Conference), evento que reúne jovens de mais de 100 nacionalidades para discutir questões globais. Este ano, a organização completa 60 anos e as comemorações acontecerão em São Paulo, no mês de agosto.

Os participantes da Rota

O veículo promocional da Rota AIESEC pela Sustentabilidade será conduzido pelos por Eduardo Migliano (Diretor de Marketing da AIESEC e estudante de Comunicação Social na ESPM) e Carlos Canhisares (consultor de Gestão Pessoal na AIESEC da Fundação Getúlio Vargas e Bacharel em Esporte pela USP).

Serviço

I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade
Data: 11 e 12 de junho em 2008
Horário: das 9h às 18h30
Local: Hotel Brasília Alvorada (antigo Blue Tree) – Brasília (DF)
Participação dos Estudantes e Professores
Local: Clube do Exército - Brasília (DF)
Informações: (11) 3815-6400
Site: www.atitudebrasil.com
E-mail: atitudebrasil@atitudebrasil.com
Site Oficial do Fórum: www.comunicacaoesustentabilidade.com
Blog do Fórum: http://dialogosustentavel.wordpress.com/

I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade

A Atitude Brasil, empresa de consultoria em cultura e negócios, realizará nos dias 11 e 12 de junho, em Brasília (DF), o I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade. Com o objetivo de discutir, trocar experiências, buscar caminhos e democratizar as informações ligadas ao tema "sustentabilidade", o encontro promete reunir os grandes nomes nacionais e internacionais ligados ao assunto como os dois últimos prêmios Nobel da Paz, Muhammad Yunus e Rajendra Pachauri.

Toda discussão a ser promovida na primeira edição do Fórum está fundamentada nos preceitos da Carta da Terra: respeitar e cuidar da comunidade da vida; integridade ecológica; democracia; não violência e paz; justiça social e econômica. O evento deve reunir dirigentes, gestores, especialistas e profissionais que atuam em empresas privadas, organizações públicas e da sociedade civil, nacionais e internacionais.

Sobre a Atitude Brasil

A Atitude Brasil presta consultoria nas áreas de Cultura e Negócios. É uma empresa de comunicação especializada em desenvolver políticas de patrocínio visando à integração da comunicação, em criar programas e projetos para empresas e em promover diálogos necessários para o entendimento da nova cultura dos novos negócios - pois é sempre necessário atualizar a linguagem de comunicação social de uma empresa para atender as exigências do novo modelo de consumo.

A articulação de parcerias e captação de recursos para projetos e programas socioculturais tem como objetivo a promoção do diálogo na busca de soluções e na criação de processos que, de alguma forma, venham criar estas soluções. Com isso, a Atitude Brasil oferece aos seus clientes um conjunto de experiências para que possam criar um relacionamento com seus diferentes públicos através de alguns pontos importantes como: Valorização de suas marcas; Aumento da confiança do consumidor no produto; Melhora da reputação da empresa; Integração com a comunidade; e Identificação com o consumidor. Fundada pela comunicadora Marta Rocha, a Atitude Brasil é responsável pela organização de grandes projetos, entre eles, o Festival Internacional de Fotografia de Paraty.

Jornalistas Responsáveis

Assistente de atendimento: Flávia Ferreira - e-mail: flavia@tramaweb.com.br - (11) 9270-4238
Gerente de atendimento: Ana Paula Dini - e-mail: ana_dini@tramaweb.com.br
Coordenadora de atendimento: Helen Garcia - e-mail: helen@tramaweb.com.br
Diretora de atendimento: Leila Gasparindo - e-mail: leila@tramaweb.com.br

Sobre a Trama

Há 12 anos, a Trama Comunicação desenvolve e executa estratégias diferenciadas de relacionamento e comunicação para empresas e instituições de diversas áreas com foco em tecnologia, educação e inovação e sustentabilidade. Foi uma das agências pioneiras em oferecer e administrar a sala de imprensa das organizações na Internet e postar diariamente releases com informações a respeito dos clientes atendidos, baseada no conceito de comunicação interativa.

Preparada para atender marcas com presença na América Latina, possui sede em São Paulo e escritório em Buenos Aires, além de operar internacionalmente por meio de parcerias com agências locais. Entre os serviços oferecidos estão: auditoria de imagem e opinião, assessoria de imprensa, clipping digital, comunicação interna, comunicação interativa (blog corporativo, podcast, conteúdo para website, sala de imprensa interativa), organização de eventos, gestão de crises, media training, planejamento estratégico de comunicação, publicações corporativas e relações públicas.

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Rio de Janeiro recebe a rota AIESEC pela Sustentabilidade

No dia 30 de maio, a cidade do Rio de Janeiro receberá a visita da Rota AIESEC pela Sustentabilidade, uma caravana que está percorrendo nove capitais brasileiras com o objetivo de divulgar e estimular a participação dos universitários no I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade (11 e 12 de junho em Brasília). O projeto é uma iniciativa da AIESEC, maior organização estudantil do mundo, em parceria com a Atitude Brasil, empresa responsável pela organização do evento.
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No Rio de Janeiro, a visita será na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no Campus da Praia Vermelha. A Rota teve início em São Paulo no último dia 20 de maio. Já esteve em Porto Alegre, Florianópolis e passará por Curitiba, outras capitais da região Sudeste, além das cidades de Goiás e Brasília.

Dois representantes da AIESEC, a bordo de um veículo preparado especialmente para divulgar o Fórum, vão percorrer universidades e, além de convidar os estudantes para participar do evento, promoverão um concurso de atividades com o tema sustentabilidade. Os vencedores das duas melhores redações sobre o tema serão premiados com uma viagem a Brasília (incluindo hospedagem) para participar do Fórum. O encontro tem inscrição gratuita para todos os interessados, basta se inscrever no site oficial do evento, em www.comunicacaoesustentabilidade.com

Calendário da Rota

26 de maio – Porto Alegre (Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS)
27 de maio – Florianópolis (Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC)
28 de maio – Curitiba (universidade ainda não confirmada)
30 de maio – Rio de Janeiro (Universidade Federal do Rio de janeiro – UFRJ)
2 de junho – Vitória (Universidade Federal do Espírito Santo – UFES)
4 de junho – Belo Horizonte (Faculdade Alpha)
6 de junho – Goiânia (Universidade Federal de Goiás – UFG)
9 de junho até o início do Fórum – Brasília (Universidade de Brasília – UnB)

Participação dos estudantes

O I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, organizado pela Atitude Brasil, reunirá cerca de dois mil estudantes universitários e 200 professores para o entendimento do conceito de sustentabilidade. A proposta é discutir o papel estratégico e educativo da comunicação neste processo de mudança cultural nos sistemas político, econômico e social.

Os estudantes e professores presentes no Clube do Exército, em Brasília, poderão participar das discussões num auditório para mais de duas mil pessoas que fica próxima ao local do evento. Eles vão acompanhar tudo ao vivo via telão e poderão fazer perguntas aos palestrantes. No evento estarão os dois últimos ganhadores do Prêmio Nobel da Paz: Muhammad Yunus (2006) e Rajendra Pachauri (2007), além de Paulo Vannuchi, Ministro dos Direitos Humanos, Luciano Coutinho, presidente do BNDES, e Oded Grajew, empresário.

Segundo Marta Rocha, diretora da Atitude Brasil, o papel da comunicação e de todos os envolvidos em seus processos é fundamental para promover a mudança de conduta da sociedade e aproximar o discurso à prática: "Temos o potencial de multiplicar a consciência de responsabilidade e respeito para com a vida humana e a natureza, educando e influenciando por meio da disseminação desses valores. O jovem é peça-chave fundamental nesse processo".

Haverá uma programação especial com debates, apresentações culturais e shows de grandes artistas. "A idéia é transformar Brasília na capital mundial da juventude, despertando nos estudantes e professores o interesse por temas ligados à sustentabilidade de maneira instigante e interativa", explica Marta.

Sobre a AIESEC

A AIESEC é a maior organização estudantil no mundo e a cada ano proporciona mais de 5 mil posições de liderança aos seus membros, além de 350 conferencias anuais e são realizados 4500 intercâmbios de trabalho.

Anualmente, a entidade promove o IC (International Conference), evento que reúne jovens de mais de 100 nacionalidades para discutir questões globais. Este ano, a organização completa 60 anos e as comemorações acontecerão em São Paulo, no mês de agosto.

Os participantes da Rota

O veículo promocional da Rota AIESEC pela Sustentabilidade será conduzido pelos por Eduardo Migliano (Diretor de Marketing da AIESEC e estudante de Comunicação Social na ESPM) e Carlos Canhisares (consultor de Gestão Pessoal na AIESEC da Fundação Getúlio Vargas e Bacharel em Esporte pela USP).

Serviço

I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade
Data: 11 e 12 de junho em 2008
Horário: das 9h às 18h30
Local: Hotel Brasília Alvorada (antigo Blue Tree) – Brasília (DF)
Participação dos Estudantes e Professores
Local: Clube do Exército - Brasília (DF)
Informações: (11) 3815-6400
Site: www.atitudebrasil.com
E-mail: atitudebrasil@atitudebrasil.com
Site Oficial do Fórum: www.comunicacaoesustentabilidade.com
Blog do Fórum: http://dialogosustentavel.wordpress.com/

I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade

A Atitude Brasil, empresa de consultoria em cultura e negócios, realizará nos dias 11 e 12 de junho, em Brasília (DF), o I Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade. Com o objetivo de discutir, trocar experiências, buscar caminhos e democratizar as informações ligadas ao tema "sustentabilidade", o encontro promete reunir os grandes nomes nacionais e internacionais ligados ao assunto como os dois últimos prêmios Nobel da Paz, Muhammad Yunus e Rajendra Pachauri.

Toda discussão a ser promovida na primeira edição do Fórum está fundamentada nos preceitos da Carta da Terra: respeitar e cuidar da comunidade da vida; integridade ecológica; democracia; não violência e paz; justiça social e econômica. O evento deve reunir dirigentes, gestores, especialistas e profissionais que atuam em empresas privadas, organizações públicas e da sociedade civil, nacionais e internacionais.

Sobre a Atitude Brasil

A Atitude Brasil presta consultoria nas áreas de Cultura e Negócios. É uma empresa de comunicação especializada em desenvolver políticas de patrocínio visando à integração da comunicação, em criar programas e projetos para empresas e em promover diálogos necessários para o entendimento da nova cultura dos novos negócios - pois é sempre necessário atualizar a linguagem de comunicação social de uma empresa para atender as exigências do novo modelo de consumo.

A articulação de parcerias e captação de recursos para projetos e programas socioculturais tem como objetivo a promoção do diálogo na busca de soluções e na criação de processos que, de alguma forma, venham criar estas soluções. Com isso, a Atitude Brasil oferece aos seus clientes um conjunto de experiências para que possam criar um relacionamento com seus diferentes públicos através de alguns pontos importantes como: Valorização de suas marcas; Aumento da confiança do consumidor no produto; Melhora da reputação da empresa; Integração com a comunidade; e Identificação com o consumidor. Fundada pela comunicadora Marta Rocha, a Atitude Brasil é responsável pela organização de grandes projetos, entre eles, o Festival Internacional de Fotografia de Paraty.

Jornalistas Responsáveis

Assistente de atendimento: Flávia Ferreira - e-mail: flavia@tramaweb.com.br - (11) 9270-4238
Gerente de atendimento: Ana Paula Dini - e-mail: ana_dini@tramaweb.com.br
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Diretora de atendimento: Leila Gasparindo - e-mail: leila@tramaweb.com.br

Sobre a Trama

Há 12 anos, a Trama Comunicação desenvolve e executa estratégias diferenciadas de relacionamento e comunicação para empresas e instituições de diversas áreas com foco em tecnologia, educação e inovação e sustentabilidade. Foi uma das agências pioneiras em oferecer e administrar a sala de imprensa das organizações na Internet e postar diariamente releases com informações a respeito dos clientes atendidos, baseada no conceito de comunicação interativa.

Preparada para atender marcas com presença na América Latina, possui sede em São Paulo e escritório em Buenos Aires, além de operar internacionalmente por meio de parcerias com agências locais. Entre os serviços oferecidos estão: auditoria de imagem e opinião, assessoria de imprensa, clipping digital, comunicação interna, comunicação interativa (blog corporativo, podcast, conteúdo para website, sala de imprensa interativa), organização de eventos, gestão de crises, media training, planejamento estratégico de comunicação, publicações corporativas e relações públicas.

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Jovens promovem cobertura em tempo real da Conferência Nacional de Juventude e entrevistam o Presidente Lula

A 1ª Conferência Nacional de Juventude, que acontece de 27 a 30 de abril, em Brasília, contará com a participação especial de cerca de 50 jovens representantes de 30 organizações juvenis e 13 Estados. Eles formam um grupo que pretende produzir notícias no formato de texto, imagens, áudio e vídeo para alimentar uma rede de publicações e sites de notícias de todo o Brasil.
Agência Consciência.Net; clique aqui


A cobertura feita por esses jovens repórteres comunitários é promovida pelo Projeto/ Revista Viração em parceria com a ONG Catavento Educação e Comunicação, Ciranda - Central de Notícias dos Direitos da Infância, a Fundação Friedrich Ebert e a Fundação Athos Bulcão.

Os 50 jovens desenvolvem projetos de comunicação e educação em suas comunidades, escolas e centros culturais e também participam de redes juvenis em nível nacional.

Um dia antes do evento, o grupo estará reunido em Brasília para debater e propor políticas públicas na área de comunicação, partilhar experiências e planejar os trabalhos para a cobertura.
Uma pauta que vem sendo construída há semanas é uma entrevista coletiva especial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prevista para dia 28 de abril.

Todo o conteúdo produzido estará disponível no site criado especialmente para a iniciativa: www.revistaviracao.org.br/juventude e nos sites das entidades que enviaram seus representantes e cobriram do próprio caixa as despesas de transporte até Brasília.

Serviço:
O quê: Cobertura jovem da 1ª Conferência Nacional da Juventude
Quando: de 27 a 30 de abril
Onde: Brasília (DF)

Contatos:
Projeto/Revista Viração e Agência Jovem de Notícias - Brasília (DF)
Paulo Lima: (11) 9946-6073
Ionara Silva: (61) 9815-2087
Fernanda Papa: (11) 8149-2489


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Jovens promovem cobertura em tempo real da Conferência Nacional de Juventude e entrevistam o Presidente Lula

A 1ª Conferência Nacional de Juventude, que acontece de 27 a 30 de abril, em Brasília, contará com a participação especial de cerca de 50 jovens representantes de 30 organizações juvenis e 13 Estados. Eles formam um grupo que pretende produzir notícias no formato de texto, imagens, áudio e vídeo para alimentar uma rede de publicações e sites de notícias de todo o Brasil.
Agência Consciência.Net; clique aqui


A cobertura feita por esses jovens repórteres comunitários é promovida pelo Projeto/ Revista Viração em parceria com a ONG Catavento Educação e Comunicação, Ciranda - Central de Notícias dos Direitos da Infância, a Fundação Friedrich Ebert e a Fundação Athos Bulcão.

Os 50 jovens desenvolvem projetos de comunicação e educação em suas comunidades, escolas e centros culturais e também participam de redes juvenis em nível nacional.

Um dia antes do evento, o grupo estará reunido em Brasília para debater e propor políticas públicas na área de comunicação, partilhar experiências e planejar os trabalhos para a cobertura.
Uma pauta que vem sendo construída há semanas é uma entrevista coletiva especial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prevista para dia 28 de abril.

Todo o conteúdo produzido estará disponível no site criado especialmente para a iniciativa: www.revistaviracao.org.br/juventude e nos sites das entidades que enviaram seus representantes e cobriram do próprio caixa as despesas de transporte até Brasília.

Serviço:
O quê: Cobertura jovem da 1ª Conferência Nacional da Juventude
Quando: de 27 a 30 de abril
Onde: Brasília (DF)

Contatos:
Projeto/Revista Viração e Agência Jovem de Notícias - Brasília (DF)
Paulo Lima: (11) 9946-6073
Ionara Silva: (61) 9815-2087
Fernanda Papa: (11) 8149-2489


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