Celso Lungaretti
(...) Da mesma forma que as setembradas de 40 anos atrás, a onda de ocupações de reitorias iniciada em 2007 marcou um novo renascimento do movimento estudantil brasileiro (...) >>
Túnel do tempo: tropas ocupam a USP, como na ditadura
Celso Lungaretti
Foi estarrecedora a postura de Serra, ao permitir que as tropas ocupassem várias unidades de uma instituição universitária, como resposta a uma simples greve de funcionários!
Foi estarrecedora a postura de Serra, ao permitir que as tropas ocupassem várias unidades de uma instituição universitária, como resposta a uma simples greve de funcionários!
Caso da agressão a estudantes da Mooca tem desfecho autoritário
Celso Lungaretti
O Conselho de Pais e Professores da Escola Estadual Professor Antônio Firmino de Proença, na Mooca (zona leste de São Paulo), depredada na última quinta-feira por um grupo de alunos revoltados com as cenas de brutalidade e abuso de poder por eles presenciadas, decidiu pedir à Secretaria da Educação a imediata remoção do cargo do diretor que, por incompetência e pusilaminidade, chamou a polícia para resolver um problema que um educador de verdade jamais delegaria a outrém (nem mesmo ao Juizado de Menores, que é quem deve ser acionado em tais ocorrências), daí decorrendo agressões chocantes.
O Conselho de Pais e Professores da Escola Estadual Professor Antônio Firmino de Proença, na Mooca (zona leste de São Paulo), depredada na última quinta-feira por um grupo de alunos revoltados com as cenas de brutalidade e abuso de poder por eles presenciadas, decidiu pedir à Secretaria da Educação a imediata remoção do cargo do diretor que, por incompetência e pusilaminidade, chamou a polícia para resolver um problema que um educador de verdade jamais delegaria a outrém (nem mesmo ao Juizado de Menores, que é quem deve ser acionado em tais ocorrências), daí decorrendo agressões chocantes.
Meninas e meninos mimados
por Antonio Ozaí da SilvaVejo crianças e jovens aborrecentes mimados, arrogantes e autoritários. Pais endividados e perdulários tudo fazem para atender os desejos dos pequenos reizinhos e princesinhas despóticos. Sentem-se culpados se não conseguem saciá-los. Acostumam os filhos a um padrão de consumo muitas vezes acima das possibilidades. Não conseguem voltar atrás, cortar gastos e os pequenos prazeres. Então, recorrem ao cheque especial, ao cartão de crédito, empréstimos etc. (...) Clique no título para ler.
O professor e o MST
A sala de aula não é “escola de formação de quadros” de partidos ou da organização “x”. A postura do professor, portanto, não deve ser a do “doutrinador político”, daquele que procura ganhar “corações e mentes” para a sua causa. Enquanto cidadão e pessoa pública, ele tem outros espaços para defender suas propostas e ideologia. Leia análise de Antonio Ozaí da Silva clicando no título.
Consciência.Net presente no FSM Amazônia 2009
A Revista Consciência.Net está com uma rede de colaboradores no Fórum Social Mundial e já começa a publicar a partir desta sexta (30), até o final do mês de fevereiro, as reportagens produzidas durante o FSM Amazônia 2009.Como a quantidade de atividades interessantes é enorme, estaremos publicando pouco a pouco, ao longo do mês, um resumo das nossas impressões – até porque a infra em Belém não é lá das melhores.
Destaque para os textos da nova colaboradora Mariana Borgerth sobre a luta dos povos indígenas da região, a questão do desmatamento e o que os povos brasileiros e indígenas têm feito, bem como a visita à Ilha de Marajó - supostamente um “lugar paradisíaco” -, feita pelo repórter Gustavo Barreto, expondo a sofrida situação do povo local por conta da alta concentração fundiária.
Isso e muito mais clicando aqui!
Contra o massacre e a destruição da Universidade Islâmica de Gaza
Em documento, acadêmicos brasileiros e estrangeiros se posicionam contra a violência na Faixa de Gaza. “Usa-se o mesmo sofisma com o qual se ataca o povo de Gaza: os estudantes e os professores da Universidade seriam do Hamas, pretexto idêntico àquele utilizado pelos regimes fascistas para decretar a morte da cultura (...)”. Leia na íntegra clicando aqui.
Heresias modernas
Se formulações como “toda regra tem exceção” são da ordem do divino, tal como é o desprezo geral pela educação pública, faz sentido que quem, de posse de boas condições financeiras, coloque seu filho na escola pública por ideologia se torne um herege. Análise de Gustavo Barreto, clique no título.
Crianças e jovens Sem Terra lutam por educação do campo
Cerca de 300 crianças e jovens de acampamentos e assentamentos do MST em todo o estado de Pernambuco realizam, nesta terça-feira (21), um ato por escola e educação no campo. Neste momento, eles estão saindo em marcha da Assembléia Legislativa e se dirigindo para a Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco, onde esperam ser atendidos pelo Secretário de Educação, Danilo Cabral, para quem entregarão uma pauta de reivindicações.
Entre os itens da pauta estão a construção de escolas de educação básica em Assentamentos da Reforma Agrária e um maior investimento do Governo em programas de alfabetização e escolarização de jovens e adultos.
“O MST vem buscando mudar a geografia do campo, procurando superar o estado de precariedade que se encontra a educação, em especial nesta região”, diz Erivan Hilario, da Direção Estadual do MST e do Setor de Educação. “Temos desenvolvidos diversos projetos e alternativas nesse sentido, mas é preciso ter clareza de que muitos problemas persistem e que é necessária uma ação mais eficaz do Estado frente à problemática educacional”. Clique no título para ler mais.
Entre os itens da pauta estão a construção de escolas de educação básica em Assentamentos da Reforma Agrária e um maior investimento do Governo em programas de alfabetização e escolarização de jovens e adultos.
“O MST vem buscando mudar a geografia do campo, procurando superar o estado de precariedade que se encontra a educação, em especial nesta região”, diz Erivan Hilario, da Direção Estadual do MST e do Setor de Educação. “Temos desenvolvidos diversos projetos e alternativas nesse sentido, mas é preciso ter clareza de que muitos problemas persistem e que é necessária uma ação mais eficaz do Estado frente à problemática educacional”. Clique no título para ler mais.
III Seminário de Epistemologia e Teorias da Educação
O III Seminário de Epistemologia e Teorias da Educação - EPISTED e o IV Colóquio de epistemologia GTT do CBCE ocorrerão dias 9, 10 e 11 de dezembro de 2008 no Salão Nobre da Faculdade de Educação da UNICAMP. Temática geral: Epistemologias, teorias do conhecimento na pesquisa em Educação e Educação Física: as reações aos pós-modernismos. Informações completas clicando no título.
Viúva de Paulo Freire faz carta de repúdio à Revista Veja
Na edição de 20 de agosto, a revista Veja publicou a reportagem O que estão ensinando a ele?. De autoria de Monica Weinberg e Camila Pereira, ela foi baseada em pesquisa sobre qualidade do ensino no Brasil. Entre as linhas da reportagem podemos encontrar isso:“Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo. Ou idolatram personagens arcanos sem contribuição efetiva à civilização ocidental, como o educador Paulo Freire, autor de um método de doutrinação esquerdista disfarçado de alfabetização [...]”
Em resposta, Nita, viúva de Paulo Freire, publicou no blog do jornalista Luis Carlos Azenha (www.viomundo.com.br) uma carta de repúdio: “Como educadora, historiadora, ex-professora da PUC e da Cátedra Paulo Freire e viúva do maior educador brasileiro PAULO FREIRE -- e um dos maiores de toda a história da humanidade --, quero registrar minha mais profunda indignação e repúdio ao tipo de jornalismo, que, a cada semana a revista VEJA oferece às pessoas ingênuas ou mal intencionadas de nosso país. [...]”
Você pode ler a carta na íntegra clicando no título, no Em Dia Com a Cidadania.
Programa de Bolsa Institucional de Iniciação à Docência tem inscrições abertas
Estão abertas as inscrições para o Programa de Bolsa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid), da Coordenção de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC). Os recursos do Pibid para 2008 são da ordem de R$ 39 milhões. O objetivo do Programa de Bolsa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid) é contribuir para o aumento das médias das escolas participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O programa beneficia alunos de cursos de licenciatura e pedagogia de instituições federais de educação superior (Ifes), com o objetivo de incentivar a carreira do magistério nas áreas da educação básica com maior carência de professores, como ciência e matemática de 5ª a 8ª série do ensino fundamental e física, química, biologia e matemática para o ensino médio. As propostas serão aceitas pela CAPES em fluxo contínuo. Informações adicionais clicando no título.
O programa beneficia alunos de cursos de licenciatura e pedagogia de instituições federais de educação superior (Ifes), com o objetivo de incentivar a carreira do magistério nas áreas da educação básica com maior carência de professores, como ciência e matemática de 5ª a 8ª série do ensino fundamental e física, química, biologia e matemática para o ensino médio. As propostas serão aceitas pela CAPES em fluxo contínuo. Informações adicionais clicando no título.
Manobras, trapaças e coação para desmembrar a base dos ANDES-SN
Não é preciso ser um estudioso do Direito para saber que os procedimentos adotados pela CUT para o desmembramento do ANDES-SN são ilegais e ilegítimos. Leia artigo do professor Roberto Leher no Jornal Brasil de Fato clicando no título.
Concurso promove educação por meio de tecnologias sociais
A Fundação Banco do Brasil e a revista Fórum estão promovendo um concurso de abragência nacional, direcionado principalmente para professores da rede pública e educadores de ensino não formal, chamado "Aprender e Ensinar Tecnologias Sociais". Proposta é resgatar o protagonismo do educador e divulgar as tecnologias sociais que conseguiram mudar a realidade de diversos locais no Brasil.Entende-se por tecnologia social técnicas e métodos simples, de fácil reaplicação e baixo custo, que resolvem problemas de diversas áreas. Exemplos são o soro caseiro, as cisternas ou as mandalas do sertão nordestino. Mas há muitas outras técnicas sendo desenvolvidas e outras já consolidadas no país.
Os 50 melhores projetos em Tecnologia Social serão publicados num livro e os 5 melhores ganharão uma passagem para apresentarem seu projeto no Fórum Social Mundial que acontece em Belém do Pará em 2009.
Objetivo é levar a discussão sobre soluções reaplicáveis de transformação social para as escolas públicas do ensino fundamental
As tecnologias sociais têm mudado a cara de muitas cidades em todas as regiões do Brasil. Com produtos, técnicas e metodologias simples e reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade, é possível encontrar soluções efetivas de transformação social.
São idéias como as cisternas para armazenar água em regiões que convivem com longos períodos de estiagem. Ou transformar o bairro em escola, usando o salão da igreja e a quadra do centro esportivo para atividades educativas fora do horário de aula.
Com o objetivo de difundir o conceito e as práticas de tecnologia social é que foi criado o Concurso Aprender e Ensinar Tecnologias Sociais. Ao final da iniciativa, cinco professores, um de cada região do país, serão premiados com uma viagem para o Fórum Social Mundial 2009, em Belém (PA). A idéia é incentivar professores a levar o tema da Tecnologia Social para a escola, com atividades junto aos estudantes.
Sobre a Revista Fórum
Em bancas desde setembro de 2001, a revista Fórum se consolida como uma das mais confiáveis fontes de informação das organizações da sociedade civil. Inspirada no Fórum Social Mundial, seu projeto editorial destaca temas como educação, alternativas sociais e ambientais e debate sobre as políticas públicas no Brasil e na América Latina. A publicação também é referência entre universitários por dedicar importante espaço ao debate intelectual, realizando sempre entrevistas de impacto com personalidades do mundo acadêmico.Além de seu conteúdo diferenciado, Fórum é a única revista distribuída mensalmente em bancas impressa 100% em papel reciclado. Com esta opção, feita a partir de setembro de 2005, marca o seu compromisso com a responsabilidade sócio-ambiental. Circula nas 100 mais importantes cidades do país – com uma tiragem de 20 mil exemplares -, incluindo todas as capitais, e atinge um público qualificado e formador de opinião, do qual se destacam professores e profissionais de Educação, que utilizam exemplares da revista inclusive como apoio em sala de aula, além de militantes e ativistas sociais.
Após sete anos de publicação, um conjunto de ações comemorará o aniversário da revista Fórum. Uma delas é o “Concurso Aprender e Ensinar Tecnologias Sociais”, que em parceria com a Fundação Banco do Brasil difundirá, dentro das escolas públicas de ensino fundamental e em espaços de educação não-formal de todo o país, o conceito e as práticas relacionados ao tema.
Inscrições
Professores da rede pública de ensino fundamental e de espaços não-formais de educação podem participar. As inscrições são feitas pela internet, no site www.revistaforum.com.br/ts . No ato da inscrição, o educador ganha uma assinatura da Fórum até fevereiro de 2009 e um exemplar do livro “Geração de Trabalho e Renda”.
Mais informações:
Fernanda Lima
Elizabeth Oliveira
(11) 3813-1836
_______________________________________
www.consciencia.net
Concurso promove educação por meio de tecnologias sociais
A Fundação Banco do Brasil e a revista Fórum estão promovendo um concurso de abragência nacional, direcionado principalmente para professores da rede pública e educadores de ensino não formal, chamado "Aprender e Ensinar Tecnologias Sociais". Proposta é resgatar o protagonismo do educador e divulgar as tecnologias sociais que conseguiram mudar a realidade de diversos locais no Brasil.Entende-se por tecnologia social técnicas e métodos simples, de fácil reaplicação e baixo custo, que resolvem problemas de diversas áreas. Exemplos são o soro caseiro, as cisternas ou as mandalas do sertão nordestino. Mas há muitas outras técnicas sendo desenvolvidas e outras já consolidadas no país.
Os 50 melhores projetos em Tecnologia Social serão publicados num livro e os 5 melhores ganharão uma passagem para apresentarem seu projeto no Fórum Social Mundial que acontece em Belém do Pará em 2009.
Objetivo é levar a discussão sobre soluções reaplicáveis de transformação social para as escolas públicas do ensino fundamental
As tecnologias sociais têm mudado a cara de muitas cidades em todas as regiões do Brasil. Com produtos, técnicas e metodologias simples e reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade, é possível encontrar soluções efetivas de transformação social.
São idéias como as cisternas para armazenar água em regiões que convivem com longos períodos de estiagem. Ou transformar o bairro em escola, usando o salão da igreja e a quadra do centro esportivo para atividades educativas fora do horário de aula.
Com o objetivo de difundir o conceito e as práticas de tecnologia social é que foi criado o Concurso Aprender e Ensinar Tecnologias Sociais. Ao final da iniciativa, cinco professores, um de cada região do país, serão premiados com uma viagem para o Fórum Social Mundial 2009, em Belém (PA). A idéia é incentivar professores a levar o tema da Tecnologia Social para a escola, com atividades junto aos estudantes.
Sobre a Revista Fórum
Em bancas desde setembro de 2001, a revista Fórum se consolida como uma das mais confiáveis fontes de informação das organizações da sociedade civil. Inspirada no Fórum Social Mundial, seu projeto editorial destaca temas como educação, alternativas sociais e ambientais e debate sobre as políticas públicas no Brasil e na América Latina. A publicação também é referência entre universitários por dedicar importante espaço ao debate intelectual, realizando sempre entrevistas de impacto com personalidades do mundo acadêmico.Além de seu conteúdo diferenciado, Fórum é a única revista distribuída mensalmente em bancas impressa 100% em papel reciclado. Com esta opção, feita a partir de setembro de 2005, marca o seu compromisso com a responsabilidade sócio-ambiental. Circula nas 100 mais importantes cidades do país – com uma tiragem de 20 mil exemplares -, incluindo todas as capitais, e atinge um público qualificado e formador de opinião, do qual se destacam professores e profissionais de Educação, que utilizam exemplares da revista inclusive como apoio em sala de aula, além de militantes e ativistas sociais.
Após sete anos de publicação, um conjunto de ações comemorará o aniversário da revista Fórum. Uma delas é o “Concurso Aprender e Ensinar Tecnologias Sociais”, que em parceria com a Fundação Banco do Brasil difundirá, dentro das escolas públicas de ensino fundamental e em espaços de educação não-formal de todo o país, o conceito e as práticas relacionados ao tema.
Inscrições
Professores da rede pública de ensino fundamental e de espaços não-formais de educação podem participar. As inscrições são feitas pela internet, no site www.revistaforum.com.br/ts . No ato da inscrição, o educador ganha uma assinatura da Fórum até fevereiro de 2009 e um exemplar do livro “Geração de Trabalho e Renda”.
Mais informações:
Fernanda Lima
Elizabeth Oliveira
(11) 3813-1836
_______________________________________
www.consciencia.net
Guatemala promove Fórum em defesa da educação pública
Acontece de 8 e 10 de outubro, na Cidade de Guatemala, o Fórum por uma Educação Pública de Qualidade na América, promovido pela Rede Social para a Educação Pública nas Américas. A Rede SEPA é uma entidade que engloba organizações sindicais e sociais do Continente Americano que se preocupam com a melhoria da educação pública, como instituição imprescindível para o desenvolvimento democrático e a proteção dos direitos humanos.O objetivo do encontro é construir modelos educativos democráticos que respondam às necessidades sociais, econômicas e culturais dos povos latino-americanos. O fórum, que contará com a presença de toda a comunidade educativa - professores, estudantes, pais, pesquisadores e representantes dos Ministérios de Educação de vários países - integra as atividades do III Fórum Social das Américas (FSA) a ser realizado de 7 a 12 de outubro, também na Cidade de Guatemala. Mais informações no site do Fórum Social das Américas (clique no título).
UFRJ convida escolas para parceria em Projeto de Direitos Humanos
O Projeto Diversidade Sexual na Escola, vinculado ao Programa Papo Cabeça, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, está convidando escolas da rede pública de ensino da região metropolitana do Rio de Janeiro para estabelecer parceria em uma ação de promoção de Direitos Humanos e Combate à Homofobia e ao Sexismo na escola.
UFRJ convida escolas para parceria em Projeto de Direitos Humanos
O Projeto Diversidade Sexual na Escola, vinculado ao Programa Papo Cabeça, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, está convidando escolas da rede pública de ensino da região metropolitana do Rio de Janeiro para estabelecer parceria em uma ação de promoção de Direitos Humanos e Combate à Homofobia e ao Sexismo na escola.
A proposta prevê a realização, na escola, de atividades com educadores, estudantes e responsáveis, para discutir a Diversidade Sexual e de Identidades de Gênero, especialmente no contexto escolar, durante o segundo semestre de 2008.
O Projeto Diversidade Sexual na Escola iniciou suas atividades em 2006. Ao longo destes três anos de atuação, o Projeto focou suas ações especificamente nos profissionais da educação. Gestores/as, professores/as, técnicos/as e administrativos/as. Ao longo desse trabalho foi grande a demanda dos educadores para que o projeto de alguma forma atuasse junto ao restante da comunidade escolar, especialmente com os estudantes.
A realização pontual de uma oficina sem dúvida já gera (e gerou) resultados, modificações no debate e na ação da escola com relação à diversidade sexual. No entanto, percebemos nesse momento que se torna fundamental aumentarmos o grau de interação com a escola, incidindo não só junto aos educadores, mas atingindo de forma integral à toda a comunidade escolar.
Por outro lado, cada um desses atores – educadores, alunos, responsáveis – demandam diferentes conteúdos para debate e estratégias de diálogo. Assim, o Projeto propõe a realização de três atividades básicas na interação com cada escola atingida:
• Realização de uma Oficina de Sensibilização com os Profissionais da Educação
• Realização de uma Oficina de Sensibilização com mães, pais e responsáveis
• Realização de um espetáculo de Teatro-Fórum tendo como público alvo os estudantes
As escolas interessadas em formar uma parceria ou obter mais informações sobre essa ação, podem entrar em contato direto conosco:
_______________________________________
www.consciencia.net
A proposta prevê a realização, na escola, de atividades com educadores, estudantes e responsáveis, para discutir a Diversidade Sexual e de Identidades de Gênero, especialmente no contexto escolar, durante o segundo semestre de 2008.
O Projeto Diversidade Sexual na Escola iniciou suas atividades em 2006. Ao longo destes três anos de atuação, o Projeto focou suas ações especificamente nos profissionais da educação. Gestores/as, professores/as, técnicos/as e administrativos/as. Ao longo desse trabalho foi grande a demanda dos educadores para que o projeto de alguma forma atuasse junto ao restante da comunidade escolar, especialmente com os estudantes.
A realização pontual de uma oficina sem dúvida já gera (e gerou) resultados, modificações no debate e na ação da escola com relação à diversidade sexual. No entanto, percebemos nesse momento que se torna fundamental aumentarmos o grau de interação com a escola, incidindo não só junto aos educadores, mas atingindo de forma integral à toda a comunidade escolar.
Por outro lado, cada um desses atores – educadores, alunos, responsáveis – demandam diferentes conteúdos para debate e estratégias de diálogo. Assim, o Projeto propõe a realização de três atividades básicas na interação com cada escola atingida:
• Realização de uma Oficina de Sensibilização com os Profissionais da Educação
• Realização de uma Oficina de Sensibilização com mães, pais e responsáveis
• Realização de um espetáculo de Teatro-Fórum tendo como público alvo os estudantes
As escolas interessadas em formar uma parceria ou obter mais informações sobre essa ação, podem entrar em contato direto conosco:
Telefone: (21) 2598-1892 / 9696
Email: diversidadeppc@me.ufrj.br
Site: www.papocabeca.me.ufrj.br/diversidade
_______________________________________
www.consciencia.net
UFRJ convida escolas para parceria em Projeto de Direitos Humanos
O Projeto Diversidade Sexual na Escola, vinculado ao Programa Papo Cabeça, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, está convidando escolas da rede pública de ensino da região metropolitana do Rio de Janeiro para estabelecer parceria em uma ação de promoção de Direitos Humanos e Combate à Homofobia e ao Sexismo na escola.
A proposta prevê a realização, na escola, de atividades com educadores, estudantes e responsáveis, para discutir a Diversidade Sexual e de Identidades de Gênero, especialmente no contexto escolar, durante o segundo semestre de 2008.
O Projeto Diversidade Sexual na Escola iniciou suas atividades em 2006. Ao longo destes três anos de atuação, o Projeto focou suas ações especificamente nos profissionais da educação. Gestores/as, professores/as, técnicos/as e administrativos/as. Ao longo desse trabalho foi grande a demanda dos educadores para que o projeto de alguma forma atuasse junto ao restante da comunidade escolar, especialmente com os estudantes.
A realização pontual de uma oficina sem dúvida já gera (e gerou) resultados, modificações no debate e na ação da escola com relação à diversidade sexual. No entanto, percebemos nesse momento que se torna fundamental aumentarmos o grau de interação com a escola, incidindo não só junto aos educadores, mas atingindo de forma integral à toda a comunidade escolar.
Por outro lado, cada um desses atores – educadores, alunos, responsáveis – demandam diferentes conteúdos para debate e estratégias de diálogo. Assim, o Projeto propõe a realização de três atividades básicas na interação com cada escola atingida:
• Realização de uma Oficina de Sensibilização com os Profissionais da Educação
• Realização de uma Oficina de Sensibilização com mães, pais e responsáveis
• Realização de um espetáculo de Teatro-Fórum tendo como público alvo os estudantes
As escolas interessadas em formar uma parceria ou obter mais informações sobre essa ação, podem entrar em contato direto conosco:
_______________________________________
www.consciencia.net
A proposta prevê a realização, na escola, de atividades com educadores, estudantes e responsáveis, para discutir a Diversidade Sexual e de Identidades de Gênero, especialmente no contexto escolar, durante o segundo semestre de 2008.
O Projeto Diversidade Sexual na Escola iniciou suas atividades em 2006. Ao longo destes três anos de atuação, o Projeto focou suas ações especificamente nos profissionais da educação. Gestores/as, professores/as, técnicos/as e administrativos/as. Ao longo desse trabalho foi grande a demanda dos educadores para que o projeto de alguma forma atuasse junto ao restante da comunidade escolar, especialmente com os estudantes.
A realização pontual de uma oficina sem dúvida já gera (e gerou) resultados, modificações no debate e na ação da escola com relação à diversidade sexual. No entanto, percebemos nesse momento que se torna fundamental aumentarmos o grau de interação com a escola, incidindo não só junto aos educadores, mas atingindo de forma integral à toda a comunidade escolar.
Por outro lado, cada um desses atores – educadores, alunos, responsáveis – demandam diferentes conteúdos para debate e estratégias de diálogo. Assim, o Projeto propõe a realização de três atividades básicas na interação com cada escola atingida:
• Realização de uma Oficina de Sensibilização com os Profissionais da Educação
• Realização de uma Oficina de Sensibilização com mães, pais e responsáveis
• Realização de um espetáculo de Teatro-Fórum tendo como público alvo os estudantes
As escolas interessadas em formar uma parceria ou obter mais informações sobre essa ação, podem entrar em contato direto conosco:
Telefone: (21) 2598-1892 / 9696
Email: diversidadeppc@me.ufrj.br
Site: www.papocabeca.me.ufrj.br/diversidade
_______________________________________
www.consciencia.net
SP: Escolas vão abordar a diversidade sexual
Fabiano Ormaneze, Agência Anhangüera - Os alunos das escolas públicas do Estado de São Paulo terão, a partir do ano que vem, aulas em que o assunto vai ser o respeito à diversidade sexual. Por determinação da Secretaria de Estado da Educação, todos os professores deverão trabalhar com o tema, de forma interdisciplinar, em aulas a partir da 7 série do Ensino Fundamental. O objetivo é difundir entre os alunos o respeito à orientação sexual, além de quebrar tabus e dúvidas dos estudantes sobre a sexualidade.
O projeto da secretaria, apesar de ser o primeiro a abordar o tema de forma que integre todas as 5,5 mil escolas da rede estadual de São Paulo, segue uma tendência já apontada pelo Ministério da Educação (MEC), que, desde 2005, mantém cursos de capacitação sobre o tema para professores, disponibilizando inclusive materias para o trabalho nas escolas. Leia matéria da Agência Anhangüera clicando no título.
O projeto da secretaria, apesar de ser o primeiro a abordar o tema de forma que integre todas as 5,5 mil escolas da rede estadual de São Paulo, segue uma tendência já apontada pelo Ministério da Educação (MEC), que, desde 2005, mantém cursos de capacitação sobre o tema para professores, disponibilizando inclusive materias para o trabalho nas escolas. Leia matéria da Agência Anhangüera clicando no título.
Assinar:
Postagens (Atom)
Contra o massacre e a destruição da Universidade Islâmica de Gaza
Enquanto a carnificina causada pelo ataque israelense à Faixa de Gaza nos enche de horror, tristeza e indignação, um fato, em particular, nos obriga a nos manifestar: a destruição da Universidade Islâmica de Gaza. Assim como as universidades católicas e pontifícias em todo o mundo, a Universidade de Gaza é uma instituição dedicada ao ensino e à pesquisa acadêmica.
Devido à negação ao acesso e compartimentação da vida nos territórios palestinos, a Universidade Islâmica tornou-se ainda mais importante para a população jovem de Gaza, impedida de cursar faculdades na Cisjordânia, em Israel ou no exterior, inclusive quando são aceitos como bolsistas.
A Universidade atende mais de 20.000 estudantes, 60% dos quais são mulheres. Formada por 10 faculdades, oferece cursos de graduação e pós-graduação em educação, religião, arte, comércio, direito, engenharias, ciências exatas, medicina e enfermagem. Usa-se o mesmo sofisma com o qual se ataca o povo de Gaza: os estudantes e os professores da Universidade seriam do Hamas, pretexto idêntico àquele utilizado pelos regimes fascistas para decretar a morte da cultura. O que querem é a morte da memória, da história e da identidade do povo palestino.
Os signatários desta carta condenam toda violência e lamentam cada morte, seja em Israel, seja nos Territórios Palestinos Ocupados ilegalmente por Israel. Mas não podemos aceitar calados que seja lançado literalmente aos escombros o direito à educação, à dignidade, à vida nessa pequena faixa de terra onde há décadas a população vive na mais absoluta negação. Ao atacar o direito à educação e à cultura em Gaza, coloca-se à prova a educação e a cultura mundiais.