Juan Blanco, Portal Pravda em português
A cooperação militar entre a Rússia e a Venezuela é uma das principais avenidas de diversificar a ordem estabelecida e formar um mundo multipolar, disse aos jornalistas hoje o ex-ministro da Defesa da Venezuela, Orlando Manigilia.
A visita do presidente russo e os navios da Rússia à Venezuela é a prova de que o mundo está a operar mudanças, disse ele.
Os exercícios conjuntos, a serem realizados em breve com os marinheiros russos, irão contribuir para o reforço da luta para a prontidão das Forças Armadas da Venezuela, que desempenham um importante papel na manutenção da paz e da democracia no país, disse Manigilia.
Nos exercícios navais conjuntos, que vão começar em 1º de Dezembro, irão participar na Venezuela 12 navios e aeronaves, incluindo caças SU-30MK2, e os russos, os mísseis cruzadores nuclear "Pedro, o Grande" e "Admiral Chabanenko".
Nota de apoio ao governo equatoriano
"Diante da controvérsia existente entre o governo equatoriano e a empresa brasileira Odebrecht, nós, organizações da sociedade civil brasileira abaixo-assinadas, manifestamos nosso apoio à iniciativa soberana do presidente Rafael Correa de responsabilizar a empresa pelos maus serviços prestados naquele país.
Também consideramos legítimo a demanda por uma justa reparação por parte da Odebretch do prejuízo causado por este empreendimento, financiado com recursos públicos de cidadãs e cidadãos brasileiros através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)." Leia a íntegra da nota na Agência Adital. Também no site da Jubileu Brasil e matéria da Agência Brasil.
Também consideramos legítimo a demanda por uma justa reparação por parte da Odebretch do prejuízo causado por este empreendimento, financiado com recursos públicos de cidadãs e cidadãos brasileiros através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)." Leia a íntegra da nota na Agência Adital. Também no site da Jubileu Brasil e matéria da Agência Brasil.
Especialistas da América Latina discutem legalização do aborto em São Paulo
Após o evento, entidades feministas nacionais fazem ato em solidariedade às mulheres condenadas por fazer aborto. As iniciativas também fazem parte do Dia de Luta pela Descriminalização do Aborto na América Latina e Caribe, que se comemora no dia 28 de setembro.
O seminário “Estratégias Latino-Americanas pela Legalização do Aborto e Autonomia Reprodutiva das Mulheres”, dias 24 e 25 de setembro, contará com a participação de renomadas feministas de países como Brasil, Uruguai, Bolívia e Peru.
O ato em solidariedade às mulheres condenadas por fazer aborto acontece no dia 26 de setembro, às 13h30, na Praça Ramos de Azevedo, no Centro de São Paulo. Haverá uma caminhada até o Tribunal de Justiça. Clique no título para saber mais.
O seminário “Estratégias Latino-Americanas pela Legalização do Aborto e Autonomia Reprodutiva das Mulheres”, dias 24 e 25 de setembro, contará com a participação de renomadas feministas de países como Brasil, Uruguai, Bolívia e Peru.
O ato em solidariedade às mulheres condenadas por fazer aborto acontece no dia 26 de setembro, às 13h30, na Praça Ramos de Azevedo, no Centro de São Paulo. Haverá uma caminhada até o Tribunal de Justiça. Clique no título para saber mais.
Fórum Social das Américas na Guatemala
O próximo Fórum Social das Américas será de 7 a 12 de outubro de 2008 na Guatemala. Informações no site www.forosocialamericas.org
Guatemala promove Fórum em defesa da educação pública
Acontece de 8 e 10 de outubro, na Cidade de Guatemala, o Fórum por uma Educação Pública de Qualidade na América, promovido pela Rede Social para a Educação Pública nas Américas. A Rede SEPA é uma entidade que engloba organizações sindicais e sociais do Continente Americano que se preocupam com a melhoria da educação pública, como instituição imprescindível para o desenvolvimento democrático e a proteção dos direitos humanos.O objetivo do encontro é construir modelos educativos democráticos que respondam às necessidades sociais, econômicas e culturais dos povos latino-americanos. O fórum, que contará com a presença de toda a comunidade educativa - professores, estudantes, pais, pesquisadores e representantes dos Ministérios de Educação de vários países - integra as atividades do III Fórum Social das Américas (FSA) a ser realizado de 7 a 12 de outubro, também na Cidade de Guatemala. Mais informações no site do Fórum Social das Américas (clique no título).
Observatório trata sobre segurança alimentar na região
Da Adital - O Observatório Regional de Segurança Alimentar e Nutrição - Observatório da Fome - apresentou o primeiro boletim bimestral sobre a situação alimentar na América Latina e no Caribe. Ação promovida pelo Escritório Regional da FAO no âmbito da Iniciativa América Latina e Caribe Sem Fome, o relatório apresenta aos tomadores de decisão e à opinião pública informações atualizadas sobre o estado dos mercados e das políticas agroalimentares em âmbito internacional e regional. Clique no título para ler.
Londres latino
Por Isaac Bigio, de Londres - Este domingo se realizó la mayor reunión política de la historia de los latinos de Inglaterra. Ante 600 personas llegaron candidatos de 7 partidos aceptando varias demandas de la comunidad latina tales como crear un barrio y un museo andino y latinos, que Londres celebre el año mundial de la papa, que se reconozca a los latinos como etnia y que se regularice a indocumentados. Nunca antes en la historia británica los partidos se habían dirigido a los hispanos.
Londres es la ciudad ibero americana más grande fuera de Iberia y de las Américas. Es importante que los latinos empiecen allí a seguir los pasos de los hispanos de EEUU y convertirse en un factor de la política local. Varios asuntos latinos son parte de la agenda electoral como el subsidio petrolero venezolano a los buses londinenses, el posible cierre de mercados latinos o el crimen policial contra el suramericano Menezes.
Como la contienda entre conservadores y laboristas es tan reñida el voto latino podría inclinar la balanza. (Leia mais aqui)
Londres es la ciudad ibero americana más grande fuera de Iberia y de las Américas. Es importante que los latinos empiecen allí a seguir los pasos de los hispanos de EEUU y convertirse en un factor de la política local. Varios asuntos latinos son parte de la agenda electoral como el subsidio petrolero venezolano a los buses londinenses, el posible cierre de mercados latinos o el crimen policial contra el suramericano Menezes.
Como la contienda entre conservadores y laboristas es tan reñida el voto latino podría inclinar la balanza. (Leia mais aqui)
Paraguai é hoje México de ontem
Por Isaac Bigio (*), de Londres, BR Press - O Paraguai passa hoje pelo que viveu o México em 2000, quando caiu um partido que estava há mais de seis décadas no poder. Estes dois países elegeram seus presidentes em um único turno, e Fernando Lugo, que obteve 40% dos votos, converteu-se no primeiro mandatário a vencer o Partido Colorado, que governou o Paraguai desde 1948.
No México, o monopólio do poder esteve com um partido que provinha de uma revolução esquerdista (PRI), enquanto que, no Paraguai, deteve o poder a força que impulsionou a mais longa ditadura conservadora sul-americana (os colorados de Stroessner). Tanto o PRI quanto os colorados, antes de cair, foram se voltando mais ao centro, porém, enquanto o primeiro foi deposto pela direita, o segundo foi derrotado pela esquerda.
O presidente paraguaio eleito, Fernando Lugo, no entanto, não é um revolucionário, mas um ex-bispo pacifista que deseja o bom entendimento com os EUA e com seus vizinhos. Em sua coalizão há marxistas, mas também democrata-cristãos, e seu eixo é o Partido Liberal, de centro-direita, que ocupa a vice-presidência, e que governou o Paraguai desde o início do século XX até meados dos anos 1930, quando foi derrotado pela revolução “socialista” castrense de 1936.
No México, o monopólio do poder esteve com um partido que provinha de uma revolução esquerdista (PRI), enquanto que, no Paraguai, deteve o poder a força que impulsionou a mais longa ditadura conservadora sul-americana (os colorados de Stroessner). Tanto o PRI quanto os colorados, antes de cair, foram se voltando mais ao centro, porém, enquanto o primeiro foi deposto pela direita, o segundo foi derrotado pela esquerda.
O presidente paraguaio eleito, Fernando Lugo, no entanto, não é um revolucionário, mas um ex-bispo pacifista que deseja o bom entendimento com os EUA e com seus vizinhos. Em sua coalizão há marxistas, mas também democrata-cristãos, e seu eixo é o Partido Liberal, de centro-direita, que ocupa a vice-presidência, e que governou o Paraguai desde o início do século XX até meados dos anos 1930, quando foi derrotado pela revolução “socialista” castrense de 1936.
(*) O analista internacional e ex-professor da London School of Economics Isaac Bigio é especializado em América Latina e assina uma coluna diária no jornal peruano Correo. Tradução: Angélica Resende.
Banco da Alba será lançado no final de abril
Jornal Brasil de Fato - O banco da Alternativa Bolivariana para a América (Alba) entrará em funcionamento a partir do próximo dia 25. O anúncio foi feito pelo ministro venezuelano de Indústria Básica e Mineração, Rodolfo Sanz, durante reunião da Comissão de Mesas Técnicas da Alba, realizada no último final de semana em Caracas. A Alba é um instrumento de integração firmado entre Bolívia, Cuba, Nicarágua, República Dominicana e Venezuela. Segundo seus idealizadores, o bloco distingue-se de outras propostas do gênero – como o Mercosul ou mesmo a Área de Livre Comércio das Américas (Alca) por não visar apenas os interesses comerciais e contemplar também ações que reduzam os contrastes sociais na América Latina.
Na Constituição da Alba, há ainda três esferas de poder: a dos presidentes e Chefes de Estado; outras de políticos regionais ou municipais; e uma última com representantes de movimentos sociais latino-americanos.De acordo com Sanz, os primeiros projetos a serem financiados pelo banco serão nas áreas de telecomunicações, agricultura e indústria de alimentos e medicamentos. Já está prevista a criação de cinco empresas da Alba, chamadas de gran-nacionais, e dez projetos de caráter social. Clique no título para ler mais.
Na Constituição da Alba, há ainda três esferas de poder: a dos presidentes e Chefes de Estado; outras de políticos regionais ou municipais; e uma última com representantes de movimentos sociais latino-americanos.De acordo com Sanz, os primeiros projetos a serem financiados pelo banco serão nas áreas de telecomunicações, agricultura e indústria de alimentos e medicamentos. Já está prevista a criação de cinco empresas da Alba, chamadas de gran-nacionais, e dez projetos de caráter social. Clique no título para ler mais.
Fórum Contra Terrorismo Midiático é lançado
Por Marcelo Salles, Fazendo Media - A Telesul transmitiu nesta sexta-feira (4), com reprise às 2h deste sábado, extensa reportagem sobre a manipulação midiática na América Latina. Em Caracas, governos e jornalistas fundaram a Plataforma Internacional Contra o Terrorismo Midiático, órgão destinado a combater a desestabilização da região que, segundo a reportagem, vive uma onda de solidariedade entre os povos. O brasileiro Beto Almeida, diretor da Telesul no Brasil, representou o país.
Uma das resoluções do Fórum é incentivar que os presidentes dos países da América Latina incluam o tema do terrorismo midiático em seus encontros internacionais. Para o presidente venezuelano Hugo Chávez, os meios de comunicação estão, de maneira geral, "nas mãos dos ricos do mundo, e em geral praticam fascismo, terrorismo todos os dias". A reportagem mostrou em seguida iniciativas de comunicação popular na Venezuela, que são incentivadas pelo poder público. As corporações brasileiras de mídia omitiram esta informação.
Uma das resoluções do Fórum é incentivar que os presidentes dos países da América Latina incluam o tema do terrorismo midiático em seus encontros internacionais. Para o presidente venezuelano Hugo Chávez, os meios de comunicação estão, de maneira geral, "nas mãos dos ricos do mundo, e em geral praticam fascismo, terrorismo todos os dias". A reportagem mostrou em seguida iniciativas de comunicação popular na Venezuela, que são incentivadas pelo poder público. As corporações brasileiras de mídia omitiram esta informação.
Acordei com o vizinho atirando no meu quintal
Apesar das propostas esquerdistas, Correa está muito longe de ser uma liderança que tenha alguma proximidade com a guerrilha colombiana. Ele é um economista muito mais próximo do terceiro setor e do ambiente acadêmico e fica difícil imaginar qualquer ligação com grupos que defendem a luta armada. Por Alexandre Sammogini (*), clique no título para ler.
Ataque às Farc impediu libertação de Betancourt, diz Correa
Claudia Jardim, de Caracas, para a BBC Brasil - O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que as gestões que mantinha com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) para a libertação de mais 12 reféns, entre os quais estaria a ex-candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt, foram frustradas pelo governo da Colômbia com o ataque à guerrilha em território equatoriano. “Lamento comunicar-lhes que as conversas estavam bastante avançadas para libertar 12 reféns, entre eles Ingrid Betancourt. Tudo foi frustrado pelas mãos belicistas e autoritárias”, afirmou Correa, na noite desta segunda-feira, no Palácio de Governo, em Quito.
Correa, que rompeu relações diplomáticas com a Colômbia, afirmou que a libertação de Betancourt e de outros 11 reféns poderia ter motivado os ataques que resultaram na morte de Raúl Reyes, o número 2 das Farc e responsável pelas negociações de libertação dos seqüestrados. “Não podemos descartar que essa foi uma das motivações para o ataque por parte dos inimigos da paz”, disse o presidente equatoriano, em referência ao governo da Colômbia.
Classificando de "mentira" a explicação de seu colega colombiano Álvaro Uribe, que apresentou a operação realizada no sábado como de auto-defesa "em um suposto combate que não houve", Correa acusou neste domingo os militares colombianos de "assassinato". Na operação realizada dentro do território equatoriano, 19 guerrilheiros foram mortos. Leia mais na BBC Brasil.
Correa, que rompeu relações diplomáticas com a Colômbia, afirmou que a libertação de Betancourt e de outros 11 reféns poderia ter motivado os ataques que resultaram na morte de Raúl Reyes, o número 2 das Farc e responsável pelas negociações de libertação dos seqüestrados. “Não podemos descartar que essa foi uma das motivações para o ataque por parte dos inimigos da paz”, disse o presidente equatoriano, em referência ao governo da Colômbia.
Classificando de "mentira" a explicação de seu colega colombiano Álvaro Uribe, que apresentou a operação realizada no sábado como de auto-defesa "em um suposto combate que não houve", Correa acusou neste domingo os militares colombianos de "assassinato". Na operação realizada dentro do território equatoriano, 19 guerrilheiros foram mortos. Leia mais na BBC Brasil.
Veja a repercussão da crise entre Colômbia, Equador e Venezuela na imprensa internacional
Folha Online - A crise entre Equador, Colômbia e Venezuela, desencadeada pela morte de Raúl Reyes, um dos principais líderes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), no último sábado (1º), em ataque colombiano em território do Equador, provocou repercussão mundial com a possibilidade de um conflito armado na região. Veja a repercussão da crise na imprensa internacional (clique no título).
Colômbia expande atividades terroristas e invade Equador
Meios de comunicação de grande circulação no Brasil têm apontado, seja por meio de programas de “humor”, seja por meio de reportagens “sérias” e “fundamentadas”, que a Venezuela se arma com o objetivo de invadir nações vizinhas – incluindo, claro, a Amazônia brasileira.
É extremamente curioso, para não dizer patético, que quando um outro país, armado com milhões de dólares pelos Estados Unidos [leia abaixo os números], decide invadir a Amazônia e declarar que o fez sem nenhum sentimento de culpa, todos os programas jornalísticos ou humorísticos se calem. Exatamente o que se passou na atual crise nos Andes.
A Colômbia, que recebe o maior financiamento militar dos Estados Unidos em toda a América Latina e Caribe, invadiu – e admitiu que o fez – a Amazônia pelo lado equatoriano. Não contente, fez uma investida militar e bombardeou um acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP), assassinando um dos líderes que mais buscava o diálogo com as potências militaristas do Norte e de seu país. Outras 16 pessoas foram mortas enquanto estavam dormindo. “Não são boas as notícias”, sentenciou o insuspeito ministro das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, que compõe um governo de direita em seu país. Leia aqui.
É extremamente curioso, para não dizer patético, que quando um outro país, armado com milhões de dólares pelos Estados Unidos [leia abaixo os números], decide invadir a Amazônia e declarar que o fez sem nenhum sentimento de culpa, todos os programas jornalísticos ou humorísticos se calem. Exatamente o que se passou na atual crise nos Andes.
A Colômbia, que recebe o maior financiamento militar dos Estados Unidos em toda a América Latina e Caribe, invadiu – e admitiu que o fez – a Amazônia pelo lado equatoriano. Não contente, fez uma investida militar e bombardeou um acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP), assassinando um dos líderes que mais buscava o diálogo com as potências militaristas do Norte e de seu país. Outras 16 pessoas foram mortas enquanto estavam dormindo. “Não são boas as notícias”, sentenciou o insuspeito ministro das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, que compõe um governo de direita em seu país. Leia aqui.
Raul Reyes, o herói assassinado pelo fascismo colombiano
O fascismo colombiano assassinou em território equatoriano o comandante Raul Reyes (foto), das FARC, numa operação de terrorismo de Estado que contou com a cumplicidade dos EUA. Miguel Urbano Rodrigues escreve sobre o atentado e o herói revolucionário que conhecia pessoalmente. Clique aqui para ler.
Colômbia anuncia que pedirá desculpas ao Equador em comunicado
O Globo Online - O porta-voz da presidência da Colômbia, César Mauricio Velásquez, anunciou neste domingo (2/3) que seu país vai pedir desculpas formais ao Equador pela incursão em seu território, informa o site do jornal "El Tiempo". Uma operação militar colombiana na região da fronteira na madrugada de sábado (1/3) resultou na morte do Raúl Reyes, porta-voz das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), e outros 16 guerrilheiros. O Equador e a Venezuela interpretaram a invasão do território como uma grave violação das leis internacionais. O pedido de desculpas de Bogotá deve ser emitido em um comunicado, em três partes.
Embaixador do Equador qualifica ataque colombiano de "ato de guerra"
Folha Online - O embaixador do Equador na Colômbia, Francisco Suéscum, qualificou neste domingo de "ato de guerra" o ataque militar colombiano em território equatoriano na madrugada do sábado, no qual morreu o porta-voz internacional e número dois das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Raúl Reyes. Suéscum deu as declarações ao chegar a Quito, após ser chamado para consultas pelo presidente equatoriano, Rafael Correa.
Em seu programa dominical "Alô, presidente!", o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aliado de Correa, ordenou o fechamento da embaixada em Bogotá, sem titular desde o final de novembro do ano passado, e disse ainda ter enviado dez tropas à fronteira com a Colômbia. Conversando com jornalistas no aeroporto, o embaixador equatoriano disse que "o massacre é um fato bárbaro, um fato de guerra, um fato contra a paz, a vida e aos direitos humanos". "As relações (entre Equador e Colômbia) ficam muito afetadas por um ato desta natureza, que não esperávamos desde nenhum ponto de vista", acrescentou Suéscum. Leia mais na Folha Online, aqui.
Em seu programa dominical "Alô, presidente!", o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aliado de Correa, ordenou o fechamento da embaixada em Bogotá, sem titular desde o final de novembro do ano passado, e disse ainda ter enviado dez tropas à fronteira com a Colômbia. Conversando com jornalistas no aeroporto, o embaixador equatoriano disse que "o massacre é um fato bárbaro, um fato de guerra, um fato contra a paz, a vida e aos direitos humanos". "As relações (entre Equador e Colômbia) ficam muito afetadas por um ato desta natureza, que não esperávamos desde nenhum ponto de vista", acrescentou Suéscum. Leia mais na Folha Online, aqui.
Equador retira embaixador em Bogotá por ação contra Farc
AFP - O Equador retirou neste domingo seu embaixador em Bogotá, ao considerar como "transgressão" a operação colombiana que matou, em território equatoriano, 17 guerrilheiros das Farc, e ameaçou "ir até as últimas conseqüências" no que considerou um ultraje a sua soberania. O presidente Rafael Correa reduziu ao mínimo a relação diplomática com Bogotá devido à operação em que neste sábado teriam sido "massacrados" no Equador, além do comandante Raúl Reyes, outros 16 membros das Farc e feridas duas guerrilheiras.
"O Equador resolver retirar, de imediato, seu embaixador em Bogotá frente aos graves fatos ocorridos na zona fronteiriça, que constituem uma transgressão dos princípios de soberania e integridade territorial", afirmou o ministério em um comunicado. Uma fonte da chancelaria informou à AFP que Quito não está "rompendo relações" com Bogotá, apenas reduzindo-as para um nível mínimo. Leia mais aqui.
"O Equador resolver retirar, de imediato, seu embaixador em Bogotá frente aos graves fatos ocorridos na zona fronteiriça, que constituem uma transgressão dos princípios de soberania e integridade territorial", afirmou o ministério em um comunicado. Uma fonte da chancelaria informou à AFP que Quito não está "rompendo relações" com Bogotá, apenas reduzindo-as para um nível mínimo. Leia mais aqui.
O mandato de sangue de Uribe
Não há solução militar, só solução política para a Colômbia. É a linha dura de Uribe, que precisa dos enfrentamentos militares para manter sua popularidade interna e conseguir reformar de novo a Constituição e poder obter um terceiro mandato. Por Emir Sader (clique no título).
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Cuba: mídia vai fazer campanha de desinformação
Jorge Pereira Filho, Jornal Brasil de Fato - A renúncia de Fidel vai desencadear uma campanha midiática de desinformação de proporções mundiais. Essa é a previsão do jornalista e escritor português Miguel Urbano Rodrigues, integrante do Partido Comunista Português. Segundo ele, a mídia mente ao afirmar que há uma oposição organizada ao regime em Cuba. “As personalidades e grupos contra-revolucionários carecem de expressão social. São quase folclóricos”, afirma Miguel Urbano, que viveu oito anos em Cuba.
Para o jornalista português, o regime socialista cubano seguirá seu próprio caminho, aperfeiçoando-se dentro de sua lógica. Com relação a uma eventual intervenção externa, como já chegou a cogitar o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, Miguel Urbano afirma que considera a hipótese improvável. "Mas estou certo que, no caso de uma agressão desse tipo, o povo cubano lhe daria a resposta de Abril de 61, quando derrotou em Playa Giron o desembarque mercenário idealizado e financiado pelos EUA". Leia aqui a entrevista.
Leia o texto completo da mensagem publicada nesta terça-feira (19) pelo jornal do Partido Comunista de Cuba, o Granma, no qual o presidente cubano anuncia que não concorrerá ao cargo na próxima reunião do Parlamento, domingo (24).
Para o jornalista português, o regime socialista cubano seguirá seu próprio caminho, aperfeiçoando-se dentro de sua lógica. Com relação a uma eventual intervenção externa, como já chegou a cogitar o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, Miguel Urbano afirma que considera a hipótese improvável. "Mas estou certo que, no caso de uma agressão desse tipo, o povo cubano lhe daria a resposta de Abril de 61, quando derrotou em Playa Giron o desembarque mercenário idealizado e financiado pelos EUA". Leia aqui a entrevista.
Leia o texto completo da mensagem publicada nesta terça-feira (19) pelo jornal do Partido Comunista de Cuba, o Granma, no qual o presidente cubano anuncia que não concorrerá ao cargo na próxima reunião do Parlamento, domingo (24).
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