Indústria farmacêutica incentiva "memória fraca" na mídia

Por Gustavo Barreto (*), da redação

O jornal Folha de S. Paulo está selecionando projetos de pesquisa sobre a história do jornalismo brasileiro, com patrocínio da maior transnacional farmacêutica do planeta, a Pfizer (...)

'Folha': Quando o "erramos" pretende encobrir a fraude

Jornal Folha de S. Paulo sabia sobre falsidade de documento que atacava ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, mas preferiu fraudar reportagem. O documento, inicialmente vinculado ao DOPS, eram spam. Análise da professora Sylvia Moretzsohn, publicada no Observatório da Imprensa. Leia mais.

A controvérsia iniciada pela Folha de S.Paulo em 5 de abril, com a extensa matéria que vinculava a atual ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao planejamento do sequestro do então ministro Delfim Netto, em 1969, atingiu um novo patamar com o texto publicado sábado (25/4). O título, oblíquo, dissimula: "Autenticidade de ficha de Dilma não é provada". Ali o jornal – em matéria enviada pela sucursal do Rio, e não produzida na sede – reconhece dois "erros": o crédito, como "Arquivo [do] Dops", dado à reprodução de um documento que, na verdade, fora enviado por e-mail à repórter, e o fato de haver tratado como autêntica uma ficha cuja origem não podia comprovar.

Este Observatório reagiu com agilidade à matéria, acusando no dia seguinte o "erramos envergonhado" e afirmando: "Folha publicou ficha falsa de Dilma". No entanto, errou, também, duplamente: primeiro, ao dizer que o jornal havia reconhecido ser "falsa" a tal ficha; segundo, e mais importante, ao tratar como "erro" algo que é evidentemente uma fraude. Delimitar com clareza a distinção entre uma coisa e outra é fundamental para uma crítica justa, dadas as implicações – jurídicas, inclusive – que cada uma dessas práticas importa.

As diferenças entre erro e fraude

Erro, como se sabe, é algo casual, involuntário, que "acontece". Pode ser banal e irrelevante, pode ser grave, gravíssimo e produzir consequências catastróficas, pode resultar de incompetência ou de informações insuficientes, mas será sempre um acidente. É, como se costuma dizer, uma característica da espécie humana. No caso do jornalismo, o ritmo sempre acelerado de produção, aliado ao irracionalismo que domina a competitividade na era do "tempo real", costumam ser a principal justificativa – quando não a desculpa – para os erros que se multiplicam no noticiário cotidiano. Foi um erro, por exemplo, o anúncio da queda do avião da Pantanal em São Paulo, em maio do ano passado; foi um erro assumir como verdadeira a denúncia da brasileira que teria sido torturada por skinheads na Suíça.

Não é o caso dessa história sobre a ficha da ministra: desde sempre, a Folha sabia da origem do documento e também sabia que não havia confirmado sua autenticidade. No entanto, vendeu-o como fidedigno e falseou a fonte. Não apenas no minúsculo "Arquivo Dops" que aparece como crédito, mas no escancarado FICHA DE DILMA ROUSSEFF NO DOPS, menor apenas que o título da chamada de capa da edição de 5 de abril.

Obrigada a recuar, diante das investigações realizadas por iniciativa da própria Casa Civil, que demonstraram a inexistência daquele modelo de ficha no Arquivo Público de São Paulo, e da carta que a ministra escreveu ao ombudsman, a Folha optou pelo contorcionismo verbal – para não dizer ético – e acusou um singelo "erro técnico" na classificação dos documentos utilizados para a reportagem, que teria originado a identificação equivocada da fonte.

É verossímil que uma reportagem que custou quatro meses de pesquisa – segundo artigo neste mesmo Observatório ["Uma releitura da Folha e da fonte", em 8/4] – possa descurar de algo tão elementar como a catalogação correta daquela ficha?

Pérola de cinismo

Já muito se especulou sobre as intenções dessa reportagem. É muito óbvio que, se o jornal estivesse comprometido com o nobre propósito de zelar pela "memória da ditadura", não teria qualquer motivo para explorar a figura da ministra: afinal, todas as informações sobre o planejamento do sequestro-que-não-houve foram dadas por Antonio Espinosa, o comandante militar da organização guerrilheira. Como argumentou o ombudsman em sua primeira crítica sobre a matéria, o correto seria utilizar como ilustração a ficha de Espinosa.

Mas quem conhece Espinosa?

Por outro lado, quem desconhece Dilma?

Então é muito óbvio: a título de "memória da ditadura", o jornal alardeia, jogando com o tamanho das letras: "Grupo de DILMA planejou sequestro de DELFIM NETTO". E "ilustra" a chamada com a reprodução da tal ficha policial.

É óbvio demais: a publicação de fotos ou cópias de documentos só se justifica como comprovação de fatos. Por isso, precisam ser fidedignos. Porém a Folha decidiu publicar um documento cuja origem desconhece e que "está circulando há mais de um ano pela internet". Entretanto, só nos diz isso agora, desculpando-se pelo "erro", que nem foi tão grave assim: afinal, a autenticidade "não pode ser assegurada – bem como não pode ser descartada".

Esta pérola de cinismo – esse cinismo que campeia nas redações e que exige de todos os que vivem ou passaram por essa experiência um estômago de avestruz para discutir a sério tais argumentos –, esta pérola de cinismo tem, no entanto, efeito oposto ao pretendido: só ajuda a escancarar a fraude, que induz o público a erro e o leva a duvidar do jornal que lê.

Testando hipóteses

Todo mundo sabe que o principal capital de um jornal é a sua credibilidade. Todo mundo sabe que vender gato por lebre é fraude. Nem se fale do ponto de vista ético, mas dos interesses mais comezinhos de sobrevivência, que orientam qualquer comerciante em seus cálculos. Por isso, o espanto: sabendo que seria inevitável a descoberta da fraude, como foi possível tamanha irresponsabilidade?

Talvez a resposta esteja na já famosa teoria do teste de hipóteses, como observaram aqui mesmo, em comentário, o professor Samuel Lima e, em seu blog, o jornalista Luiz Carlos Azenha: a Folha estaria apenas testando a hipótese da autenticidade do documento – bem de acordo, aliás, com outra hipótese, tão cara ao "jornalismo colaborativo", de publicar primeiro e confirmar depois. De minha parte, sugiro outras duas. A primeira (da matéria original): a principal fonte implicada, uma ministra de Estado, não iria correr atrás da informação; a segunda (do atual "erramos"): o público é idiota.

Tão idiota que nem deve ter notado a ausência de um mísero registro desse "erramos" na capa, como seria compatível com um mínimo critério de proporcionalidade. Tão idiota que pode, por isso mesmo, ser convencido de que a autorregulação é mesmo o melhor caminho para a garantia de uma imprensa livre, democrática e responsável. Tão idiota que não deve achar necessário o esclarecimento cabal desse escândalo.



Publicado originalmente no Observatório da Imprensa, clique aqui para acessar.

Doze regras de redação da grande mídia internacional quando a noticia é do Oriente

A cobertura parcial da imprensa possui doze preceitos, segundo texto enviado por leitor ao Blog da Carta Maior. Vale a pena conferir. Leia aqui.

1) No Oriente Médio são sempre os árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se represália.

2) Os árabes, palestinos ou libaneses não tem o direito de matar civis. Isso se chama “terrorismo”.

3) Israel tem o direito de matar civis. Isso se chama “legitima defesa”.

4) Quando Israel mata civis em massa, as potencias ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama “Reação da Comunidade Internacional”.

5) Os palestinos e os libaneses não tem o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isto se chama “Sequestro de pessoas indefesas.”

6) Israel tem o direito de seqüestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinos e libaneses desejar. Atualmente são mais de 10 mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter seqüestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinos. Isto se chama “Prisão de terroristas”.

7) Quando se menciona a palavra “Hezbollah”, é obrigatória a mesma frase conter a expressão “apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã”.

8) Quando se menciona “Israel”, é proibida qualquer menção à expressão “apoiada e financiada pelos EUA”. Isto pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.

9) Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões “Territórios ocupados”, “Resoluções da ONU”, “Violações dos Direitos Humanos” ou “Convenção de Genebra”.

10) Tanto os palestinos quanto os libaneses são sempre “covardes”, que se escondem entre a população civil, que “não os quer”. Se eles dormem em suas casas, com suas famílias, a isso se dá o nome de “Covardia”. Israel tem o direito de aniquilar com bombas e mísseis os bairros onde eles estão dormindo. Isso se chama “Ação Cirúrgica de Alta Precisão”.

11) Os israelenses falam melhor o inglês, o francês, o espanhol e o português que os árabes. Por isso eles e os que os apóiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redação (de 1 a 10) ao grande público. Isso se chama “Neutralidade jornalística” ou “Imparcialidade jornalística”.

12) Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são “Terroristas anti-semitas de Alta Periculosidade”.

(Texto francês anônimo, enviado por leitor ao Blog da Carta Maior, visualizado no site do Pravda em português aqui)

Difusão da Comunicação será tema do 1º Fórum de Mídia do Sul Fluminense

Do jornal A Voz da Cidade - Edição 11.508, em 28/10/2008 - Difusão da Comunicação será o tema principal do 1º Fórum de Mídia Livre do Sul Fluminense a ser realizado no município. O evento, que vai acontecer sábado (1/11), contará com a participação de professores, jornalistas, pesquisadores, estudantes e interessados em discutir a produção e difusão da comunicação na cidade e região.

Interessados em participar do evento devem fazer suas inscrições, gratuitamente, na Livraria Veredas, no Pontual Shopping, Vila Santa Cecília, ou pelo e-mail midialivresulflu@gmail.com

Segundo os organizadores do evento, a idéia é criar propostas alternativas e democráticas de produção de conteúdo, em que a sociedade possa se reconhecer nos meios de comunicação. Os organizadores informaram ainda que a ocupação, reformulação e construção de espaços contra-hegemônicos no campo da comunicação serão colocadas em debate.

De acordo com a programação, às 14 horas haverá palestras e debates no Colégio Estadual Manuel Marinho, na Vila Santa Cecília. Irão ministrar as palestras Oona Castro; Claúdia de Abreu, da TV Comunitária de Niterói; Arthur William, da Executiva Nacional dos estudantes de Comunicação Social; além de Leandro Uchoas, que irá discutir com os convidados o Fórum de Mídia Livre.

Para as 19 horas estão marcadas apresentações culturais no 2º piso do Pontual Shopping, na Vila Santa Cecília. Durante o evento haverá ainda lançamento de livros, esquetes teatrais, declamação de poesias, malabares e apresentações musicais com as bandas Tio Chico e Rádio Caos.

Comentário: Obrigatoriedade para comércio de informação, concessionárias e órgãos públicos

"Compreendendo a função social de um jornalista no Brasil, mas sem descartar as mudanças causadas pela convergência das mídias, escrevo esta proposta. Não pretendo repetir os argumentos a favor e contra a obrigatoriedade do diploma. Ambos não dão conta de todos os fatores envolvidos nesta complexa questão. Minha sugestão vai no sentido de regulamentar o exercício da profissão dentro de um contexto definido, apontando a exigência do diploma somente nas mídias concessionárias e em atividades de comércio da informação." Conheça a proposta do estudante Arthur William, no Observatório da Imprensa, clicando no título.

Comentário: Graves inconvenientes

Gustavo Barreto, da redação

O tal jornalismo ficaria muito mais interessante se os ditos jornalistas se abrissem para o mundo (em vez de fecharem a pauta todos os dias), o que acabaria por causar um retrocesso imenso (porém produtivo), segundo nos conta Montaigne (1533-1592), no livro 1 dos Ensaios, capítulo 31:

“(...) O homem que tinha a meu serviço, e que voltava do Novo Mundo, era simples e grosseiro de espírito, o que dá maior valor a seu testemunho. As pessoas dotadas de finura observam melhor e com mais cuidado as coisas, mas comentam o que vêem e, a fim de valorizar sua interpretação, persuadir, não podem deixar de alterar um pouco a verdade (...)" Leia mais na Revista NOVAE, clicando no título.

Viúva de Paulo Freire faz carta de repúdio à Revista Veja

Na edição de 20 de agosto, a revista Veja publicou a reportagem O que estão ensinando a ele?. De autoria de Monica Weinberg e Camila Pereira, ela foi baseada em pesquisa sobre qualidade do ensino no Brasil. Entre as linhas da reportagem podemos encontrar isso:

“Muitos professores brasileiros se encantam com personagens que em classe mereceriam um tratamento mais crítico, como o guerrilheiro argentino Che Guevara, que na pesquisa aparece com 86% de citações positivas, 14% de neutras e zero, nenhum ponto negativo. Ou idolatram personagens arcanos sem contribuição efetiva à civilização ocidental, como o educador Paulo Freire, autor de um método de doutrinação esquerdista disfarçado de alfabetização [...]”

Em resposta, Nita, viúva de Paulo Freire, publicou no blog do jornalista Luis Carlos Azenha (www.viomundo.com.br) uma carta de repúdio: “Como educadora, historiadora, ex-professora da PUC e da Cátedra Paulo Freire e viúva do maior educador brasileiro PAULO FREIRE -- e um dos maiores de toda a história da humanidade --, quero registrar minha mais profunda indignação e repúdio ao tipo de jornalismo, que, a cada semana a revista VEJA oferece às pessoas ingênuas ou mal intencionadas de nosso país. [...]”

Você pode ler a carta na íntegra clicando no título, no Em Dia Com a Cidadania.

Mídia alternativa e o combate à manipulação da mídia "comercial"

Taluana Brisa, do Virajovem São Paulo - Durante palestra realizada em cursinho em São Paulo, no dia 3 de setembro, a jornalista Marilene Felinto, mestra formada pela Universidade de São Paulo e militante por "vocação ou desabafo", falou sobre mídia alternativa (...) Durante a palestra, por várias vezes declarou que se envergonha de ter trabalhado no jornal Folha de S. Paulo por 10 anos. Que tal ato foi uma nódoa que marcará pra sempre seu passado.

Saiu da Folha após não agüentar mais a censura e o "cala-boca" existentes dentro da Redação. "Você não pode fazer uma crítica mais assídua de determinada instituição simplesmente porque ela "banca" financeiramente o jornal e toda sua estrutura", disse. Ela também saiu porque intentou contra a ideologia do jornal, após apoiar o atual presidente Lula, em sua primeira candidatura em 2000, já que na época, segundo ela, a Folha apoiava o candidato José Serra (...) Leia mais clicando no título.

Instituição oferece estágios em veículos de comunicação alemães

O IJP (Internationale Journaliten-Programme, programa internacional de jornalistas, em português), entidade dedicada a apoiar jovens jornalistas e em promover o intercâmbio de idéias entre a Alemanha e os demais países, oferece sistematicamente estágios em veículos de comunicação alemães a profissionais latino-americanos do jornalismo para que tenham contato com a cultura, o povo e a realidade política e econômica daquele país. O prazo é dia 15 de setembro, todo ano. O programa, apoiado pelo Ministério Federal de Imprensa da Alemanha e por empresas privadas, oferece bolsa de trabalho de dois meses como redator-visitante em um veículo alemão. Informações em português, alemão ou inglês em http://www.ijp.org/

Ignacio Ramonet abrirá o 14º Curso Anual de Comunicação do NPC

O 14º Curso Anual de Comunicação promovido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) será realizado de 20 a 23 de novembro, no Rio de Janeiro. Caberá ao diretor de redação do Le Monde Diplomatique, Ignacio Ramonet, proferir a conferência de abertura. Outros conferencistas já confirmados: João Pedro Stédile (MST), Dênis de Moraes (UFF), José Arbex (PUC-SP) e Venício Artur de Lima (UnB).

Durante o 14º Curso serão discutidos os seguintes temas: As políticas de comunicação nos Estados Unidos, na Europa, na América Latina e no Brasil; TV Pública, TV Comunitária, TV Brasil e TV Educativa; Experiências de comunicação em jornais e revistas alternativos e sindicais; Rádios alternativas; Cultura popular; A criminalização dos movimentos sociais; A negação do negro na novela brasileira; Os intelectuais orgânicos da direita. Mais informações no site do NPC: www.piratininga.org.br

Debate sobre diploma de jornalismo na UFRJ nesta quinta (11)

Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar no mês de outubro se deve ou não acabar com a obrigatoriedade de diploma para se exercer a profissão de Jornalista. Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ e Sindicato dos Jornalistas do Rio debatem questão nesta quinta (11), às 10h, na Sala Vianninha da ECO, no campus da Praia Vermelha. Clique no título para ler.

Debate sobre diploma de jornalismo na UFRJ

Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar no mês de outubro se deve ou não acabar com a obrigatoriedade de diploma para se exercer a profissão de Jornalista. Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ e Sindicato dos Jornalistas do Rio debatem questão nesta quinta (11), às 10h, na Sala Vianninha da ECO, no campus da Praia Vermelha.
Agência Consciência.Net; clique aqui


O Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar no mês de outubro se deve ou não acabar com a obrigatoriedade de diploma para se exercer a profissão de Jornalista. Hoje essa exigência leva estudantes de outras habilitações a reingressarem em Jornalismo para poder trabalhar numa redação de jornal.

Por que exigir diploma para jornalismo, se todas as demais profissões do campo da Comunicação estão liberadas e podem ser exercidas sem essa limitação? Se jornalistas podem exercer outras funções e profissões do campo da Comunicação sem problema, legalmente, por que as demais habilitações sofrem restrições e podem ser penalizadas, pela lei atual?

São muitas as questões em jogo, e esse debate interessa a todas as habilitações de Comunicação. Por isso, a ECO e o Sindicato dos Jornalistas convidam para o debate "Jornalismo em Pauta", no qual o tema abordado será a obrigatoriedade ou não do diploma de jornalista para o exercício da profissão.

Alguns setores da sociedade - como o Sindicato de Jornalistas - acreditam que o diploma deve ser obrigatório. Outros, como a Direção da ECO, defendem que não, que com as novas tecnologias o jornalismo deve ser encarado como uma atividade regulamentada como todas as outras: publicidade, radio e televisão, produção editorial, que não exigem diploma para serem exercidas.

Nem por isso os cursos de Publicidade, Televisão e Rádio, Cinema, Produção Editorial, etc. deixaram de ser procurados por milhares de jovens e a formação universitária também nunca foi tão valorizada, mesmo sem a exigência de diploma

O Fórum da Mídia Livre também colocou o debate em pauta. Pois os produtores de mídia, blogueiros, jornalistas-cidadãos que exercem essa profissão nas novas mídias são criminalizados com a exigência do diploma que os impede de trabalhar profissionalmente.

A realização desse debate será interessante para que os alunos de comunicação ouçam argumentos a favor e os contra a obrigatoriedade ou não do diploma e possam, assim, tirar suas próprias conclusões.

Debatedoras:
  • Suzana Blass (Sindicato dos Jornalistas/RJ)
  • Ivana Bentes (Diretora da ECO/UFRJ e Professora da Graduação e Pós da ECO)
  • Mediadora: Ana Paula Goulart (Coordenadora do Curso de Jornalismo - ECO/UFRJ)

Dia: 11 de setembro (quinta-feira)
Local: Sala Oduvaldo Vianna Filho (Vianninha) - ECO
Horário: 10h às 12h


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Debate sobre diploma de jornalismo na UFRJ

Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar no mês de outubro se deve ou não acabar com a obrigatoriedade de diploma para se exercer a profissão de Jornalista. Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ e Sindicato dos Jornalistas do Rio debatem questão nesta quinta (11), às 10h, na Sala Vianninha da ECO, no campus da Praia Vermelha.
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O Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar no mês de outubro se deve ou não acabar com a obrigatoriedade de diploma para se exercer a profissão de Jornalista. Hoje essa exigência leva estudantes de outras habilitações a reingressarem em Jornalismo para poder trabalhar numa redação de jornal.

Por que exigir diploma para jornalismo, se todas as demais profissões do campo da Comunicação estão liberadas e podem ser exercidas sem essa limitação? Se jornalistas podem exercer outras funções e profissões do campo da Comunicação sem problema, legalmente, por que as demais habilitações sofrem restrições e podem ser penalizadas, pela lei atual?

São muitas as questões em jogo, e esse debate interessa a todas as habilitações de Comunicação. Por isso, a ECO e o Sindicato dos Jornalistas convidam para o debate "Jornalismo em Pauta", no qual o tema abordado será a obrigatoriedade ou não do diploma de jornalista para o exercício da profissão.

Alguns setores da sociedade - como o Sindicato de Jornalistas - acreditam que o diploma deve ser obrigatório. Outros, como a Direção da ECO, defendem que não, que com as novas tecnologias o jornalismo deve ser encarado como uma atividade regulamentada como todas as outras: publicidade, radio e televisão, produção editorial, que não exigem diploma para serem exercidas.

Nem por isso os cursos de Publicidade, Televisão e Rádio, Cinema, Produção Editorial, etc. deixaram de ser procurados por milhares de jovens e a formação universitária também nunca foi tão valorizada, mesmo sem a exigência de diploma

O Fórum da Mídia Livre também colocou o debate em pauta. Pois os produtores de mídia, blogueiros, jornalistas-cidadãos que exercem essa profissão nas novas mídias são criminalizados com a exigência do diploma que os impede de trabalhar profissionalmente.

A realização desse debate será interessante para que os alunos de comunicação ouçam argumentos a favor e os contra a obrigatoriedade ou não do diploma e possam, assim, tirar suas próprias conclusões.

Debatedoras:
  • Suzana Blass (Sindicato dos Jornalistas/RJ)
  • Ivana Bentes (Diretora da ECO/UFRJ e Professora da Graduação e Pós da ECO)
  • Mediadora: Ana Paula Goulart (Coordenadora do Curso de Jornalismo - ECO/UFRJ)

Dia: 11 de setembro (quinta-feira)
Local: Sala Oduvaldo Vianna Filho (Vianninha) - ECO
Horário: 10h às 12h


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II Semana de Jornalismo da UFRJ será no Campus da Praia Vermelha

A Meio a Meios – Semana de Jornalismo da UFRJ, em sua segunda edição, será realizada no final de setembro e início de outubro e promete suscitar discussões e reflexões sobre as formas contemporâneas do jornalismo. Estão previstas oficinas e um concurso de produção textual. Informações adicionais, clique no título. Inscrições vão até dia 27 de setembro, por meio do site do evento: www.meioameios.com

A Imprensa discute a Imprensa (hoje)

A partir das 19h de hoje, o ciclo de conferências “A Imprensa discute a Imprensa”, realizado pela Associação dos Servidores da Imprensa Nacional e pelo jornal Correio Braziliense, debaterá o tema “A Mídia e o Brasil de 68”, que será analisado por cinco grandes nomes do jornalismo brasileiro.

A sexta edição do ciclo “A Imprensa discute a Imprensa” será realizada no Auditório D. João VI, da Imprensa Nacional, em Brasília, a partir das 19 horas, com entrada franca. A mesa-redonda será transmitida pela internet por meio do portal da Imprensa Nacional (www.in.gov.br).

A partir das 19h de hoje, o ciclo de conferências “A Imprensa discute a Imprensa”, realizado pela Associação dos Servidores da Imprensa Nacional e pelo jornal Correio Braziliense, debaterá o tema “A Mídia e o Brasil de 68”, que será analisado por cinco grandes nomes do jornalismo brasileiro.

Os debatedores serão os jornalistas Raimundo Rodrigues Pereira, Ciro Marcondes Filho, Carlos Chaparro, Juliana Gesuelli e Carlos Marcelo.

Raimundo Rodrigues Pereira dirigiu jornais progressistas entre 1964 e 1984, como, por exemplo, o “Opinião” e o “Movimento”. Foi repórter da revista “Realidade”, fez parte da equipe de jornalistas que criou a revista “Veja”, junto com Elio Gaspari, e, hoje, coordena editorialmente a revista “Retrato do Brasil”.

Internautas poderão participar com perguntas e comentários enviados para o e-mail 200anosimprensanacional@in.gov.br

Palavras mudam o mundo

Em uma mesa sobre jornalismo independente em Brasília, valeu muito a pena quando, ao final, alguns estudantes que participaram do debate vieram me dizer: “Esse trabalho de vocês é muito importante. Parabéns! Vocês mostram pra gente que temos alternativas” (...) Por Marcelo Salles, do Fazendo Media.

Pude sentir a secura de Brasília nas breves cinco horas em que estive na capital. Foi sair do avião para sentir os lábios ressecados. No trajeto do aeroporto à Feira do Livro, onde estive numa mesa sobre Jornalismo Independente, miro a vegetação amarelada ao longo da avenida. “O pessoal aqui rouba até a chuva”, brinca César, nosso motorista.

As palestras foram boas, gostei muito de ouvir as reflexões do Gustavo Barreto, editor da Consciência.Net e nosso companheiro aqui no Fazendo Media. Ele fez uma consideração muito importante a respeito da necessidade da mobilização social. Como trabalhou durante muito tempo na Fiocruz, ele garantiu, com conhecimento de causa, que não falta dinheiro para a Saúde. “E não falta porque o movimento social na área é o mais antigo do Brasil. Oswaldo Cruz era um militante”, frisou. Nesse sentido, Gustavo ressaltou a importância do Fórum de Mídia Livre, realizado no Rio de Janeiro este ano, evento que reuniu 500 pessoas do Brasil inteiro e que definiu como uma de suas principais bandeiras a democratização das verbas publicitárias.

Jean Charlau completou a mesa ao lado do Marcelo Pirata, nosso mediador. Este, quando ameaçado pela organização do evento, pegou o microfone e disse o seguinte: “Nós temos o horário reservado até 16h30, mas acabo de ser expulso. Se fosse em outra época, mandava a organização tomar no cu, mas com o tempo a gente ganha experiência”. E a energia foi cortada. Caiu a luz, caiu o som do microfone. Mas o Pirata não desistiu. Levantou-se e continuou a agitação frente à platéia que se avolumava para a “próxima atração”. Resultado: saímos com um grupo de dez interessados e continuamos o debate num restaurante próximo.

No final das contas, digo que essa ida à Brasília valeu a pena pelo convite do Pirata, por sua coragem ao montar e bancar uma mesa sobre Jornalismo Independente com esse perfil combativo (geralmente os convidados são professores e/ou jornalistas de direita, que defendem esse sistema que aí está, ou de centro, que fazem uma ou outra crítica que não alcança a essência das injustiças).

Também digo que valeu muito a pena quando, ao final, alguns estudantes que participaram do debate vieram me dizer: “Esse trabalho de vocês é muito importante. Parabéns! Vocês mostram pra gente que temos alternativas”. Por fim, publico aqui, mais uma vez, o juramento que nós, jornalistas, fazemos no instante em que somos diplomados. Isso porque, no final do debate, a Alessandra, uma estudante do pré-vestibular, me disse que ficou emocionada ao ouvir a citação que fiz do primeiro parágrafo do nosso juramento profissional. Um parágrafo que decorei, não sei porque:

A Comunicação é uma missão social. Por isto, juro respeitar o público, combatendo todas as formas de preconceito e discriminação, valorizando os seres humanos em sua singularidade e na luta por sua dignidade.

A Comunicação é um compromisso com a Verdade. Por isto, juro ser fiel à verdade, jamais contentando-me com as primeiras versões dos fatos ou sujeitando-me a interesses que não a expressem.

A Comunicação pressupõe a Liberdade. Por isto, juro defender incondicionalmente a liberdade de expressão, de opinião e de afirmação dos seres humanos, opondo-me a qualquer sedução ou imposição autoritárias.

A Comunicação é uma atividade criadora. Por isto, juro promover, em minha vida e em minha coletividade, tudo que estimule e garanta a imaginação, a arte e a invenção.

(*) Marcelo Salles é jornalista e editor do Jornal Fazendo Media. Publicado em seu blog em 06/09/2008, clique aqui para acessá-lo.

PS: Tá certo que não viajo tanto de avião, mas entre as poucas vezes que fiz uso desse meio de transporte posso dizer que nunca fiz uma viagem tão desconfortável quanto a volta para o Rio. O piloto do vôo 1867 da GOL tentou compensar o atraso de 50 minutos com uma descida brusca no Rio, o que causou a mim e a outros passageiros uma violenta dor nos ouvidos e na cabeça. O pior é que a pressão de muitos passageiros é para que não haja atraso de maneira nenhuma, mesmo que isso signifique um relaxamento das normas de segurança de vôo. De um lado, a burrice reclama. De outro, a burrice atende.

PS: O tema desta 27a Feira do Livro de Brasília foi "Palavras mudam o mundo". Fausto Wolff certamente concordaria com isso. Ele, com certeza, mudou o mundo de muita gente com suas palavras. Por isso não será esquecido.


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Palavras mudam o mundo

Em uma mesa sobre jornalismo independente em Brasília, valeu muito a pena quando, ao final, alguns estudantes que participaram do debate vieram me dizer: “Esse trabalho de vocês é muito importante. Parabéns! Vocês mostram pra gente que temos alternativas” (...) Por Marcelo Salles, do Fazendo Media. Leia mais clicando aqui.

Pude sentir a secura de Brasília nas breves cinco horas em que estive na capital. Foi sair do avião para sentir os lábios ressecados. No trajeto do aeroporto à Feira do Livro, onde estive numa mesa sobre Jornalismo Independente, miro a vegetação amarelada ao longo da avenida. “O pessoal aqui rouba até a chuva”, brinca César, nosso motorista.

As palestras foram boas, gostei muito de ouvir as reflexões do Gustavo Barreto, editor da Consciência.Net e nosso companheiro aqui no Fazendo Media. Ele fez uma consideração muito importante a respeito da necessidade da mobilização social. Como trabalhou durante muito tempo na Fiocruz, ele garantiu, com conhecimento de causa, que não falta dinheiro para a Saúde. “E não falta porque o movimento social na área é o mais antigo do Brasil. Oswaldo Cruz era um militante”, frisou. Nesse sentido, Gustavo ressaltou a importância do Fórum de Mídia Livre, realizado no Rio de Janeiro este ano, evento que reuniu 500 pessoas do Brasil inteiro e que definiu como uma de suas principais bandeiras a democratização das verbas publicitárias.

Jean Charlau completou a mesa ao lado do Marcelo Pirata, nosso mediador. Este, quando ameaçado pela organização do evento, pegou o microfone e disse o seguinte: “Nós temos o horário reservado até 16h30, mas acabo de ser expulso. Se fosse em outra época, mandava a organização tomar no cu, mas com o tempo a gente ganha experiência”. E a energia foi cortada. Caiu a luz, caiu o som do microfone. Mas o Pirata não desistiu. Levantou-se e continuou a agitação frente à platéia que se avolumava para a “próxima atração”. Resultado: saímos com um grupo de dez interessados e continuamos o debate num restaurante próximo.

No final das contas, digo que essa ida à Brasília valeu a pena pelo convite do Pirata, por sua coragem ao montar e bancar uma mesa sobre Jornalismo Independente com esse perfil combativo (geralmente os convidados são professores e/ou jornalistas de direita, que defendem esse sistema que aí está, ou de centro, que fazem uma ou outra crítica que não alcança a essência das injustiças).

Também digo que valeu muito a pena quando, ao final, alguns estudantes que participaram do debate vieram me dizer: “Esse trabalho de vocês é muito importante. Parabéns! Vocês mostram pra gente que temos alternativas”. Por fim, publico aqui, mais uma vez, o juramento que nós, jornalistas, fazemos no instante em que somos diplomados. Isso porque, no final do debate, a Alessandra, uma estudante do pré-vestibular, me disse que ficou emocionada ao ouvir a citação que fiz do primeiro parágrafo do nosso juramento profissional. Um parágrafo que decorei, não sei porque:

A Comunicação é uma missão social. Por isto, juro respeitar o público, combatendo todas as formas de preconceito e discriminação, valorizando os seres humanos em sua singularidade e na luta por sua dignidade.

A Comunicação é um compromisso com a Verdade. Por isto, juro ser fiel à verdade, jamais contentando-me com as primeiras versões dos fatos ou sujeitando-me a interesses que não a expressem.

A Comunicação pressupõe a Liberdade. Por isto, juro defender incondicionalmente a liberdade de expressão, de opinião e de afirmação dos seres humanos, opondo-me a qualquer sedução ou imposição autoritárias.

A Comunicação é uma atividade criadora. Por isto, juro promover, em minha vida e em minha coletividade, tudo que estimule e garanta a imaginação, a arte e a invenção.

(*) Marcelo Salles é jornalista e editor do Jornal Fazendo Media. Publicado em seu blog em 06/09/2008, clique aqui para acessá-lo.

PS: Tá certo que não viajo tanto de avião, mas entre as poucas vezes que fiz uso desse meio de transporte posso dizer que nunca fiz uma viagem tão desconfortável quanto a volta para o Rio. O piloto do vôo 1867 da GOL tentou compensar o atraso de 50 minutos com uma descida brusca no Rio, o que causou a mim e a outros passageiros uma violenta dor nos ouvidos e na cabeça. O pior é que a pressão de muitos passageiros é para que não haja atraso de maneira nenhuma, mesmo que isso signifique um relaxamento das normas de segurança de vôo. De um lado, a burrice reclama. De outro, a burrice atende.

PS: O tema desta 27a Feira do Livro de Brasília foi "Palavras mudam o mundo". Fausto Wolff certamente concordaria com isso. Ele, com certeza, mudou o mundo de muita gente com suas palavras. Por isso não será esquecido.

Jornalismo independente na Feira do Livro de Brasília

Por Raquel Moraes (texto e foto), da redação

Gustavo Barreto (editor da Revista Consciência.Net) participou nesta sexta (05/09), em Brasília, de uma mesa sobre o tema Jornalismo Independente: a procura por um novo jornalismo (ou aquele velho jornalismo de outrora), ético e livre dos interesses do lucro e da exploração.

Na mesa estiveram Mylton Severiano (Caros Amigos), Marcelo Salles (Fazendo Media), Gustavo Barreto pela Revista Consciência.Net e Jean Scharlau, com a mediação de Pirata.

A mesa ocorreu no auditório Filho da Floresta, na Feira do Livro de Brasília, às 14h, acesse o site aqui, e embora não tivesse muito público, foi bastante crítica.

Ao final, ocorreu um incidente: por falta de pagamento dos organizadores, a luz foi cortada, inviabilizando seu desfecho e o prosseguimento dos demais eventos. O que leva ao questionamento sobre a real importância que a cultura e a mídia livre têm para o DF quando a racionalidade burocrática impõe uma dominação que impede a democratização do saber.

Para mais informações sobre a crise, clique aqui.

II Semana de Jornalismo da UFRJ ocorrerá de 29 de setembro a 02 de outubro no Campus da Praia Vermelha

A Meio a Meios – Semana de Jornalismo da UFRJ, em sua segunda edição, será realizada no final de setembro e início de outubro e promete suscitar discussões e reflexões sobre as formas contemporâneas do jornalismo. Estão previstas oficinas e um concurso de produção textual. Inscrições começam nesta sexta-feira (5/9), por meio do site do evento.
Agência Consciência.Net; clique aqui


Só quem nasceu para esta profissão e está disposto a viver em função dela é capaz de suportar as delícias e frustrações advindas tão unicamente da rotina do jornalista, que, cada vez mais, se preocupa com a sociedade que constrói. A comunicação e o desenvolvimento humanístico, por sua vez, encontram-se nas pautas de um jornalismo cujas motivações estão em prol da inserção dos indivíduos nas comunidades em que vivem, enfim, da cidadania. Desse modo, a Meio a Meios apresenta o tema transversal “Cidadania Global” nas seguintes adjacências jornalísticas: Jornalismo e Cidadania Global, Jornalismo Investigativo, Jornalismo Esportivo e Jornalismo Popular.

A partir disso, O Programa de Educação Tutorial da Escola de Comunicação da UFRJ (PET-ECO) apresenta a Meio a Meios – II Semana de Jornalismo da UFRJ, que acontece nos dias 29 e 30 de setembro e 1º e 02 de outubro de 2008, no Campus da Praia Vermelha da UFRJ. Mantendo a estrutura da primeira edição, a Meio a Meios terá mesas ministradas – sempre das 9h às 13h – por profissionais de destaque do meio acadêmico e do mercado de trabalho, relacionados aos temas propostos (saiba quem são os convidados no site do evento).

Como é de vital relevância a permuta entre emissor e receptor, haverá debates mediados por um professor da própria UFRJ, que poderá pôr em foco questões da comunicação que chamam atenção na contemporaneidade. Após cada debate, os alunos poderão expor indagações. E ainda, como na consagrada I edição, esta contará com oficinas que proporcionarão o contato dos alunos com a realidade bilateral do jornalismo.

A grande novidade desta segunda edição será o I Concurso de Produção Textual, que pretende estimular a expressão do estudante de Comunicação Social sobre o tema “Os desafios do jornalismo crítico no Brasil”.

Saiba tudo por meio do site www.meioameios.com


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www.consciencia.net

II Semana de Jornalismo da UFRJ ocorrerá de 29 de setembro a 02 de outubro no Campus da Praia Vermelha

A Meio a Meios – Semana de Jornalismo da UFRJ, em sua segunda edição, será realizada no final de setembro e início de outubro e promete suscitar discussões e reflexões sobre as formas contemporâneas do jornalismo. Estão previstas oficinas e um concurso de produção textual. Inscrições começam nesta sexta-feira (5/9), por meio do site do evento.
Agência Consciência.Net; clique aqui


Só quem nasceu para esta profissão e está disposto a viver em função dela é capaz de suportar as delícias e frustrações advindas tão unicamente da rotina do jornalista, que, cada vez mais, se preocupa com a sociedade que constrói. A comunicação e o desenvolvimento humanístico, por sua vez, encontram-se nas pautas de um jornalismo cujas motivações estão em prol da inserção dos indivíduos nas comunidades em que vivem, enfim, da cidadania. Desse modo, a Meio a Meios apresenta o tema transversal “Cidadania Global” nas seguintes adjacências jornalísticas: Jornalismo e Cidadania Global, Jornalismo Investigativo, Jornalismo Esportivo e Jornalismo Popular.

A partir disso, O Programa de Educação Tutorial da Escola de Comunicação da UFRJ (PET-ECO) apresenta a Meio a Meios – II Semana de Jornalismo da UFRJ, que acontece nos dias 29 e 30 de setembro e 1º e 02 de outubro de 2008, no Campus da Praia Vermelha da UFRJ. Mantendo a estrutura da primeira edição, a Meio a Meios terá mesas ministradas – sempre das 9h às 13h – por profissionais de destaque do meio acadêmico e do mercado de trabalho, relacionados aos temas propostos (saiba quem são os convidados no site do evento).

Como é de vital relevância a permuta entre emissor e receptor, haverá debates mediados por um professor da própria UFRJ, que poderá pôr em foco questões da comunicação que chamam atenção na contemporaneidade. Após cada debate, os alunos poderão expor indagações. E ainda, como na consagrada I edição, esta contará com oficinas que proporcionarão o contato dos alunos com a realidade bilateral do jornalismo.

A grande novidade desta segunda edição será o I Concurso de Produção Textual, que pretende estimular a expressão do estudante de Comunicação Social sobre o tema “Os desafios do jornalismo crítico no Brasil”.

Saiba tudo por meio do site www.meioameios.com


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